<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176</id><updated>2011-08-02T13:35:08.181-07:00</updated><category term='vacinas'/><category term='invasao angola'/><category term='H1N1'/><category term='jorge gomez barata'/><category term='union sovietica'/><category term='mario soares'/><category term='ditadura em angola'/><category term='traiçao governo portugues'/><category term='ocultamentos suspeitosos.'/><category term='operaçao carlota'/><category term='mercenarios'/><category term='chemtrails'/><category term='cuba'/><category term='gripe porcina'/><category term='ocultamentos suspeitosos'/><category term='invasao a angola'/><category term='25 de abril'/><category term='traiçao do governo portugues'/><category term='ditadura angola'/><category term='EE.UU.'/><category term='mercenarios cubanos'/><category term='Angola'/><category term='ensaios politicos'/><category term='invasaodeangola'/><category term='A/H1N1'/><category term='gripe na ucrania'/><category term='guerra biologica'/><category term='irak'/><category term='voos suspeitosos'/><category term='pais cobaia'/><category term='independencia de angola'/><title type='text'>¡¡¡...Libertando           as                ideias...!!!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-6796393138985007528</id><published>2010-09-09T22:00:00.000-07:00</published><updated>2010-09-11T10:35:27.538-07:00</updated><title type='text'>QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE NAO É COINCIDENCIA... É VERDADE!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Os Protocolos dos Sábios de Sião&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma observação antes (VERDADE ou MENTIRA ), em seguida os Protocolos dos Sábios de Sião na íntegra !!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Os Protocolos dos Sábios de Sião: &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Verdade ou Mentira ?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Verdade&lt;/strong&gt;: Os protocolos são manual de regras ditadas por guias&amp;nbsp;aos sionistas (judeus de descendência de Caifás, e seus asseclas que seriam corrompidos pelas promessas de dinheiro e poder, na preparação do reinado do anticristo) para controlar as massas, por um governo secreto no mundo, iluministas e franco-maçons e por aí fora, o assunto é complexo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes manuscritos são reais , existem mesmo, surgiram num congresso de associações sionistas reunidas em Basileia (1897), tidos como documentos secretos até 1912 quando foram então revelados na Rússia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa publicação deve-se a Sergio Nilu que em 1901 recebeu os originais de Alexis Nicolaievich Suchotin.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Mentira&lt;/strong&gt;: Esse livro foi escrito pela policia secreta&amp;nbsp;Russa, seria uma fraude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caro leitor você poderá conferir as passagens que irei mencionar abaixo e verificar que tudo o que fora planeado há 200 anos está acontecendo hoje, os Protocolos não são um documento falso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não são um documento racista contra os israelitas, sionistas. Assim como as críticas ao governo Bush não são críticas racistas ao povo americano, assim como as críticas á guerra não são críticas racistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;strong&gt;Imprensa,&lt;/strong&gt; o seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo “,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;strong&gt;Em política&lt;/strong&gt;, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;strong&gt;Os&amp;nbsp;GOYIM (nao judeos)&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil! “&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Leia estas e mais coisas que falam os Protocolos! É chocante e descreve a realidade do nosso dia a dia!.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nova ordem sempre existiu, a 3ª guerra há muito que está planejada, a maçonaria atua secretamente nos governos, algumas pistas estão bem visíveis diante dos nossos olhos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;George w Bush apoiou Ariel Sharon quando este cercou o quartel de Arafat, mas depois o conflito intensificouse e Bush já dizia a Sharon para recuar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente o chefe de Estado Maior Israelita (Moshe Yaalon) confessou em Beersheva que eles tinham um plano para assassinar Yasser Arafat.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Israel é inimiga do Afeganistão, Bush bombardeou o Afeganistão com o pretexto de capturar Bin Laden, certo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Errado, pois deixaram-no escapar mesmo debaixo dos olhos, e Bush mais tarde disse que já não queria saber do Bin Laden inclusive ordenou ao FBI que deixasse de investigar a família dele. Agora os EUA controlam Afeganistão e pretendem construir lá um oleoduto, o negócio do ópio fica entregue ás forças da Aliança do Norte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Israel odeia também Irã, reparem como os Estados Unidos logo após bombardear o Iraque já estão ameaçando atacar o Irã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que são coincidências demais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Israel tem diversas armas químicas e nucleares e ninguém vai lá inspecionar. (você já viu notícia de inspeção em Israel na mídia?)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vários países criticaram os EUA por ocultar informação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os EUA mentiram relativamente ás armas de destruição em massa no Iraque. O Pentágono admitiu dar informações falsas á mídia internacional em nome da segurança, etc. Mentiras e mais mentiras, mas, tudo está de acordo com o que dizem os Protocolos!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;strong&gt;Imprensa&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;o seu papel é o de excitar e inflamar as paixões entre o povo&lt;/strong&gt; [...] E o público está muito longe de poder imaginar quem é o primeiro beneficiário da imprensa.[...] “&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;A imprensa nos será uma boa ferramenta para oferecer aos homens tantas opiniões diferentes que eles perderão qualquer visão global e se perderão no labirinto &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;das informações.&lt;/strong&gt; [...] Assim, eles chegarão à conclusão que o melhor é não ter opinião (política). “&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acerca da manipulação de imprensa e opinião pública vejam o protocolo 7, veja como está sendo cumprido até hoje! :&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;Devemos obrigar os governos&amp;nbsp;goyim a obrar de acordo com este plano, que amplamente concebemos e que já está chegando à sua meta. A opinião pública ajudarnos-á, essa opinião pública que o ‘grande poder’, a imprensa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com efeito, com poucas exceções, que não têm importância, a imprensa está toda em nossa dependência&lt;/strong&gt;.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 3ª guerra mundial já está planejada:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A guerra já está planejada, vejam o que disse o assessor do 1º Ministro de Ariel Sharon, em 27/04/2002 :&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos ou não... onze de setembro foi apenas o começo&lt;/strong&gt;...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda há mais, um dos maiores illuminati Albert Pike teria escrito numa carta a Mazzini que :&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;A terceira guerra mundial explodiria no Oriente Médio devido a inimizade entre os árabes e os israelenses e que ela terminaria com a instauração de uma ditadura &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;mundial&lt;/strong&gt;.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Plano para invasão de sete Países:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paul Richter em «Los Angeles times» diz que os Estados Unidos preparam ataques a 7 países : &lt;strong&gt;Iraque, Irã, Coréia do Norte, Líbia, Síria, Rússia e China&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é verdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após bombardearem o Afeganistão dirigiram-se ao Iraque, sem motivo bombardearam o Iraque.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao mesmo tempo ameaçavam a Coréia do Norte, depois acusaram A Síria de apoiar o Iraque, agora ameaçam atacar o Irã caso eles avancem com o programa militar, enfim, dentro de poucos anos iremos constatar que tudo se vai compondo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Os noticiários encarregar-se-ão de nos transmitiros fatos&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Rússia mantêm laços militares e econômicos com vários países árabes, inimigos de Israel. Reparem que há pouco tempo os EUA acusaram Rússia de fornecer material bélico ao Irã e Iraque... Mais cedo ou &lt;strong&gt;mais tarde os EUA vão entrar em conflito com Rússia&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Líbia faz fronteira com o Egito, e ultimamente tem desenvolvido treinos militares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais protocolos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Vícios, endividamento, instabilidade financeira, pânico&lt;/strong&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;“Dominar&amp;nbsp;os goyim&amp;nbsp;pelos seus vícios , distrair a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, competições esportivas, etc; divertir o povo para impedilo &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;de pensar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;"Destruir toda estabilidade financeira: multiplicar as crises econômicas e preparar a bancarrota universal; parar as engrenagens da indústria; fazer ir por água abaixo &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;todos os valores; concentrar todo o ouro do mundo em certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta estagnação; em um momento dado, suspender todos os créditos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;e provocar o pânico.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diga-me, não é exatamente isto que está acontecendo no seu país? No meu, no de todos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt; “É necessário compreender que a força da multidão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda..”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Penso que aqui se referem á confusão política, &lt;em&gt;o povo vota num partido de direita ,e este governa pessimamente o país, há crise, promessas não cumpridas, etc. O povo nos anos seguintes tenta votar noutro partido, esquerda por exemplo, as promessas eram outras, continua tudo na mesma. A dada altura o povo apercebe-se que votar é uma ilusão, os partidos parecem opostos mas prosseguem os planos do partido anterior, nada muda.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda a crise num País é manipulada pelo Governo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o cenário de uma situação de crise criada e as soluções para ela apresentada, que incluem aumento na segurança e perda de liberdades. Com uma crise manipulada, o governo pode manipular o povo obtendo a solução para a “crise”, direcionando a população para um caminho já previamente escolhido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais Protocolos...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt; “A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder.”&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É precisamente o que os políticos cumprem à regra!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos relacionar esse protocolo com uma profecia, repare como as profecias são também presságios acertados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Siddarta Gautama dissera:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«&lt;strong&gt;Milhões de pessoas irão perder os seus tesouros, não pela mão de bandidos mas através daqueles que foram designados para cuidar delas&lt;/strong&gt;.»&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro protocolo diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;Armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte&lt;/strong&gt;.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos ouvir na tv, crise econômica, crise européia, desemprego, milhares de empresas prestes a falir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Máximo histórico do preço do petróleo, irá inflacionar o preço dos transportes, dos alimentos que são transportados, iremos sentir no orçamento familiar as despesas com o combustível, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portugal por exemplo, tem 3000 empresas em risco de falir, os portugueses têm no geral milhões de euros de endividamento (cerca de 9 milhões de euros), são um dos povos com maior endividamento para com o grupo Visa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro protocolo diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;O nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal&lt;/strong&gt;.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos ver a fome como o desemprego, milhares de empregados ficam na miséria, o resto do país ( milhões de empregados) temem perder os seus empregos, ficam passivos, obedientes, os patrões aproveitam-se da&amp;nbsp;situação de medo, exploram os direitos dos funcionários, começam a pagar menos dinheiro ! Com receio de ficar sem emprego, as pessoas submetem-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continua o protocolo a respeito do desemprego:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;strong&gt;Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em nossas mãos, uma crise econômica geral, lançaremos à rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa&lt;/strong&gt;.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixe-me mostrar-lhe a gravidade de tudo isto, incrivelmente precisa esta profecia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Haverá inflação, estamos atualmente passando por isto, em Portugal, Brasil, enfim todos os Países, inclusive EUA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em breve pretendem acabar com o dinheiro, papel (notas) e moedas, inclusive cartões de crédito, virá o implante digital para substituir tudo isso. (a marca da besta)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este protocolo é bem sério :&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os gentios são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil! Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência. É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado...” &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[&lt;strong&gt;Protocolo 11 - O Estado Totalitário&lt;/strong&gt;]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reflete bem o que Bush prometeu, que o povo&amp;nbsp;poderia perder algumas liberdades, porque a prioridade máxima era a guerra após o 11 de Setembro, combater os países “inimigos da paz”, tal como Powell referiu recentemente que o Hammas também é inimigo da paz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não acha muita coincidência eles utilizarem o mesmo termo : “Inimigos da paz“!?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;PROTOCOLO&amp;nbsp;I&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Temario:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O direito reside na força.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A liberdade é uma idéia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O liberalismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O ouro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A fé. A autonomia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O despotismo do capital.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O inimigo interno.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A multidão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A anarquia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A política e a moral.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O direito do mais forte.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O poder judaico-maçônico é invencível.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O fim justifica os meios.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A multidão é cega.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O alfabeto político.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As discórdias dos partidos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A forma de governo que melhor conduz ao nosso fim é a aristocracia.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As bebidas alcoólicas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O classicismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A devassidão.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O princípio e as regras do governo Judaico e franco-maçon.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O terror.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Liberdade. Igualdade. Fraternidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O princípio do governo dinástico.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;nbsp;A destruição dos privilégios da aristocracia dos cristãos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Cálculo psicológico.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Abstração da liberdade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Removibilidade dos representantes do povo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;- Abandonando toda e qualquer fraseologia, estudemos cada idéia em si mesma e esclareçamos a situação com comparações e deduções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; - Formularei, portanto, nosso sistema do nosso ponto de vista e do ponto de vista dos GOYIN (goy-in=nao jodeus).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; - É preciso ter em vista que os homens de maus instintos são mais numerosos que os de bons instintos. Por isso se obtém melhores resultados governando os homens pela violência e o terror do que com discussões acadêmicas. Cada homem aspira ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria ditador; ao mesmo tempo, poucos são os que não estão prontos a sacrificar o bem geral para conseguir o próprio bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; - Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou até agora? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; - No princípio da ordem social, submeteram-se à força bruta e cega, e mais tarde, à lei, que é essa força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a lei da natureza, que o direito reside na força (1).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- A liberdade política é uma idéia e não uma realidade. É preciso saber aplicar essa idéia, quando for necessário atrair as massas populares ao seu partido com a isca duma idéia, se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido que se acha no poder (nota: ex: Rev. Francesa). Esse problema torna-se fácil, se o adversário&amp;nbsp;recebeu esse poder da idéia de liberdade, do que se chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa idéia. E eis onde aparecerá o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas do poder serão logo tomadas, em virtude da lei da natureza, por outras mãos porque a força cega do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido&amp;nbsp;pelo liberalismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;OURO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt; - Nos dias que correm, o poder do&amp;nbsp;OURO substituiu o poder dos governos liberais. Houve tempo em que a fé governou. A liberdade é irrealizável, porque ninguém sabe usar dela dentro de justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que logo essa autonomia se transforme em licença. Então, surgem dissensões que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;8&lt;/strong&gt; - Se o Estado se esgota nas suas próprias convulsões ou se suas comoções intestinas o põem a mercê dos inimigos externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido; caiu em nosso poder. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O despotismo do capital, intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à qual, queira ou não queira, tem de se agarrar para não ir ao fundo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;9&lt;/strong&gt; - Aquele cuja alma liberal quiser considerar esses raciocínios como imorais, perguntarei: se todo Estado tem dois inimigos, e se lhe é permitido, sem a menor pecha de imoralidade, empregar contra o inimigo externo todos os meios de luta, como, por exemplo, não lhe dar a conhecer seus planos de ataque ou defesa, surpreendê-lo à noite ou com forças superiores, porque essas mesmas medidas, usadas contra um inimigo pior, que arruinaria a ordem social e a propriedade, seriam ilícitas e imorais?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;10&lt;/strong&gt; - Um espírito equilibrado poderá esperar guiar com êxito as multidões por meio de exortações sensatas e pela persuasão, quando o campo está aberto à contradição, mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que tudo compreende superficialmente? O homem quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são escravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável. Toda decisão da multidão depende duma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma resoluções absurdas; e uma espécie de anarquia arruína o governo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;11&lt;/strong&gt; - A política nada tem de comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político, e, portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve re-correr à astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza e honestidade - são vícios na política, porque derrubam mais os reis dos tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos goyim&amp;nbsp;e não nos devemos deixar absolutamente guiar por elas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O DIREITO E A FORÇA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;12&lt;/strong&gt; - Nosso fim é possuir a força. A palavra “direito” é uma idéia abstrata que nada justifica. Essa palavra significa simplesmente isto: “Dai-me o que eu quero, a fim de que eu possa provar que sou mais forte do que vós”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;13&lt;/strong&gt; - Onde começa o direito, onde acaba?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;14&lt;/strong&gt; - Num Estado em que o poder está mal organizado, em que as leis e o governo se tornam impessoais por causa dos inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio um novo direito, o de me lançar, de acordo com a lei do mais forte, contra todas as regras e ordens estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão nas leis, remodelando as instituições e tornando-me senhor daqueles que abandonaram os direitos que lhes dava a sua força, renunciando a eles voluntariamente, liberalmente...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;*(NOTA: A TAO FAMOSA FRASE "REFORMAS DO ESTADO... FAZER AS REFORMAS...)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;15&lt;/strong&gt; - Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes, o nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro, porque será invisivel até o momento em que estiver tão enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;16&lt;/strong&gt; - Do mal passageiro que ora somos obrigados a fazer nascerá o bem dum governo inabalável, que restabelecerá a marcha regular do mecanismo das existências nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado justifica os meios. Prestamos atenção aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral do que quanto ao útil e ao necessário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;17&lt;/strong&gt; - Temos diante de nós um plano, no qual está exposto estrategicamente a linha de que não nos podemos afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho de muitos séculos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;18&lt;/strong&gt; - Para achar os meios que levam a esse fim, é preciso ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstância da multidão, sua incapacidade em compreender e discernir as condições de sua própria vida e de sua prosperidade. É necessário compreender que a força da multidão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda (2). Um cego não pode guiar outro cego sem levá-lo ao precipício ; do mesmo modo, os membros da multidão, saídos do povo,- embora dotados de espírito genial, por nada entenderem de política não podem pretender guiá-la sem perder a nação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;19&lt;/strong&gt; - Somente um indivíduo preparado desde a meninice para a autocracia é capaz de conhecer a linguagem e a realidade políticas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;20&lt;/strong&gt; - Um povo entregue a si próprio, isto é, aos ambiciosos do seu meio, arruina-se na discórdia dos partidos, excitado pela sede do poder, e nas desordens resultantes dessa discórdia. É possível às massas populares raciocinar tranqüilamente, sem rivalidades intestinas, dirigir os negócios de um país que não podem ser confundidos com os interesses pessoais? Poderão defender-se dos inimigos externos? É impossível. Um plano, dividido por tantas cabeças quantas há na multidão, perde sua unidade, tornando-se ininteligível e irrealizável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SOMOS DESPOTAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;21&lt;/strong&gt; - Somente um autocrata pode elaborar planos vastos e claros, pondo cada coisa em seu lugar no mecanismo da estrutura governamental. Concluamos, pois, que um governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se propõe, deve ser entregue às mãos dum só indivíduo responsável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem o despotismo absoluto, a civilização não pode existir ; ela não é obra das massas, mas de seu guia, seja qual for (3). A multidão é um bárbaro que mostra a sua&amp;nbsp; barbárie em todas as ocasiões. Logo que a multidão se apodera da liberdade, transforma-a em anarquia, que é o mais alto grau de barbárie.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;22&lt;/strong&gt; - Vede esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber sem limites foi dados ao mesmo tempo em que a liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto... Os povos cristãos estão sendo embrutecidos pelas bebidas alcoólicas; sua juventude está embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão precoce a que a impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares onde os&amp;nbsp;goyins se divertem.(4) No número das últimas, incluo também as mulheres de boa vontade a devassidão e o luxo das perdidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;23&lt;/strong&gt; - Nossa palavra de ordem é: Força e Hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política, sobretudo se estiver escondida nos talentos necessários aos homens de Estado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A violência deve ser um princípio; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força. Esse mal é o único meio de chegar ao fim, o bem. Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;24&lt;/strong&gt; - Nessa conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra pelas condenações à morte, menos visíveis e mais proveitosas para conservar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o terror (5) que obriga os povos a obedecerem cegamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma severidade justa, mas inflexível, é o maior fator da força dum Estado; não é somente nossa vantagem, porém nosso dever, para obter a vitória, seguir esse programa de violência e hipocrisia. Semelhante doutrina, baseada no cálculo, é tão eficaz quanto os meios que emprega.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Não só por esses meios, mas também por essa doutrina de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos&amp;nbsp;os governos ao nosso supremo governo(6). Bastará que se saiba que somos inflexíveis para que cesse toda insubordinação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;ACABAREMOS COM A LIBERDADE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;25&lt;/strong&gt; - Fomos nós os primeiros que, já na Antigüidade(7), lançamos ao povo as palavras “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”(8), palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios inconscientes que, atraídos de toda a parte por essa isca, dela somente tem usado para destruir a prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora tão bem garantida dos constrangimentos da multidão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homens que se julgavam inteligentes não souberam desvendar o sentido oculto dessas palavras, não viram que se contradizem, não repararam que não há igualdade na natureza(9), que nela não pode haver liberdade, que a própria natureza estabeleceu a desigualdade dos espíritos, dos caracteres e das inteligências, tão fortemente&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;submetidos às suas leis ; esses homens não sentiram que a multidão é uma força cega ; &lt;strong&gt;que os ambiciosos que elege são tão cegos em política quanto ela&lt;/strong&gt;; que o iniciado, por mais tolo que seja, pode governar, enquanto que a multidão dos não-iniciados, embora cheia de gênio, nada entende da política.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas essas considerações não abrolharam no espírito dos goyins; entretanto, &lt;strong&gt;é nisso que repousa o princípio dinástico dos governos; o pai transmite ao filho os segredos da política, desconhecidos fora dos membros da família reinante, a fim de que ninguém os possa trair.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais tarde, o sentido da transmissão hereditária dos verdadeiros princípios da política perdeu-se.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;26&lt;/strong&gt; - O êxito de nossa obra aumentou. Todavia, no mundo, as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade puseram em nossas fileiras, por intermédio de nossos agentes cegos, legiões inteiras de homens que arvoraram com entusiasmo nossos estandartes. Contudo, tais palavras eram os vermes que roíam a prosperidade dos não-judeus, destruindo por toda a parte a paz, a tranqüilidade, a solidariedade, minando todos os alicerces de seus Estados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vereis pelo que se segue como isso serviu ao nosso triunfo; isso nos deu, entre outras cousas, a possibilidade de obter o triunfo mais importante, isto é, a&lt;strong&gt; abolição dos privilégios, a própria essência da aristocracia dos nao-judeos, o único meio de defesa que tinham contra nós os povos e as nações. (10)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Sobre as ruínas da aristocracia natural e hereditária, elevamos nossa aristocracia da inteligência e das finanças. Tomamos por critério dessa nova aristocracia a riqueza, que depende de nós, e a ciência, que é dirigida&amp;nbsp;por nossos sábios.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;27&lt;/strong&gt; - Nosso triunfo foi ainda facilitado pelo fato de, nas nossas relações com os homens de quem precisamos, sabermos tocar as cordas mais sensíveis da alma humana: o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a vontade dos homens à disposição de quem compra sua atividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;28&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidade de persuadir ás multidões que um governo não passa de gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;mudá-lo como se muda de camisa.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;29 - A removibilidade dos representantes do povo coloca-os à nossa disposição; eles dependem de nossa escolha.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;---- Notas e comentários&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (1) é o conceito judaico do direito naturalista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;de Espinoza. A conferir com a famosa declaração,&amp;nbsp;em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;discurso, de Stalin: “Nós, os comunistas, não reconhecemos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;nenhuma lei moral que de qualquer modo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;prejudique a liberdade de ação do plano central da revolução”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Esta declaração dos “Protocolos”, de que o direito&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;reside na força, está de acordo com o Talmud, que, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;segundo as palavras do Prof. Cohen, em abril de 1833, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;citadas às páginas 62 e 63 do “Lichststrahlen am den &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Talmud”, (“raios de luz do Talmud”),de Dinter, “deve ser &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;considerado, ainda hoje, como a única fonte da moral &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;judaica” e como “a fonte judaica das leis judaicas”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;O escritor judeu Kadmi Cohen, com efeito, no seu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;livro “Nômades”, págs. 52-53, diz que “ o direito talmúdico &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;nega o fato e exalta a vontade”. Cita o próprio texto &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;talmúdico que completa o conceito de residir o direito &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;na força: Ein davar havened Bifnei haraçon, o que quer &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;dizer: Nada pode resistir à vontade. Em contraposição, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;o direito romano-cristão se baseia em três preceitos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;morais: Honeste vivere, viver ho-nestamente; neminem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;laedere, não lesar a ninguém; e suum cuique tribuere, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;dar o seu ao seu dono. A diferença é substancial e evidente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp; (2)Cf. René Guénon, “La crise du monde moderne”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;edição Bossard, Paris, 1927, pág. 185 : “A massa, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;sem dúvida, foi sempre conduzida deste ou daquele &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;modo, podendo-se concluir, porque ela não passa dum &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;elemento passivo, que é uma matéria no sentido aristotélico”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (3)Cf. E. Eberlin, escritor judeu, no “Les Juifs &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;d’Aujourd’hui”, edição Rider, Paris, 1927, pág. 41: “A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;alta burguesia judaica pretende impor seus pontos de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;vista, aonde possa, à massa popular”. (Eles mesmo admitindo...).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (4) O tráfico das brancas e dos entorpecentes (já &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;na época), a prostituição em larga escala, devidamente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;industrializada (já na época), é obra reconhecidamente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;judaica. Há uma sociedade internacional denominada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;“Zwig Migdal”, que explora esse rendoso negócio e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;contra a qual têm sido impotentes as polícias dos Estados &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Modernos, corrompidos ou judaizados e liberais. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Ver a documentação reveladora em Julio Alsogaray, “La &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;prostitutión en Argentine”, ed Denoel et Steele, Paris.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (5) O papa Bento XV compreendeu isso admiravelmente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;e preveniu a cristandade em sua epístola &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Motu Proprio: “Eis que amadurece a idéia e que a todos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;os piores fatores de desordem ardentemente se devotam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;e da qual esperam a realização, o advento duma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;República Universal, baseada nos princípios da igualdade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;absoluta dos homens e na comunhão dos bens, da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;qual seja banida qualquer distinção de nacionalidades &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;e que não reconheça nem a autoridade do pai sobre &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;os filhos, nem a do poder público sobre os cidadãos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;nem a de Deus sobre a sociedade humana. Postas em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;prática, tais teorias devem desencadear um regime de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;inaudito terror”....&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (6) A República Universal, sem autoridade, isto é, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;com a violência no lugar da autoridade, a que aludiu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Bento XV.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (7)Cf. Kadmi-Cohen,”Nômades”, pág. 72: “Assim, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;nos corações semitas, para falar como Ibn Kaldun, floresciam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;como realidades vivas a Liberdade e a Igualdade, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;esses dois princípios gêmeos que, depois não passaram &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;de letras maiúsculas inscritas nos preâmbulos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;das constituições e na fachada dos edifícios públicos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (8) Cf. Bernard Lazare, “L’Antisemitisme”, vol II, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;págs 175-176: “...os judeus acreditaram, não somente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;que a justiça, a liberdade e a igualdade podiam ser &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;soberanas do mundo, mas se julgaram com a missão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;especial de trabalhar para esse reino. Todos os desejos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;todas as esperanças que estas três idéias faziam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;nascer acabaram por se cristalizar em torno duma idéia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;central: a dos tempos messiânicos.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (9) Ver René Guénon, “Orient et Ocident”, pág. 64: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;“O preconceito quimérico da igualdade vai de encontro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;aos fatos mais bem estabelecidos na ordem intelectual &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;como na ordem física: é a negação de toda a hierarquia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;natural e o rebaixamento de todo o reconhecimento ao &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;entendimento limitado do vulgo”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (10) Um autor judeu reconhece isso, Jack London, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;quando escreve à página 206 do “Le Peuple de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;L’Abime”: “Os grandes senhores feudais de antanho, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;gigantes louros da história, marchavam à frente nas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando duramente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimigos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;ao meio. Havia mais nobreza em manejar a espada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;de gume de aço do que em enriquecer, como hoje, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;comodamente sem risco, à custa do embrutecimento &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;humano e da exploração feroz dos parias da vida”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;PROTOCOLO II&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Temario:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As guerras economicas sao a base da supermacia judaica.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-&amp;nbsp;O governo&amp;nbsp;visível e os Conselhos Secretos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O êxito das doutrinas destruidoras. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A assimilação na &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;política. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O papel da imprensa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O preço do ouro e o valor &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;das vítimas judaicas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; - PRECISAMOS que as guerras não dêem, tanto quanto possível, vantagens territoriais(1). Transportada, assim, a guerra para o terreno econômico, as nações verão a força de nossa supremacia (2), e tal situação porá ambas as partes à disposição de nossos agentes internacionais, que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira pode deter. Então, &lt;strong&gt;nossos direitos internacionais apagarão os direitos nacionais&lt;/strong&gt;, no sentido próprio da expressão, &lt;strong&gt;governando os povos, do mesmo modo que o direito civil dos Estados regula as relações entre seus súditos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Os governantes, escolhidos pelos goyim, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Assim, facilmente se tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educados desde a infância para administrar os negócios do mundo inteiro&lt;/strong&gt; (3). Sabeis que nossos especialistas reuniram as informações necessárias para administrar segundo nossos planos, tirando as das experiências da história e do estudo de todos os acontecimentos notáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os goyins (4) não se guiam pela prática de observações imparciais tiradas da história, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer resultado real. Por isso, não devemos contar com eles ; que se divirtam ainda durante algum tempo, vivendo de esperanças ou de novas diversões, ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram. Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes inculcamos - meras teorias. &lt;strong&gt;&lt;u&gt;É com esse fim que constantemente aumentamos por intermédio de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;A classe intelectual dos&amp;nbsp;goyins ficará cheia de orgulho com esses conhecimentos, e sem os examinar logicamente, porá em ação todos os dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes para guiar seu espírito pelo rumo que precisamos.&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;EDUCAÇAO DESTRUCTIVA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; - Não julgueis nossas afirmações sem base ; reparai no êxito que soubemos criar para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo menos para nós, a importancia desintegradora dessas&amp;nbsp;directrizes nas mentes dos goyins&amp;nbsp;(5).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; - Temos necessidade de contar com as idéias, os caracteres, as tendências modernas dos povos para não cometermos erros na política e na administração dos negócios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nosso sistema, cujas partes podem ser expostas diferentemente segundo os povos que encontremos em nosso caminho, somente pode dar resultado se sua aplicação for baseada nos resultados do passado confrontados com o presente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Os Estados modernos possuem uma grande força criadora : a imprensa. O papel da imprensa consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo seu órgão.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu em nossas mãos(6). Por ela, obtivemos influência, ficando ocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou conseguí-lo..&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;&lt;u&gt;Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de goyins&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Notas e comentários&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (1) Discurso do maçon Corneau, grau 33, presidente do Conselho da Ordem do Grande Oriente na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;França, na sessão de 28 de junho de 1917, do Congresso m&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;açônico em Paris : “A guerra se transformou em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;formidável luta das democracias organizadas contra as &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;potências militares e despóticas.” No mesmo discurso, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;afirmou que a guerra não passava de simples etapa da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Revolução Social. A confissão de que a guerra é desencadeada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;pelas forças ocultas mediante um plano de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;ação desconhecido se encontra no mesmo Congresso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Maçônico, no discurso do maçon Lebey, Secretário da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Ordem: “De Waterloo a Sedan, de Sedan ao Marne, de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Lafayette a Washington e de Washington ao Presidente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Wilson e ao Marechal Joffre, uma lógica obscura parece &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;levar o mundo a um fim ignorado. “ (note de quem parte &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;tais declarações). V. Valéry-Radot , “Les temps de la &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;colère” , e Leon de Poncins, “La dictadure des puissances &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;occultes”, edição Beauchesne, Paris , 1934, págs &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;196-197.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (2) Essa supremacia está confirmada pelo judeu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Bernard Lazare, no seu livro “L’Antisemitisme”, vol. II, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;pág. 253, com estas palavras : “&lt;strong&gt;Constituídos num corpo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;solidário, os judeus abrem facilmente caminho na sociedade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;actual, relaxada e desunida. Se os milhões de nao-judeos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;que os rodeiam praticassem o apoio mútuo em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;lugar da luta egoísta, a influência do judeu seria logo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;esmagada; mas não o praticam e o judeu deve, senão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;dominar, como dizem os anti-semitas, ter o máximo das &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;vantagens sociais e exercer essa espécie de supremacia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;contra a qual o anti-semitismo protesta, sem a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;poder abolir, porque ela depende não só da classe burguesa &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;judaica, mas da classe burguesa goyim.&lt;/strong&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (3)H.de Balzac, “Les illusions perdues”, tomo III: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;“Há duas histórias, a oficial, mentirosa, e a secreta, em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;É por essa razão que René Guénon diz o seguinte à pág &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;25 de “Orient et Occident”: “&lt;strong&gt;A verdadeira história pode &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;ser perigosa para certos interesses políticos”.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (4) Empregamos a palavra&amp;nbsp;nao-judeo&amp;nbsp;e&amp;nbsp;goyin &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;as vezes que encontramos no texto dos protocolos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;os termos judaicos “goy” e “ goiym”. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Segundo o erudito Saint-Yves d’Alveydre, no &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;“L’Archéometre”, assim os hebreus designam “O povo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;inorgânico privado de organização direta em proveito &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;dum Estado político que lhe imponham letrados parasitários”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Esse significado quadra admiravelmente bem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;com o pensamento dos “Protocolos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (5) René Guénon observou e estudou admiravelmente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;esta questão da ciência que nos é imposta de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;acordo com os “Protocolos”. Consultar “Orient et Occident”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;pág.20 :”Negando ou ignorando todo conhecimento &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;puro ou supra-racional, a ciência abriu caminho &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;que devia levar lógicamente, dum lado, ao positivismo e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;ao agnosticismo, que produzem a mais estreita limitação &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;da inteligência e seu objeto: do outro, a todas as teorias &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;sentimentalistas e voluntariosas que se esforçam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;em criar no infra-racional o que a razão não lhes pode &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;dar.” Idem, pág.65: &lt;strong&gt;“A meia ciência assim adquirida, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;(pela vulgarização), é mais nefasta do que a ignorância &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;pura e simples, pois mais vale nada saber do que estar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;com o espírito abarrotado de idéias falsas...”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (6) &lt;strong&gt;O domínio do judaísmo na imprensa, nas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;agências de informação, de publicidade e distribuição &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;de livros e jornais é notória&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;PROTOCOLO III&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Temario:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A serpente simbólica e sua significação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Instabilidade &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;do equilíbrio constitucional. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O terror nos palácios.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O poder e a ambição. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As máquinas de falar dos parlamentos, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;os panfletos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Os abusos do poder .&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A escravidão &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;econômica. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- “A verdade do povo”. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Os açambarcadores e &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;a aristocracia. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O exército dos franco-maçons judeus. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;degenerescência dos goyins. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A fome e o direito do capital.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A vinda e a coroação do “Senhor Universal”. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O objeto &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;fundamental do programa das futuras escolas populares &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;dos franco-maçons. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O segredo da ciência da ordem so&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;cial. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Crise econômica geral. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Segurança dos “nossos”. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;despotismo dos franco-maçons é o reinado da razão. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Perda &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;dum guia. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A franco-maçonaria e a “grande” revolução &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;francesa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O rei déspota é do sangue de Sião. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Causas da &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;invulnerabilidade da franco-maçonaria. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Liberdade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1- POSSO hoje anunciar-vos que estamos perto do fim. Ainda nos falta percorrer um pouco de caminho e o círculo da Serpente Simbólica, representaçao do nosso povo, fechar-se-á.&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;u&gt;Quando esse círculo se encerrar, os Estados de Europa ficarao prisioneiros como com um apertado parafuso.&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;dentro dele, fortemente emoldurados. &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2 - O equilíbrio &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;constitucional será em breve destruído, porque o hemos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se para um &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;lado e outro até se gastar completamente (1).&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os goyins julgavam ter construído bem solidamente esse equilíbrio e esperavam que os pratos da balança continuassem equilibrados no mesmo nível. Mas, infelizmente para eles,&amp;nbsp;os governantes&amp;nbsp;reinantes são rodeadas por seus representantes, que fazem tolices e se deixam levar pelo seu poder sem controle e sem responsabilidade. Devem esse poder ao terror que reina nos palácios. Os governantes, não tendo mais contacto com seu povo, nada podem concertar com ele, fortalecendo-se contra os indivíduos que aspiram ao poder. A força clarividente das pessoas reinantes e a força cega do povo, divididas por nós, perderam sua importância; separadas, são tão cegas como um cego sem o seu bordão(2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;&lt;u&gt;Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência...&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco tempo, as desordens e &lt;em&gt;bancarrotas&lt;/em&gt; surgirão por toda a parte (3&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4 - Os falastrões inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as reuniões administrativas em prélios oratórios. Jornalistas audaciosos e panfletários cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será destruído pela multidão enlouquecida.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;A NOSSA ARMA: A POBREZA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Os povos estão mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão e da escravidão. É possível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da miséria&lt;/strong&gt;. Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas ; não são reais. Todos esses pretensos “”direitos do povo” somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que vale para o proletário curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado aos falastrões de falar, &lt;strong&gt;ou o direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie de absurdos misturados com cousas sérias das que nao entende nada&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;desde que o proletariado não tira das constituições outras vantagens senão as miseráveis migalhas que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes? Para o pobre diabo, os direitos republicanos são uma ironia amarga: a necessidade dum trabalho quase cotidiano não lhe permite gozá-los ; em compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o na dependência das greves, dos patrões e dos camaradas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;APOIEMOS O CUMUNISMO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;6 - Sob a nossa direção, o povo destruiu a aristocracia, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;que era sua protetora e sua ama de leite natural, porque &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;seu interesse era inseparável do interesse do povo. Agora &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o jugo dos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o oprimem &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;de modo impiedoso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt; - &lt;u&gt;Nós aparecemos ao operário como os libertadores desse jugo, quando lhe propusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas (4) , anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedade entre os membros de nossa franco-maçonaria social. A aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que os&amp;nbsp;goyins degenerem. Nosso poder reside na fome crônica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal.&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;8&lt;/strong&gt; - Pela miséria e o ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos servimos de suas mãos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;9&lt;/strong&gt; - Quando chegar a hora de ser coroado nosso soberano universal, essas mesmas mãos varrerão todos os obstáculos que se lhe anteponham.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;10&lt;/strong&gt; - Os&amp;nbsp;nao judeos&amp;nbsp;perderam o hábito de pensar fora de nossos conselhos científicos. Por isso, não enxergam a necessidade urgente de fazer o que nós faremos, quando chegar o nosso reinado, isto é, ensinar nas escolas primárias a primeira de todas as ciências, a única verdadeira das ciências da ordem social, da vida humana, da existência&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;social, que exige a divisão do trabalho, e por conseguinte, a divisão dos homens em classes e condições (5).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É preciso que cada um saiba que não pode existir igualdade em virtude das diversas atividades a que cada qual é destinado ; que todos não podem ser igualmente responsáveis perante a lei ; que, por exemplo, a responsabilidade não é a mesma naquele que, pelos seus atos, compromete toda uma classe, e naquele que somente atinge a sua honra. A verdadeira ciência da ordem social, em cujo segredo não admitimos os goyins, mostraria a todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser diferentes, para que não haja uma fonte de tormentos em conseqüência da falta de correspondência entre a educação e o trabalho. Estudando essa ciência, os povos obedecerão de boa vontade aos poderes e à ordem social estabelecida por eles no Estado. Ao contrário, no estado actual da ciência, tal qual a fizemos, o povo, acreditando cegamente na palavra impressa, em conseqüência dos erros insinuados à sua ignorância, é inimigo de todas as condições que julga acima dele, porque não compreende a importância de cada condição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;OS JUDEOS ESTARAO A SALVO&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;11&lt;/strong&gt; - Esse odio&amp;nbsp;aumentará ainda em virtude da crise econômica que acabará por parar as operações da Bolsa e a marcha da indústria.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se&amp;nbsp;encontra totalmente em nosso poder, uma crise econômica geral, lançaremos à &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa&lt;/strong&gt;. (6)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas multidões por-se-ão com voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que invejam desde a infância na simplicidade de sua ignorância e cujos bens poderão então saquear (7)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;12&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Elas não tocarão nos nossos, porque conheceremos de antemão o momento do ataque e tomaremos medidas acauteladoras.&lt;/strong&gt; (8)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;13&lt;/strong&gt; - Afirmamos que o progresso submeteria todos os goyins&amp;nbsp;ao reinado da razão. Será esse o nosso despotismo, que saberá acalmar todas as agitações com justas&amp;nbsp; severidades, extirpando o liberalismo de todas as instituições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;14&lt;/strong&gt; - Quando o povo vir que lhe fazemos tantas concessões e complacências em nome da liberdade, julga que&amp;nbsp;é amo e senhor, e se lança-se sobre o poder ; porém, naturalmente,&amp;nbsp;vai de encontro, como um cego, a muitos obstáculos ; pôe-se a procurar um guia, não tem a idéia de voltar ao antigo e depôs todos os poderes aos nossos pés. Lembrai-vos da revolução francesa, a que demos o nome de “grande” ; os segredos de sua preparação nos são bem conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de nossas mãos (9).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;15&lt;/strong&gt; - Desde então, levamos o povo de decepção em decepção, a fim de que renuncie mesmo a nós, &lt;strong&gt;em proveito do rei-déspota do sangue de Sião, que preparamos para o mundo (10).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;16&lt;/strong&gt; - Atualmente somos invulneráveis como força internacional, porque quando nos atacam em um Estado, somos defendidos nos outros. A infinita covardia dos povos goyins, que rastejam diante da força, que são impiedosos para a fraqueza e para os erros, porém indulgentes para os crimes, que não querem suportar as contradições da liberdade, que são pacientes até o martírio diante da violência dum despotismo ousado, tudo isso favorece nossa independência. Sofrem e suportam dos primeiros ministros de hoje abusos pelo menor dos quais teriam decapitado vinte reis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;17&lt;/strong&gt; - Como explicar tal fenômeno e tal incoerência das massas populares em face dos acontecimentos que parecem da mesma natureza ?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;18 &lt;/strong&gt;- Esse fenômeno se explica pelo fato de fazerem esses ditadores - primeiros ministros - dizerem baixinho ao povo que, se causam mal aos Estados, isto é com o fito de realizar a felicidade dos povos, sua fraternidade internacional, a solidariedade, os direitos iguais para todos. Naturalmente, não se lhe diz que essa unidade será feita sob a nossa autoridade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;19&lt;/strong&gt; - E eis como o povo condena os justos e absolve os culpados, persuadindo-se cada vez mais que pode fazer o que lhe der na veneta. Nessas condições, o povo destrói toda estabilidade e cria desordens a cada passo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;20&lt;/strong&gt; - A palavra “liberdade” põe as sociedades humanas em luta contra toda força, contra todo poder, mesmo o de Deus e o da natureza.&amp;nbsp;Eis porque, no nosso domínio, excluiremos essa palavra do vocabulário humano por ser o princípio da brutalidade que transmuda as multidões em animais ferozes. É verdade que essas feras adormecem logo que se embriagam com sangue, sendo, então, fácil encadeá-las. Mas se não lhes der sangue, não adormecem e lutam (11).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Notas e comentários&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(1) &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esse equilíbrio é a famosa Harmonia dos poderes, &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;tão ao agrado dos constitucionalistas modernos.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O poder, que é um só, foi dividido em três, e às vezes, em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;quatro: judiciário,legislativo, executivo e moderador. Na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;luta pela imposição da ordem, ou dos interesses, fatal &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e naturalmente um deles se hipertrofia e se sobreleva &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;os outros. Daí a situação falsa que se cria nos Estados, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;não correspondendo a realidade governamental nunca &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ao que teoricamente a constituição preceitua.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(2) Eberlin, escritor judeu, “Les Juifs”, pág.191 : &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“&lt;strong&gt;Os judeus estão em toda a parte. Não passam de 1% &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da população terrestre, e todavia, são os iniciados e os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;primeiros adeptos de qualquer obra política, econômica &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;e social&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(3) É preciso não esquecer - declara o imparcialíssimo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;G. Batault em “Le problème Juif”, págs. 55-56, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“&lt;strong&gt;que a história da civilização há dois mil anos é dominada &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;por uma luta sem tréguas, com diversas alternativas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e reveses, entre o espírito judaico e o espírito &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;greco-romano&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(4) E. de Leveleye, “Le socialisme contemporain”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Paris, 1902, pág. 49, nota: “Os israelitas foram quase &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;por toda a parte os iniciadores ou os propagadores do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;socialismo”. A mesma opinião se encontra em&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Michels, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“Les partis politiques”, Paris, 1914, pág. 180: “O movimento &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;socialista contemporâneo, apesar de seu rótulo, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de suas pretensões científicas e de sua fraseologia tomada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de empréstimo aos costumes e ao gosto do tempo, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;deve ser considerado, do ponto de vista ideológico, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;como uma espécie de movimento messiânico, porque &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;está todo imbuído de concepções judaicas, todo penetrado &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de espírito israelita e nele os judeus exercem tão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;grande papel que se pode dizer preponderante.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(5) Porque os movimentos nacionalistas e corporativistas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ensinam isso, os judeus e seus sócios de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;empreitada, judaizantes, judaizados e altos maçons os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;odeiam de morte&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(6) A realização dessa profecia documenta a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;veracidade dos “Protocolos”. Com efeito, segundo os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;cálculos fidedignos de F. Fried em “La fin du capitalisme”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;havia, no mundo em 1931, vinte e dois milhões de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;desempregados!!!(**lembrando a população mundial da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;época, nos países industrializados**) O resultado foram &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;as chamadas “marchas da fome” por toda a parte...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(7) Confira-se o que se passou na Itália, antes de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Mussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;na França, na Áustria, na Espanha, nos Estados Unidos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Compare-se com as várias marchas da fome em diversos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;países. Será possível negar a evidência do plano &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;revelado dezenas de anos antes?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(** o mesmo vale para os dias atuais. Confira a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;realização exata do plano nos dias atuais, um século &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;depois. Como poderiam 2 obscuros agentes da polícia secreta &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Czarista prever com precisão absoluta um século?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Como os judeus podem negar o livro se eles cumprem &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;exatamente todas as ações descritas nele??? E sempre &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;mantendo a mesma direção??&amp;nbsp;Como negar um FLAGRANTE?**)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(8) Confira-se com as medidas acauteladoras dos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;bens dos Rothschild durante os incêndios e saques da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Comuna de Paris, em 1871, segundo Salluste, “Les Origines &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Secrètes du Bolchevisme”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;As obras de arte que estavam nos escritorios dos judeus banqueiras de WTC foram retiradas antes del 11/S, e vendidas discratamente no boca a boca por gerentes de contas espaciais a clientes pouco exigentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(9) A pág. 102 da notável obra “Les temps de la &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;colère”, Valéry-Radot chama as revoluções liberais da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Europa, sem exceção, “revoluções judaicas”. Tem toda &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a razão. Senão vejamos: Na “Iudische Rundschau”, revista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judaica, nº4, de 1920, o líder judeu Dr. Caim Weissmann &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;afirma categoricamente: “&lt;strong&gt;Nossa força construtiva &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;se transformará em força destrutiva e poremos o mundo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;inteiro em estado de fermentação&lt;/strong&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;É preciso dizer mais alguma coisa? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Não há mais clara confirmação dos “Protocolos” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;pela pena de um próprio judeu! O judeu Marcus Elias &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ravage, num artigo do nº de janeiro de 1928 do “Century &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Magazine” assegura: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tomai as três principais revoluções &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;dos tempos modernos, a revolução francesa, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a norte americana e a russa. Serão outra coisa senão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o triunfo da idéia judaica de justiça social, política e &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;econômica?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Outra vez uma declaração sem comentários. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;livro “L’Antisémitisme”, vol. I, pág. 247: “&lt;strong&gt;A Assembléia &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;constituinte obedeceu ao espírito que a guiava desde &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;suas origens, quando a 27 de setembro de 1791, declarou &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;que os judeus gozariam em França dos direitos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;de cidadãos&lt;/strong&gt;...” No vol. II, pág.7-8, “Esse decreto estava &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;preparado de longa data, preparado pelo trabalho da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;comissão nomeada, pelos escritos de Lessing e Dohm, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;pelos de Mirabeau e Gregoire. Era o resultado lógico dos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;esboços tentados desde alguns anos pelos judeus e os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;filósofos. Mendelsohn, (o judeu Ben Moisés), na Alemanha, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;fora seu promotor, e mais adiante, defensor. E foi &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;em Berlim, nos salões de Henriqueta de Lemos (judia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de origem portuguesa), que Mirabeau se inspirou no &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;convívio de Dohm”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;No mesmo volume, pág. 9: “A judiaria se reunia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;em Berlim com a mocidade revolucionária alemã nos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;salões de H. de Lemos e de Raquel de Varnhagen (outra &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judia)”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;À pág. 48, Bernard Lazare completa suas magníficas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;revelações: “&lt;strong&gt;Antes de tudo, a Revolução Francesa &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;foi uma revolução econômica. Se pode ser considerada &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o termo duma luta de classes, deve-se também &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ver nela o resultado duma luta entre duas formas de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;capital, o capital imobiliário e o capítal-móvel, o capital &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;real e o capital industrial e agiota. Com a supremacia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da nobreza desapareceu a supremacia do capital rural, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e a supremacia da burguesia permitiu a supremacia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do capital industrial e agiota. A emancipação do judeu &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;está ligada à história da preponderância desse capital &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;industrial."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O caráter internacional e judaico da Revolução &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Francesa não escapou, há mais de um século, à observação &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do cavalheiro de Malet, na sua obra “Recherches &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;historiques et politiques qui prouvent l’existence d’une &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;secte révolutionnaire, son antique origine, son organisation, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ses moyens, ainsi que son but; et devoilent entierèment &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;l’unique cause de la Révolution Française “,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Paris, edição Gide Fils, 1817. Eis o que ele diz: “&lt;strong&gt;Existe &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;uma nação especial que nasceu e cresceu nas trevas, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;no meio de todas as nações civilizadas, com o fim de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;submetê-las todas ao seu domínio&lt;/strong&gt;”. (escrito em 1817!)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O imparcialíssimo Batault escreve à página 148 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de seu livro já citado: “&lt;strong&gt;Depois, veio a Revolução Francesa, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;que trouxe aos judeus sua emancipação na França e &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;a preparou ao estrangeiro&lt;/strong&gt;.” Daí as revoluções judaicas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de Valéry-Radot, confirmadas em Graetz, em “Histoire &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;des Juifs”, vide págs. 418-421: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A revolução de 1848 &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;trouxe novas melhoras à situacão dos judeus, tendo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;seu reflexo em Viena e Berlim, provocando a completa &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;emancipação dos judeus da Áustria e Alemanha; alguns &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;mesmo foram eleitos deputados. Essa revolução teve &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;consequências favoráveis para eles até na Rússia e nos &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estados do Papa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(10) “La litterature des pauvres dans la Bible “, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do escritor judeu Isidoro Loeb, Paris, 1882, pág. 218:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão como o &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;centro da humanidade, em torno do qual se reunirão os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;gentios, depois de sua conversão a Deus. A unidade da &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;humanidade se fará pela unidade religiosa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(100% de acordo com os protocolos.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(11) Para isso, os judeus atiçadores de revoluções &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;não tem poupado o sangue dos gentios. Vide as &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;estatísticas das vítimas do terror na França, da Tcheka &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(**futura KGB**) na Rússia, de Bela-Kun na Hungria, das &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Astúrias, etc... Lede esta declaração do judeu bolchevista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Lunatcharsky: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nós amamos o ódio! devemos pregar &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;o ódio. Só por ele poderemos conquistar o mundo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;PROTOCOLO&amp;nbsp;IV&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Temario:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As diversas fases duma república. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A franco-maçonaria externa. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A liberdade e a fé. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A concorrência internacional do comércio e da indústria. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O papel da especulação.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O culto do ouro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;TODA república passa por diversas fases.(1) A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos serviços.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de ação dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; - A própria liberdade poderia ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repousasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade humana, fora da idéia de igualdade contrariada pelas próprias leis da criação, que estabelecem a subordinação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a direção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais (2).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; - Para que os espíritos dos&amp;nbsp;gentios não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;completamente a sociedade dos goyins, &lt;strong&gt;é preciso fazer da especulação(3) a base da indústria. Desta forma, nenhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas nossas maos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; - A luta ardente pela supremacia, os choques da vida econômica criarão e já criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração. &lt;strong&gt;Essas sociedades terão uma profunda &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;repugnância pela política superior e pela religião. Seu único guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as classes baixas dos goyins nos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente&amp;nbsp;deles no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente por ódio dos privilegiados.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Notas e comentários&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(1) Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs. 152,153: “&lt;strong&gt;De &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;modo geral, por toda a parte, os judeus são republicanos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A república, que tende ao nivelamento, foi sempre &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;uma de suas mais caras aspirações&lt;/strong&gt;.” - “&lt;strong&gt;Seu ódio de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amor &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;das instituições republicanas, sua repulsa por toda injustiça &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;acham sua explicação no unitarismo, ideal de &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;sua raça&lt;/strong&gt;.” &lt;strong&gt;Ótimo! República para os outros se esfacelarem; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;autocracia para o seu domínio...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(2)Por isso, declara E. Fleg. na “Antologie Juive”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;pág. 261: “&lt;strong&gt;O judaísmo orienta-se unicamente para o &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;futuro terrestre&lt;/strong&gt;.” Por isso, numa conferência sob o patrocínio &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da loja La Parfaite Union , de Mulhouse (França) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a 26 de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“&lt;strong&gt;Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;a Igreja&lt;/strong&gt;”. Por isso o judaísmo e a Igreja, segundo Kadmi- &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Cohen, em “Nômades”, pág. 181: “&lt;strong&gt;São dois contrários, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;duas antinomias, dois blocos que se defrontam&lt;/strong&gt;”. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Por isso o “Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;France” declara: “&lt;strong&gt;Aniquilar o catolicismo contra o qual &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;todos os meios são bons&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, “Nômades”, págs.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;88-89 “&lt;strong&gt;Tudo no semita é especulação, de idéias ou de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;não canta ele à glorificação do interesse terrestre&lt;/strong&gt;!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Batault diz em “Le problème juif”, pág.39: “&lt;strong&gt;Na &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisíveis, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;tudo se trama no silêncio e na noite. Cúmplices e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;solidários, os autores são secretos e discretos. O instrumento &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;são as operações anônimas da bolsa; compra e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;venda, venda e compra. Sob ações invisíveis, os pratos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da balança do Destino oscilam.&lt;em&gt;Contra a autoridade tirânica, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;contra o domínio do Econômico, é possível achar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;armas - o coração dos homens e a alma dos povos, mas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;deixam-nas enferrujar na bainha...”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desde &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a mais alta antiguidade, o judeu cultiva e manobra o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ouro. Por que razão os judeus intentaram um processo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**) Respondia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Cícero, seu advogado, no “Pro Flacco”: “&lt;strong&gt;Vendo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;os anos da Itália e de todas as províncias para Jerusalém, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Ásia&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Bernard Lazare, “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 174: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;“&lt;strong&gt;A medida que se avança, vê-se com efeito, crescer nos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judeus a preocupação da riqueza e toda sua atividade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;prática se concentrar em um comércio especial, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;refirome &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;ao comércio do ouro&lt;/strong&gt;.”. Pág,.187 : “&lt;strong&gt;O ouro deu aos &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se Senhores &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;de seus Senhores..&lt;/strong&gt;.” &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Jack London, em “Le peuple de l’Abime”: “&lt;strong&gt;O ouro &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;é o passaporte do judeu&lt;/strong&gt;”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;PROTOCOLO&amp;nbsp;V&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Temario:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Criação de forte concentração do governo. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Os modos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;da franco-maçonaria se apoderar do poder. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Por quê &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;os Estados não conseguem entender-se. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- “Pre-eleição” &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;dos judeus. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O ouro é o motor de todos os mecanismos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;dos Estados. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Os monopólios no comércio e na indústria. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;importância da crítica. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As instituições “como são vistas”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Cansaço causado pelos discursos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Como tomar conta da &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;opinião pública? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A importância da iniciativa privada. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O governo &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;supremo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt; - QUE FORMA de administração se pode dar a sociedades em que por toda parte penetrou a corrupção, em que somente se atinge a riqueza por meio de surpresas hábeis que são meias-velhacadas ; sociedades em que reina a licença de costumes, em que a moralidade somente se agüenta por causa dos castigos e leis austeras, não por princípios voluntariamente aceitos ; em que os sentimentos de Pátria e Religião, são abafados por crenças cosmopolitas? Que forma de governo dar a essas sociedades&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;se não a despótica, que descreverei mais adiante?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Regularemos mecanicamente todos os atos da vida pública de nossos súditos por novas leis. Essas leis irão retomando uma a uma todas as complacências e todas as liberdades demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os&amp;nbsp;gentios que nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt; - Dir-nos-ão que o despotismo a que me refiro não está de acordo com os progressos modernos. Provarei o contrário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt; - Quando o povo considerava as pessoas reinantes como pura emanação da Vontade Divina, se submetia sem murmurar ao absolutismo dos reis, porém desde o dia em que lhe sugerimos a idéia de seus próprios direitos, considerou essas pessoas como simples mortais. A Unção Divina caiu da cabeça dos reis, pois que lhe arrancamos a crença em Deus; a autoridade passou para a rua, isto é, para um logradouro público, e nós nos apoderamos dela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;AS MASSAS GUIADAS POR MENTIRAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt; - Demais, a arte de governar as massas e os indivíduos por meio de uma teoria e duma fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos, dos quais os cristãos nada percebem, faz também parte de nosso gênio administrativo,educado na análise, na observação, em tais sutilezas de concepção&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;que não encontram rivais, pois que não há ninguém como nós para conceber planos de ação política e de solidariedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somente os Jesuítas nos poderiam igualar nesse ponto, porém nós conseguimos desacreditá-los aos olhos da plebe ignorante, porque eles constituíam uma organização visível, enquanto que nós operávamos ocultamente por meio de nossa organização secreta. Aliás, que importa ao mundo o amo que vai ter? seja o chefe do catolicismo ou nosso déspota do sangue de Sião? Mas para nós, que somos o povo eleito, a questão já não é indiferente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt; - Por um tempo, talvez, podemos formar uma&amp;nbsp;aliança eixitosa com uma coalisao de goyins (povos europeus), porém estamos garantidos contra contra esse perigo pelas profundas sementes de discórdia que hemos semiado e que já se não podem mais arrancar de seu coração. Opusemos uns aos outros os cálculos individuais e nacionais dos goyins, seus ódios religiosos e étnicos, que há vinte séculos cultivamos. É por isso que nenhum governo encontrará auxílio em parte alguma; cada qual acreditará que um acordo contra nós é desfavorável aos seus próprios interesses. Somos muito fortes e é preciso contar conosco. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;As potências não podem concluir o mais insignificante acordo sem que nele tomemos parte.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;6&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Per me reges regnant&lt;/strong&gt; - “por mim reinam os reis”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossos profetas nos disseram que fomos eleitos por Deus mesmo para governar a terra. Deus nos deu o gênio, a fim de podermos levar a cabo esse problema. Embora surja um gênio no campo oposto, poderá lutar contra nós, mas o recém-vindo não valerá o velho habitante; a luta entre nós será sem piedade e tal como nunca o mundo presenciou. Além disso, os homens de gênio chegariam tarde. Todas as engrenagens do mecanismo governamental dependem dum motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do ouro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;MONOPOLIO DO CAPITAL&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;O capital, para ter liberdade de ação, deve obter o monopólio da indústria e do comércio; é o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as partes do mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(1). Essa liberdade dará força política aos industriais e o povo lhe será submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que levá-los à guerra ; importa mais servir as paixões incandescidas para nosso proveito do que acalmá-las ; importa mais apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do que baní-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O&amp;nbsp;objectivo capital do nosso governo é enfraquecer o espírito critico do&amp;nbsp;público; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição ; distrair as&amp;nbsp;forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;8&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada, que demonstrará &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;eloqüentemente seus benefícios no que concerne ao progresso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;9&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os partidos, de todas as tendências e ensinaremos nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se cansará de ouví-los. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;diversos lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os&amp;nbsp;goyins acabarão &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve conhecê-las quem &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;a dirige&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Eis o primeiro segredo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;10&lt;/strong&gt; - &lt;span style="font-size: large;"&gt;O segundo&lt;/span&gt;, necessário para governar com êxito, consiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que ninguém possa deslindar esse caos e que os homens acabem por não se entenderem mais uns aos outros. Essa tática terá ainda como efeito lançar a discórdia em todos os partidos, desunindo todas as forças coletivas que ainda não queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer iniciativa pessoal, &lt;strong&gt;nada mais perigoso que a iniciativa pessoal se tem genialidade nela&lt;/strong&gt;, porque podra ser&amp;nbsp;mais poderosa do que os milhões de homens nos quais semeamos divergências.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos dirigir a educação das sociedades&amp;nbsp;goyins de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O esforço que se exerce sob o regime da liberdade ilimitada é impotente, porque vai de encontro aos esforços livres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos morais, decepções e insucessos.&lt;strong&gt; Mediante estes metodos fatigaremos tanto os goyins &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;com essa liberdade que os obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional, cuja disposição será tal que poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Estados do mundo e formar o Governo Supremo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em lugar dos governos atuais, poremos um espantalho que se denominará &lt;strong&gt;Administração do Governo &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Supremo&lt;/strong&gt;. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se lhe submeterem (3).&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Notas e comentários&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(1) G. Batault “Le probleme juif”, págs. 40-41: “É &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;conveniente notar que foi um banqueiro judeu-inglês, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o célebre economista David Ricardo, filho de um judeu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;holandês, emigrado em Londres, em fins do século XVIII, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o inventor e o teorista duma concepção puramente econômica &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do mundo, que, hoje, o domina quase todo. O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;mercantilismo político contemporâneo, os negócios &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;acima de tudo, os negócios considerados fim supremo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;dos esforços humanos, provém diretamente de Ricardo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Demais, o fundador do socialismo científico, o judeu-alemão &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Karl Marx, se colocou no próprio terreno de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ricardo, para combatê-lo, aproveitando grande número &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de suas concepções, de seus argumentos, de suas teorias &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e conclusões. O laço misterioso, a afinidade secreta &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;que unem, apesar de tudo, os mercantilistas e os negocistas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;puritanos aos bolchevistas provém, em grande &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;parte, de terem em comum, embora tirando conclusões &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;diferentes, a mesma concepção e a mesma visão do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;mundo, as quais são produtos essencialmente semitas, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;saídos dos cérebros dos judeus Ricardo e Marx. A &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;concepção místico-judaica da humanidade é comum ao &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;liberalismo puritano e ao socialismo dito científico, do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;qual brotou o bolchevismo.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Por isso os judeus agem no mundo em dois pólos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;opostos, que completam, porém, sua obra de desagregação &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da sociedades cristãs. O judeu Eberlin o reconhece &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;na pág. 51 de seu livro já citado: “O cosmopolitismo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do agiota torna-se o internacionalismo proletário &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e revolucionário”. Diz Bernard Lazare que a “alma do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judeu é dupla; dum lado é o fundador do capitalismo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;industrial, financeiro, agiota e especulador, colaborando &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;para a centralização dos capitais destinada a destruir &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a socialização; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do outro, combate o capitalismo em nome &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;do socialismo, isto é, da socialização total.” Pelos dois &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;lados, os judeus atingem o mesmo fim. Assim, segundo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a opinião do mesmo Bernard Lazare, a Rothschild &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;correspondem Marx e Lasalle. O judeu Kadmi-Cohen &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;é explícito quanto ao mesmo assunto, escrevendo que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Trotski e Rothschild “marcam as oscilações do pêndulo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judaico”. (**Veja porque os comunistas tiveram a revolução &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de 1917 financiada por banqueiros ocidentais...**)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O plano está claramente delineado nos “Protocolos”. Só &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;os cegos e os ignorantes ainda não o perceberam... Há &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;também quem não o queira perceber...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(2) Essa obra de despistamento é realizada sobretudo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;pela imprensa. Basta reparar como certos jornais &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;em consórcio ou associados manobram ou manipulam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a opinião pública em sentidos diversos, quando &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;sua direção geral é única.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(3) Segundo o “Jewish Guardian” (“Sentinela &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Judaica”) de 8 de outubro de 1920, o chefe sionista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Dr. Caim Weissmann, declarou no discurso com que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;saudou num banquete o rabino Herz: “A nós, seu Povo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Eleito, Deus deu o poder de nos espalharmos sem dano; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o que para outros parece ser a nossa fraqueza é, em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;verdade, nossa força, e, assim, atingimos ao Domínio &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Universal. Só nos resta edificar sobre essa base.” Não é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;possível ser mais claro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Em sua obra, na pág. 99, Isidoro Loeb diz:”Os judeus &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;tem tido esta alta ambição de ver os gentios se &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;agruparem em torno deles, e se unirem sob o nome do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;verdadeiro Deus”. A idéia vem do fundo dos séculos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;acompanhando a trajetória da raça. O filósofo judeualexandrino &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Philon escreveu no “In Flaccum”: “O castigo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;dos sofistas virá no dia em que o Império Judeu, império &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da salvação, for estabelecido no mundo.” Recorramos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ainda ao erudito israelita do “L’Antisémitisme”, Bernard &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Lazare, no tomo I, págs. 50-51: “Sem a lei, sem Israel, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;o mundo não existiria, Deus o faria voltar ao nada; e o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;mundo somente conhecerá a felicidade quando submetido &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ao império universal dessa lei, isto é, ao império &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;dos judeus”. Como consequência disso, assegura B. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Lazare: “Essa fé em sua predestinação, em sua eleição, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;desenvolveu nos judeus um orgulho imenso. Passaram &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a considerar os não-judeus com desprezo e mesmo com &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;ódio” (Tomo I, pág.52) (** Basta ver o que está escrito no &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Talmud. Veja o que falam sobre os não-judeus**)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;O imparcial Batault, referenda essas afirmações &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;judaicas: “Os judeus perduram, assim, através &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;da miragem da idade do ouro, da era nova, dos tempos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;messiânicos, em que o mundo viverá em alegria e paz, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;submetido a Iavé, escravizado pela lei, sob a direção &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;sacerdotal, eleito pela Eternidade, amadurecido pela &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;experiência, à espera dessa hora única.” (“Le probleme &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;juif”, pág. 104). “O sonho internacionalista do judeu é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;a unificação do mundo pela lei judaica, sob a direção e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;domínio do povo sacerdotal” (pág. 155)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;É de estarrecer a coincidência constante entre o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;espírito do judaísmo, confessado pelos próprios judeus, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e o texto dos “Protocolos”. Como duvidar de sua autenticidade &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;diante dessa confrontação e da realização do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;que nele se profetiza?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;PROTOCOLO&amp;nbsp;VI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Temario:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os monopólios &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As fortunas dos cristãos dependem &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;desses monopólios. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A aristocracia privada de riqueza &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;territorial.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O comércio, a indústria e a especulação. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O luxo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A alta do salário e o encarecimento dos gêneros de primeira &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;necessidade. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A anarquia e a embriaguez. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O sentido &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;secreto da propaganda das teorias econômicas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 - CRIAREMOS em breve enormes monopólios, colossais reservatórios de riquezas, dos quais as próprias fortunas dos cristãos dependerão de tal modo que serão por eles devoradas, &lt;strong&gt;como o crédito dos Estados no dia seguinte a uma catástrofe política... (1)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 - Os senhores economistas aqui presentes devem considerar a importância dessa combinação!....&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 - Precisamos desenvolver por todos os meios possíveis a importância de nosso Governo Supremo representando-o como protetor e remunerador de todos os que se lhe submetam voluntariamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;4 - A aristocracia dos&amp;nbsp;goyim desapareceu como força política e não temos mais que contar com ela; porém como proprietária de bens territoriais, poderá prejudicarnos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;na medida da independência de seus recursos. É preciso, portanto, arrancar-lhe as suas terras. O melhor meio para isso é aumentar os impostos sobre seus bens de raiz, a fim de endividar a terra. Essas medidas manterão a propriedade territorial num estado de absoluta sujeição. (2)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;5 - Como os aristocratas&amp;nbsp;goyim não sabem, de pais a filhos, se contentar com pouco, serão rapidamente arruinados.&lt;br /&gt;ESCRAVIZAREMOS OS GOYIM&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;6 - Ao mesmo tempo, devemos proteger fortemente o comércio e a indústria, sobretudo a especulação, cujo papel é servir de contrapeso à indústria; sem a especulação, a indústria multiplicaria os capitais privados e melhoraria a agricultura, libertando a terra das dívidas criadas pelos bancos rurais. É necessário que a indústria tire à terra o fruto do trabalho, como o do capital , que nos dê, pela especulação, o dinheiro de todo o mundo: lançados, assim, às fileiras dos proletários, todos os&amp;nbsp;GOYIM se inclinarão diante de nós para terem ao menos o direito de viver. (3)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7 - Para arruinar a indústria dos goyim, desenvolveremos a especulação e o gosto do luxo, desse luxo que tudo devora. Faremos subir os salários, que, entretanto, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;não trarão proveito aos operários, porque faremos, ao&amp;nbsp; mesmo tempo, o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade, devido, como apregoaremos, à decadência &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;da agricultura e da pecuária (4); demais, habilmente e profundamente subverteremos as fontes de produção, habituando os operários à anarquia e as bebidas alcoólicas(5), recorrendo a todas as medidas possíveis para afastar da Terra os&amp;nbsp;goyim inteligentes.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;8 - Para impedir que essa situação seja vista prematuramente sob seu verdadeiro aspecto, mascararemos nossos verdadeiros desígnios com o pretenso desejo de servir às classes trabalhadoras e de propagar os grandes princípios econômicos que atualmente ensinamos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Notas e comentários&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(1) O que se passou no mundo moderno, depois&lt;br /&gt;do aparecimento dos “Protocolos” autentica o plano&lt;br /&gt;judaico. Como poderiam adivinhar? Os monopólios, os&lt;br /&gt;trustes, os cartéis, os açambarcamentos multiplicaramse&lt;br /&gt;por toda a parte e os jogos financeiros devoraram&lt;br /&gt;os créditos de todos os Estados. Basta ler o formidável&lt;br /&gt;e documentadíssimo livro “La fin du capitalisme”,&lt;br /&gt;de Fernand Fried, com prefácio do judeu Daniel Halévy,&lt;br /&gt;Edição Bernard Grasset, Paris, 1932, para verificar&lt;br /&gt;como as idéias-dinheiro criaram o capital e quais seus&lt;br /&gt;resultados: distribuição desigual de rendas e oligarquias&lt;br /&gt;financeiras, a tragédia das massas, o socialismo,&lt;br /&gt;o marxismo, a crise, a paralisia e o endividamento dos&lt;br /&gt;Estados, tudo o que decorre dos “Protocolos”...&lt;br /&gt;(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima.&lt;br /&gt;Basta observar como por toda a parte, sem o menor&lt;br /&gt;estudo sério das realidades e condições locais, se grita&lt;br /&gt;contra o latifúndio, e, ao menor surto revolucionário,&lt;br /&gt;se trata de distribuir as terras.Examine-se o aumento&lt;br /&gt;constante dos impostos sobre os bens de raiz em&lt;br /&gt;qualquer nação do mundo e se ficará assombrado da&lt;br /&gt;maneira como o judaísmo-maçônico sugere aos legisladores&lt;br /&gt;e governantes todas as medidas que deseja por&lt;br /&gt;em prática. Fernand Fried, tratando da crise moderna&lt;br /&gt;(**de 1929**), diz, por ignorar a questão judaica (?), que&lt;br /&gt;nela, crise, “não há erro, mas fatalidade”. Com efeito, o&lt;br /&gt;plano oculto é tão diabólico que se transformou para os&lt;br /&gt;povos cristãos num novo destino.&lt;br /&gt;(3) Tudo o que aí está: separação dos interesses&lt;br /&gt;da indústria e do comércio dos interesses da terra, es15&lt;br /&gt;tiolamento e garroteamento da agricultura, especulação,&lt;br /&gt;luxo desbragado, tudo isso temos visto e estamos&lt;br /&gt;vendo.&lt;br /&gt;(4) É o círculo vicioso de que fala F. Fried, op. cit.&lt;br /&gt;pág.122 : “Vemos, na economia mundial, que se defrontam,&lt;br /&gt;não só a oferta e a procura paralisadas, sem&lt;br /&gt;esperança de se tornarem a equilibrar; mas também,&lt;br /&gt;dum lado, os camponeses empobrecidos, incapazes de&lt;br /&gt;adquirir objetos manufaturados, máquinas e utensílios;&lt;br /&gt;do outro, as massas operárias tão empobrecidas que&lt;br /&gt;não podem mais satisfazer suas necessidades indiretas&lt;br /&gt;de matérias primas. Tanto menos o camponês&lt;br /&gt;compra trabalho quanto mais a produção da indústria&lt;br /&gt;diminui, aumentando o número de fábricas fechadas e&lt;br /&gt;de desempregados, e os operários compram em menor&lt;br /&gt;quantidade de pão ao camponês. E o ciclo recomeça...&lt;br /&gt;O sistema está num beco sem saída. Os depósitos, as&lt;br /&gt;salas das fábricas sem vida, os exércitos de desempregados&lt;br /&gt;crescerão ainda, incharão e chegaremos a morte&lt;br /&gt;pelo congelamento da economia mundial...”&lt;br /&gt;Já os créditos estão na maioria congelados, o&lt;br /&gt;que é significativo (**entre 1929 e 1936**)&lt;br /&gt;O texto dos “Protocolos” data de 30 anos (**hoje&lt;br /&gt;de 100 anos, e continua sendo seguido a risca**); é o&lt;br /&gt;traçado maldoso do plano. O texto de Fried data de 5&lt;br /&gt;anos: é a verificação inocente dos resultados do plano.&lt;br /&gt;(5) Nos países de grandes massas camponesas,&lt;br /&gt;sobretudo, os judeus se entregam ao comércio das&lt;br /&gt;bebidas alcoólicas, propagando com rara habilidade&lt;br /&gt;o vício da embriaguês. (** Veja quem são os donos da&lt;br /&gt;gigantesca Seagram...**) Segundo o judeu Bernard Lazare,&lt;br /&gt;em “L’Antisémitisme”, vol II, pág. 23, na Romênia,&lt;br /&gt;como aliás, na Rússia, “eles arrematavam o monopólio&lt;br /&gt;da venda das bebidas alcoólicas...” Idem, pág. 24: “pela&lt;br /&gt;lei de 1856, foi-lhes retirado o direito de vender bebidas&lt;br /&gt;alcoólicas”. Em 1887, Calixto de Wolski escrevia em “La&lt;br /&gt;Russie Juive”, pág. 55, que os judeus tinham obtido, na&lt;br /&gt;Rússia, “o direito de venda de aguardente nos botequins&lt;br /&gt;das pequenas cidades e dos campos, onde, para eles, a&lt;br /&gt;arte de embrutecer os camponeses pela embriaguês, o&lt;br /&gt;abuso e a propaganda das bebidas alcoólicas se tornou&lt;br /&gt;a mais produtiva das especulações.””&lt;br /&gt;(**conforme os protocolos: degenerar os povos&lt;br /&gt;cristãos ao mesmo tempo que se eleva explorando pelos&lt;br /&gt;vícios deles e acumulando riquezas através dessa&lt;br /&gt;indústria lucrativa do vício...**)&lt;br /&gt;Na Europa Oriental, havia mesmo uma designação&lt;br /&gt;própria para os judeus que se ocupavam da venda&lt;br /&gt;de bebidas alcoólicas: eram os felatakim.&lt;br /&gt;Assim, desta vez, os “Protocolos” comprovam&lt;br /&gt;uma ação a que os judeus já se vinham entregando e&lt;br /&gt;continuam a entregar-se.&lt;br /&gt;CAPÍTULO VII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Porque é preciso aumentar os armamentos. Fermentações,&lt;br /&gt;discórdias e ódios no mundo inteiro. Coação&lt;br /&gt;da oposição dos cristãos pelas guerras e pela guerra geral.&lt;br /&gt;O segredo é o penhor do êxito na política. A imprensa&lt;br /&gt;e a opinião pública. Os canhões americanos, japoneses&lt;br /&gt;e chineses.&lt;br /&gt;O AUMENTO dos armamentos e do pessoal da&lt;br /&gt;polícia é um complemento imprescindível do plano que&lt;br /&gt;estamos expondo. É preciso que não haja mais, em todos&lt;br /&gt;os Estados, além de nós, senão massas de proletários,&lt;br /&gt;alguns milionários que nos sejam dedicados, policiais e&lt;br /&gt;soldados (1).&lt;br /&gt;Em toda a Europa, bem como nos outros continentes,&lt;br /&gt;devemos suscitar agitações, discórdias e ódios.&lt;br /&gt;O proveito é duplo. Dum lado, manteremos, assim, em&lt;br /&gt;respeito todos os países, que saberão que poderemos, à&lt;br /&gt;nossa vontade, provocar a desordem ou restabelecer a ordem&lt;br /&gt;: todos esses países se habituarão, pois, a nos considerar&lt;br /&gt;como um fardo necessário. Do outro, nossas intrigas&lt;br /&gt;embrulharão todos os fios que estenderemos nos gabinetes&lt;br /&gt;governamentais por meio da política, dos contratos&lt;br /&gt;econômicos e dos compromissos financeiros. Para atingir&lt;br /&gt;nosso fim, precisaremos dar prova de grande astúcia no&lt;br /&gt;decurso dos entendimentos e negociações ; mas no que&lt;br /&gt;se chama “a linguagem oficial”, seguiremos uma tática&lt;br /&gt;oposta, parecendo honestos e conciliadores. De tal modo,&lt;br /&gt;os povos e os governos cristãos, qu acostumamos a olhar&lt;br /&gt;somente a face do que lhe apresentamos, mais uma vez&lt;br /&gt;nos tomarão com benfeitores e salvadores da humanidade.&lt;br /&gt;A qualquer oposição, deveremos estar em condições&lt;br /&gt;de fazer declarar guerra pelos vizinhos da nação que ousar&lt;br /&gt;criar-nos embaraços (2); e, se esses próprios vizinhos&lt;br /&gt;se lembrarem de se aliar contra nós, devemos repelí-los&lt;br /&gt;por meio duma guerra geral.&lt;br /&gt;O mais seguro caminho do êxito em política é o&lt;br /&gt;segredo de todas as empresas (e intenções); a palavra do&lt;br /&gt;diplomata não deve concordar com seus atos.&lt;br /&gt;Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de&lt;br /&gt;acordo com este plano, que amplamente concebemos&lt;br /&gt;e que já está chegando à sua meta . A opinião pública&lt;br /&gt;ajudar-nos-á, essa opinião pública que o “grande poder”,&lt;br /&gt;a imprensa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com&lt;br /&gt;efeito, com poucas exceções, que não tem importância, a&lt;br /&gt;imprensa está toda em nossa dependência. Em uma palavra,&lt;br /&gt;para resumir nosso sistema de coação dos governos&lt;br /&gt;cristãos da Europa, faremos ver a um nossa força por&lt;br /&gt;meio de atentados, isto é, pelo terror; a todos, se todos se&lt;br /&gt;revoltarem contra nós, responderemos com os canhões&lt;br /&gt;americanos, chineses e japoneses (3).&lt;br /&gt;Notas e Comentários&lt;br /&gt;(1) Parece não ser preciso comentar a “corrida&lt;br /&gt;16&lt;br /&gt;armamentista” da qual diariamente falam os jornais,&lt;br /&gt;nem lembrar que as grandes fábricas de armas e munições,&lt;br /&gt;os grandes estaleiros de construções navais e&lt;br /&gt;o monopólio do níquel estão nas mãos de judeus... Por&lt;br /&gt;que não há meio dos governos decretarem que só o Estado&lt;br /&gt;pode fazer engenhos de guerra? Bastaria isto para&lt;br /&gt;diminuir os armamentos e as possibilidades de guerra.&lt;br /&gt;É bom, porém, notar o aumento visível de forças policiais&lt;br /&gt;(especiais) no mundo inteiro: Brigadas de Guardas&lt;br /&gt;Móveis na França, Brigadas de Choque na Áustria e na&lt;br /&gt;Espanha, Polícias Especiais no Brasil, etc...&lt;br /&gt;(2) Nos casos Ítalo-Etíope e da Renânia, é aparente,&lt;br /&gt;claro, o trabalho do judaísmo nesse sentido. Maçons&lt;br /&gt;e judeus chegaram a pregar na França a “guerra&lt;br /&gt;preventiva contra a Alemanha”.&lt;br /&gt;(3) O plano judeu é, depois de armar os não-europeus,&lt;br /&gt;insuflar-lhes idéias socialistas ou imperialistas&lt;br /&gt;e lançá-los contra a Europa. Em “La crise du monde&lt;br /&gt;moderne”, págs. 203-204, René Guénon pressentiu o&lt;br /&gt;problema: “Hoje existem orientais que mais ou menos&lt;br /&gt;estão completamente ocidentalizados (ou melhor, judaizados),&lt;br /&gt;que abandonaram sua tradição para adotar&lt;br /&gt;todas as aberrações do mundo moderno e esses elementos&lt;br /&gt;desviados, graças ao ensino das universidades&lt;br /&gt;européias e americanas, se tornam nas suas pátrias&lt;br /&gt;causas de perturbação ou agitação.”&lt;br /&gt;Veja o comunismo anarquizando a China, o Turquestão,&lt;br /&gt;e a Pérsia, já tomando conta da Mongólia e&lt;br /&gt;pretendendo espraiar-se pela Ásia.&lt;br /&gt;CAPÍTULO VIII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Uso equívoco do direito teórico. Os colaboradores&lt;br /&gt;do regime franco-maçon. Escolas particulares e de educação&lt;br /&gt;superior inteiramente particular. Economistas e&lt;br /&gt;milionários. A quem se deve confiar os postos de responsabilidade&lt;br /&gt;no governo.&lt;br /&gt;DEVEMOS apropriar-nos de todos os instrumentos&lt;br /&gt;de que nossos adversários possam empregar contra nós.&lt;br /&gt;Devemos buscar nas sutilezas e delicadezas da&lt;br /&gt;língua jurídica uma justificação para o caso em que tenhamos&lt;br /&gt;de pronunciar sentenças que possam parecer&lt;br /&gt;muito ousadas e injustas, porque é mister exprimir essas&lt;br /&gt;sentenças em termos que tenham a aparência de ser&lt;br /&gt;máximas morais muito elevadas, conservando seu caráter&lt;br /&gt;legal (1). Nosso regime deve rodear-se de todas as forças&lt;br /&gt;da civilização, no meio das quais deverá obrar. Rodearse-&lt;br /&gt;á de publicistas, jurisconsultos experientes, administradores,&lt;br /&gt;diplomatas, enfim, homens preparados por uma&lt;br /&gt;educação superior especial em escolas especiais. Esses&lt;br /&gt;homens conhecerão todos os segredos da existência social,&lt;br /&gt;todas as linguagens formadas de letras ou de termos&lt;br /&gt;políticos, todos os bastidores da natureza humana, todas&lt;br /&gt;as cordas sensíveis que deverão saber tocar. Essas cordas&lt;br /&gt;são o feitio do espírito dos cristãos, suas tendências,&lt;br /&gt;seus defeitos, seus vícios e suas qualidades, suas particularidades&lt;br /&gt;de classe ou condição. Fica bem entendido&lt;br /&gt;que esses colaboradores de gênio do nosso governo não&lt;br /&gt;serão tomados entre os cristãos, habituados a fazer seu&lt;br /&gt;trabalho administrativo sem cuidar de sua utilidade. Os&lt;br /&gt;administradores cristãos assinam papéis sem ler ; servem&lt;br /&gt;por interesse ou por ambição.&lt;br /&gt;Rodearemos nosso governo por uma multidão de&lt;br /&gt;economistas. Eis porque as ciências econômicas são as&lt;br /&gt;mais importantes a serem ensinadas aos judeus. Rodearnos-&lt;br /&gt;emos duma plêiade de banqueiros, industriais, capitalistas,&lt;br /&gt;e sobretudo milionários, porque, em suma, tudo&lt;br /&gt;será decidido pelas cifras.&lt;br /&gt;Durante certo tempo, até o momento em que não&lt;br /&gt;houver mais perigo em confiar os postos de responsabilidade&lt;br /&gt;de nossos Estados a nossos irmãos judeus, confialos-&lt;br /&gt;emos a indivíduos cujo passado e cujo caráter sejam&lt;br /&gt;tais que haja um abismo entre eles e o povo, a homens&lt;br /&gt;tais que, em caso de desobediência as nossas ordens, não&lt;br /&gt;lhe reste outra coisa a esperar senão a condenação ou&lt;br /&gt;o exílio, a fim de que defendam nossos interesses até o&lt;br /&gt;derradeiro alento (2).&lt;br /&gt;Notas e Comentários&lt;br /&gt;(1) O culto do jurista, sobretudo do hermeneuta,&lt;br /&gt;na sociedade moderna, é resultado da propaganda judaica.&lt;br /&gt;Destina-se à criação desses juristas ôcos e pretensiosos&lt;br /&gt;que servem, às vezes inconscientemente, a&lt;br /&gt;Israel e as sociedades secretas para irem subindo na&lt;br /&gt;vida. Os judeus tem de usar o direito teórico contra os&lt;br /&gt;cristãos, porque entre eles o nosso direito não tem curso&lt;br /&gt;e valia. Os judeus possuem um código de leis secreto&lt;br /&gt;que se denomina “Schulam Aruch”, isto é, “A mesa servida”,&lt;br /&gt;tirado do Talmud no século XVI pelo rabino José&lt;br /&gt;Auaro. A primeira edição foi feita em veneza, em 1565.&lt;br /&gt;A segunda, revista, comentada e corrigida, pelo rabino&lt;br /&gt;Moses Isserles, se imprimiu em Cracóvia, em 1573.&lt;br /&gt;Os judeus ocultam e negam a existência desse código.&lt;br /&gt;Johann Andreas Eisenmenger, no século XVIII, Henrique&lt;br /&gt;George Loewe e João di Pauli, no século XIX, fizeram&lt;br /&gt;traduções que logo desapareceram de circulação. O Dr.&lt;br /&gt;Briman, que, sob o pseudônimo de Justus, publicou no&lt;br /&gt;“Der Iudenspiegel” (“O espelho judaico”) alguns trechos&lt;br /&gt;do “Schulan Aruch”, sofreu terríveis perseguições,&lt;br /&gt;que terminaram em retumbante processo.&lt;br /&gt;Esse código não reconhece direito algum aos&lt;br /&gt;cristãos, nem de propriedade, nem de família; negalhes&lt;br /&gt;a faculdade de dar testemunho e permite que o&lt;br /&gt;judeu o roube e espolie. No “Stocken ha mischpath”,&lt;br /&gt;2,1, declara que o Beth-Dine pode condenar à morte,&lt;br /&gt;quando julgar isso oportuno, “mesmo se o crime não&lt;br /&gt;merecer a pena de morte”.&lt;br /&gt;Cf. Icher, “Der Iudenspiegel in dichte der Harh17&lt;br /&gt;beit”; Henri Ellenberger, “Manuel d’Histoire”, Tomo XVI;&lt;br /&gt;V. Dangen, “La loi sécrète juive”; Fara, “Le Schoulan&lt;br /&gt;Arouch”, in “La libre parole”, nº11, novembro de 1934.&lt;br /&gt;(Nota para os dias atuais: note como o judeu distorce&lt;br /&gt;os conceitos a seu favor: classificam como propaganda&lt;br /&gt;de ódio&lt;br /&gt;toda crítica a seu respeito; usam e abusam de&lt;br /&gt;rótulos como “anti-semita”, “racista” e “nazista” a&lt;br /&gt;qualquer um que se oponha a eles, de maneira covarde&lt;br /&gt;e difamatória. Porém agem dessa mesma maneira, ou&lt;br /&gt;também não é ódio o que eles promovem quando fazem&lt;br /&gt;propaganda anti-européia, especialmente anti-alemã?&lt;br /&gt;Toda difamação de um povo, para sempre, também não&lt;br /&gt;é ódio? Todos os filmes que fazem contra os alemães&lt;br /&gt;não é ódio também? Quando elementos como Daniel&lt;br /&gt;Goldhagen expressam “pérolas” como “o mau gene&lt;br /&gt;alemão”, isso não é propaganda de ódio, calúnia e&lt;br /&gt;difamação???julgue você mesmo...)&lt;br /&gt;(2) Eis porque aqueles que não conhecem os bastidores&lt;br /&gt;dos governos não podem compreender que só&lt;br /&gt;se escolham para os altos cargos indivíduos sem moral&lt;br /&gt;e sem dignidade. Os outros não servem a Israel. São&lt;br /&gt;afastados.&lt;br /&gt;CAPÍTULO IX&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Aplicação dos princípios maçônicos para refazer&lt;br /&gt;a educação dos povos. A palavra de ordem francomaçônica.&lt;br /&gt;Importância do anti-judaísmo. As ditadura da&lt;br /&gt;franco-maçonaria. O terror. Aqueles que servem à francomaçonaria.&lt;br /&gt;A força “inteligente” e a força cega dos reinos&lt;br /&gt;cristãos. Comunhão do poder com o povo. A arbitrariedade&lt;br /&gt;liberal. Usurpação da instrução e da educação. Interpretação&lt;br /&gt;das leis. Os metropolitanos.&lt;br /&gt;NA APLICAÇÃO de nossos princípios, prestai atenção&lt;br /&gt;ao caráter do povo no meio do qual vos encontrardes&lt;br /&gt;e obrardes; uma aplicação geral e uniforme desses&lt;br /&gt;princípios, antes de refazermos a educação geral do povo,&lt;br /&gt;não logrará êxito. Mas aplicando-os prudentemente, vereis&lt;br /&gt;que se não passarão dez anos para se transformar&lt;br /&gt;o caráter mais obstinado e para que contemos mais um&lt;br /&gt;povo em nossa dependência.&lt;br /&gt;Quando nosso reinado chegar, substituiremos&lt;br /&gt;nossa palavra de ordem - Liberdade, Igualdade e Fraternidade&lt;br /&gt;- não por outra palavra de ordem, porém pelas&lt;br /&gt;mesmas palavras transformadas em idéias ; diremos:&lt;br /&gt;“direito à liberdade”, “dever de igualdade” e “ideal de&lt;br /&gt;fraternidade”... Agarremos o touro pelos chifres... De fato,&lt;br /&gt;já destruímos todos os governos, exceto o nosso, embora&lt;br /&gt;haja ainda muitos governos de direito (1). Nos dias que&lt;br /&gt;correm, se alguns Estados levantam protestos contra nós,&lt;br /&gt;fazem-no pro-fórmula, e por nossa ordem, porque seu anti-&lt;br /&gt;judaísmo nos é necessário para governar nossos irmãos&lt;br /&gt;menores. Não vos explicarei isso mais claramente, porque&lt;br /&gt;esse assunto já foi tratado em nossos entendimentos.&lt;br /&gt;Na realidade, não há mais obstáculos à nossa&lt;br /&gt;frente. Nosso Governo Supremo está em condições extralegais&lt;br /&gt;que é conveniente denominar com um termo forte&lt;br /&gt;e enérgico: ditadura. Posso afirmar conscientemente que&lt;br /&gt;somos atualmente legisladores; pronunciamos as sentenças&lt;br /&gt;da justiça, condenamos à morte e perdoamos; estamos&lt;br /&gt;como chefes de nossas tropas montados no cavalo&lt;br /&gt;do general comandante. Governaremos com mão firme,&lt;br /&gt;porque nos apoderamos dos restos dum partido outrora&lt;br /&gt;forte e hoje submetido por nós. Temos nas mãos ambições&lt;br /&gt;desmedidas, muita avidez ardente, vinganças sem&lt;br /&gt;piedade. ódios e rancores (2).&lt;br /&gt;De nós promana o terror que tudo invade (3). Temos&lt;br /&gt;a nosso serviço homens de todas as opiniões, de todas&lt;br /&gt;as doutrinas ; restauradores de monarquias, demagogos,&lt;br /&gt;socialistas e comunistas (4) e toda a sorte de utopistas ;&lt;br /&gt;atrelamos o mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina&lt;br /&gt;de seu lado os derradeiros restos do poder, esforçando-se&lt;br /&gt;por derrubar tudo o que ainda se mantém de pé. Todos os&lt;br /&gt;Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e&lt;br /&gt;estão dispostos a tudo sacrificar pela paz; mas nós não&lt;br /&gt;lhes daremos a paz, enquanto não reconhecerem nosso&lt;br /&gt;Governo Supremo, abertamente e humildemente.&lt;br /&gt;O povo se pôs a gritar que é necessário resolver a&lt;br /&gt;questão social por meio dum acordo internacional. A divisão&lt;br /&gt;do povo em partidos pôs todos esses partidos à nossa&lt;br /&gt;disposição, porque para sustentar sua luta de emulação é&lt;br /&gt;preciso dinheiro e nós é que temos todo o dinheiro.&lt;br /&gt;Poderíamos recear a aliança da força inteligente&lt;br /&gt;das pessoas reinantes com a força cega do povo, mas&lt;br /&gt;tomamos todas as medidas possíveis contra essa eventualidade:&lt;br /&gt;entre essas duas forças erguemos a parede&lt;br /&gt;do medo recíproco. Deste modo, a força cega do povo é&lt;br /&gt;nosso apoio e seremos os únicos a guiá-la; saberemos&lt;br /&gt;dirigí-la com segurança para os nossos fins.&lt;br /&gt;A fim de que a mão do cego não possa repelir a&lt;br /&gt;nossa direção, devemos estar de tempos em tempos em&lt;br /&gt;comunicação direta com ele, senão pessoalmente, pelo&lt;br /&gt;menos por meio de nossos mais fiéis irmãos. Quando formos&lt;br /&gt;um poder reconhecido, conversaremos nós mesmos&lt;br /&gt;com o povo nas praças públicas e o instruiremos sobre as&lt;br /&gt;questões políticas, no sentido que julgamos necessário.&lt;br /&gt;Como verificar o que lhe for ensinado nas escolas&lt;br /&gt;de aldeia? O que disser o enviado do governo ou a própria&lt;br /&gt;pessoa reinante não poderá deixar de ser logo conhecido&lt;br /&gt;em todo o Estado, porque será depressa espalhado pela&lt;br /&gt;voz do povo. Para não destruir prematuramente instituições&lt;br /&gt;dos cristãos, temos tocado nelas com habilidade,&lt;br /&gt;tomando em nossas mãos as molas de seu mecanismo.&lt;br /&gt;Essas molas estavam dispostas numa ordem severa,&lt;br /&gt;mas justa ; substituímo-la pela arbitrariedade desordenada.&lt;br /&gt;Tocamos na jurisdição, as eleições, na imprensa, na&lt;br /&gt;liberdade individual, e, sobretudo, na instrução e na edu18&lt;br /&gt;cação, que são as pedras angulares da existência livre.&lt;br /&gt;Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a&lt;br /&gt;mocidade cristã por meio duma educação fundada em&lt;br /&gt;princípios e teorias que sabemos falsos e que são inspirados&lt;br /&gt;por nós. (5)&lt;br /&gt;Por cima das leis existentes, sem mudá-las de&lt;br /&gt;modo essencial, porém somente as desfigurando por&lt;br /&gt;interpretações contraditórias, obtivemos resultados prodigiosos.&lt;br /&gt;Esses resultados manifestaram-se ao princípio&lt;br /&gt;em comentários que mascararam as leis e, em seguida,&lt;br /&gt;completamente as esconderam dos olhos dos governos&lt;br /&gt;incapazes de se orientarem numa legislação embrulhada.&lt;br /&gt;(6)&lt;br /&gt;Daí a teoria do tribunal da consciência. Dizeis que&lt;br /&gt;se rebelarão de armas em punho contra nós, se, antes de&lt;br /&gt;tempo, ou tarde, se aperceberem da manobra, mas nesse&lt;br /&gt;caso, nos países ocidentais, lançaremos mão duma manobra&lt;br /&gt;tão terrível que as almas mais corajosas tremerão:&lt;br /&gt;os metropolitanos já estarão construídos em todas as capitais&lt;br /&gt;e fá-los-emos ir pelos ares com todas as organizações&lt;br /&gt;e documentos de todos os Estados (7).&lt;br /&gt;Notas e Comentários&lt;br /&gt;(1) Diz E. Eberlin em seu livro “Les Juifs”, pág.&lt;br /&gt;201: “Quanto mais uma revolução é radical, mais liberdade&lt;br /&gt;e igualdade resultam para os judeus. Toda nova&lt;br /&gt;corrente de progresso consolida a posição dos judeus.”&lt;br /&gt;B. Lazare, “L’Antisémitisme”, vol II, pág. 17: “... a&lt;br /&gt;assimilação legal acabou na França, em 1830, quando&lt;br /&gt;Lafitte fez inscrever o culto judeu no orçamento. Era&lt;br /&gt;o dasabamento definitivo do Estado Cristão, embora&lt;br /&gt;o Estado Leigo ainda não estivesse completamente&lt;br /&gt;constituído. Em 1839, o derradeiro vestígio das antigas&lt;br /&gt;separações entre judeus e cristãos desapareceu com&lt;br /&gt;a abolição do juramento More Judaico. A assimilação&lt;br /&gt;moral não foi assim tão completa.” Idem, pág. 54: “Os&lt;br /&gt;israelitas deveram sua emancipação a um movimento&lt;br /&gt;filosófico coincidindo ( é muita concidência! ) com um&lt;br /&gt;movimento econômico e não a abolição das prevenções&lt;br /&gt;seculares que existiam contra eles”. Idem, pág 21-22:&lt;br /&gt;“Somente em 1848 os israelitas austríacos se tornaram&lt;br /&gt;cidadãos . Na mesma época, sua emancipação se fez&lt;br /&gt;na Alemanha, na Grécia, na Suécia, na Dinamarca. De&lt;br /&gt;novo, os judeus deveram sua independência ao espírito&lt;br /&gt;revolucionário, que, mais uma vez, vinha da França.&lt;br /&gt;Ewerbeck, em “Qu’est ce que la Bible?”, Paris,&lt;br /&gt;1850, págs. 628-660, traduz estes trechos de Karl Marx&lt;br /&gt;num artigo sobre Bruno Bauer: “O judeu trabalha em&lt;br /&gt;pról da idéia emancipadora universal... A emancipação&lt;br /&gt;judaica, na sua extrema significação, é a emancipação&lt;br /&gt;da humanidade dos laços que o judaísmo lhe impôs...”&lt;br /&gt;(2) Cf. Polzer Hodlizt, “Kaiser Karl”, Viena, 1929,&lt;br /&gt;págs. 302, 385, palavras atribuídas a Anatole France : “A&lt;br /&gt;democracia não tem coração nem entranhas. A serviço&lt;br /&gt;das forças do Ouro é sem piedade e desumana!”&lt;br /&gt;Está conforme...&lt;br /&gt;CAPÍTULO X&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;A força das coisas na política. A “genialidade”&lt;br /&gt;da baixeza.O que promete o golpe de Estado francomaçônico.&lt;br /&gt;O sufrágio universal. A estima de si mesmo.&lt;br /&gt;Os chefes dos franco-maçons.O guia genial da francomaçonaria.&lt;br /&gt;As instituições e suas funções. O veneno do&lt;br /&gt;liberalismo. A constituição é a escola das discórdias de&lt;br /&gt;partidos. A era republicana.Os presidentes são criaturas&lt;br /&gt;da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes.&lt;br /&gt;O “Panamá”. O papel da Câmara dos Deputados e do&lt;br /&gt;Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa.A&lt;br /&gt;nova constituição republicana. Passagem para a “autocracia”&lt;br /&gt;franco-maçônica. Momento da proclamação do&lt;br /&gt;“rei universal”. Inoculação de doenças e outros malefícios&lt;br /&gt;da franco-maçonaria.&lt;br /&gt;COMEÇO AGORA repetindo o que já disse e peçovos&lt;br /&gt;que vos lembreis que os governos e os povos somente&lt;br /&gt;vêem a aparência das cousas.E como poderiam deslindar&lt;br /&gt;seu sentido íntimo, se seus representantes pensam, acima&lt;br /&gt;de tudo, em se divertirem? Importa muito para nossa&lt;br /&gt;política conhecer esse pormenor ; ser-nos-á de grande&lt;br /&gt;auxílio, quando passarmos à discussão da divisão do poder,&lt;br /&gt;da liberdade de palavra, de imprensa, de consciência,&lt;br /&gt;do direito de associação, da igualdade em face da lei, da&lt;br /&gt;inviolabilidade da propriedade, da habitação, do imposto,&lt;br /&gt;da força retroativa das leis. Todas essas questões são de&lt;br /&gt;tal natureza que nunca se deve tocar nelas direta e claramente&lt;br /&gt;diante do povo.No caso em que for necessário&lt;br /&gt;abordá-las, é preciso não as enumerar, porém declarar&lt;br /&gt;em bloco que os princípios do direito moderno serão reconhecidos&lt;br /&gt;por nós. A importância dessa reticência consiste&lt;br /&gt;no seguinte: um princípio não especificado deixa-nos a&lt;br /&gt;liberdade de excluir isto ou aquilo,sem que dêem pela&lt;br /&gt;cousa, enquanto que, enumerando, temos que aceitar o&lt;br /&gt;que for enumerado sem reserva.&lt;br /&gt;O povo tem um amor especial e uma grande estima&lt;br /&gt;pelos gênios políticos e respondea todos os atos de&lt;br /&gt;violência com as palavras:”É um canalha, bem canalha,&lt;br /&gt;mas que habilidade!...Foi uma esperteza, mas bem feita,&lt;br /&gt;e como é insolente!”&lt;br /&gt;Contamos atrair todas as nações para a construção&lt;br /&gt;dum novo edifício fundamental, cujo plano traçamos (1).&lt;br /&gt;Eis porque precisamos, antes de tudo, fazer provisão de&lt;br /&gt;audácia e presença de espírito, qualidades que, na pessoa&lt;br /&gt;de nossos atores destruirão todos os obstáculos que se&lt;br /&gt;anteponham em nosso caminho. Quando tivermos dado o&lt;br /&gt;nosso golpe de Estado, diremos aos povos: “Tudo ia horrivelmente&lt;br /&gt;mal, todos sofreram mais do que aquilo que&lt;br /&gt;se pode suportar. Destruímos as causas de vossos tormentos,&lt;br /&gt;as nacionalidades, as fronteiras, as diversidades&lt;br /&gt;19&lt;br /&gt;de moedas. Sem dúvida, tendes a liberdade de nos jurar&lt;br /&gt;obediência, mas podeis fazê-lo com justiça antes de experimentardes&lt;br /&gt;o que vos damos?”...Então eles nos exaltarão&lt;br /&gt;e carregarão em triunfo com um entusiasmo unânime&lt;br /&gt;de esperanças. O sufrágio universal que criamos para ser&lt;br /&gt;o instrumento de nossa elevação(2) e ao qual habituamos&lt;br /&gt;as mais ínfimas unidades de todos os membros da humanidade&lt;br /&gt;pelas reuniões de grupos e pelos conchavos,&lt;br /&gt;desempenhará pela última vez seu papel para exprimir&lt;br /&gt;o unânime desejo de a humanidade em nos conhecer de&lt;br /&gt;mais perto antes de nos julgar.&lt;br /&gt;Para isso, precisamos levar toda a gente ao sufrágio&lt;br /&gt;universal, sem distinção de classe e de censo eleitoral,&lt;br /&gt;a fim de estabelecer o depotismo da maioria que não se&lt;br /&gt;pode obter das classes censitárias inteligentes. Tendo, assim,&lt;br /&gt;habituado toda a gente a idéia de seu próprio valor,&lt;br /&gt;destruiremos a importância da família cristã e seu valor&lt;br /&gt;educativo(3), deixaremos que se produzam individualidades&lt;br /&gt;que a multidão, guiada por nós, não permitirá que se&lt;br /&gt;faça notar, nem mesmo que fale; estará acostumada a&lt;br /&gt;ouvir somente a nós, que lhe pagamos sua obediência e&lt;br /&gt;atenção. Desta sorte, faremos do povo uma força tão cega&lt;br /&gt;que, em toda a parte, só se poderá mover guiada pelos&lt;br /&gt;nossos agentes, postos em lugar de seus chefes naturais.&lt;br /&gt;Submeter-se-á a esse regime, porque saberá que desses&lt;br /&gt;novos chefes dependerão seus ganhos, os dons gratuitos&lt;br /&gt;e toda a espécie de bens.&lt;br /&gt;Um plano de governo deve sair pronto duma única&lt;br /&gt;cabeça, porque seria incoerente, se diversos espíritos tomassem&lt;br /&gt;a si a tarefa de estabelecê-lo. Por isso, devemos&lt;br /&gt;conhecer um plano de ação, mas não discutí-lo, a fim de&lt;br /&gt;não quebrar seu caráter genial, a ligação entre suas várias&lt;br /&gt;partes, a força prática e a significação secreta de cada um&lt;br /&gt;de seus ponto. Se o sufrágio universal o discutir e modificar,&lt;br /&gt;guardará o vestígio de todas as falsas concepções&lt;br /&gt;dos espíritos que não terão penetrado a profundeza e a&lt;br /&gt;ligação dos desígnios. É necessário que nossos planos&lt;br /&gt;sejam fortes e bem concebidos. Por essa razão, não devemos&lt;br /&gt;lançar o trabalho genial de nosso chefe aos pés&lt;br /&gt;da multidão, nem mesmo desvendá-lo a um agrupamento&lt;br /&gt;restrito.&lt;br /&gt;Esses planos não derrubarão no momento as instituições&lt;br /&gt;modernas. Mudarão somente a sua economia, e,&lt;br /&gt;por conseguinte, todo o seu desenvolvimento, que, assim,&lt;br /&gt;se orientarão de acordo com nossos projetos.&lt;br /&gt;As mesmas cousas mais ou menos existem em todos&lt;br /&gt;os países com nomes diferentes: a Representação, os&lt;br /&gt;Ministérios, o Senado, o Conselho de Estado, o Corpo Legislativo&lt;br /&gt;e o Corpo Executivo. Não preciso explicar-vos o&lt;br /&gt;mecanismo das relações entre essas instituições, porque&lt;br /&gt;o conheceis bastante; notai somente que cada qual dessas&lt;br /&gt;instituições corresponde a alguma função importante&lt;br /&gt;do Estado e peço-vos notar ainda que é a função e não a&lt;br /&gt;instituição em si que considero importante ; portanto, não&lt;br /&gt;são as instituições que são importantes, porém suas funções.&lt;br /&gt;As instituições dividiram entre si todas as funções&lt;br /&gt;do governo: funções administrativas, legislativa, executiva.&lt;br /&gt;Por isso elas trabalham no organismo do Estado como&lt;br /&gt;os órgãos no corpo humano. Se prejudicarmos uma parte&lt;br /&gt;da máquina do Estado, o Estado ficará doente, como o&lt;br /&gt;corpo humano, e morrerá (4).&lt;br /&gt;Quando introduzimos no organismo do Estado o&lt;br /&gt;veneno do liberalismo, toda a sua constituição política&lt;br /&gt;foi mudada: os Estados caíram doentes com uma doença&lt;br /&gt;mortal: a decomposição do sangue; não resta mais do que&lt;br /&gt;esperar o fim de sua agonia.&lt;br /&gt;Do liberalismo nasceram os governos constitucionais,&lt;br /&gt;que substituíram, para os cristãos, a autocracia&lt;br /&gt;salutar, e a constituição, como bem o sabeis, não é mais&lt;br /&gt;do que uma escola de discórdias, de desinteligência, de&lt;br /&gt;discussões, de dissentimentos, de agitações estéreis&lt;br /&gt;dos partidos; em uma palavra, é a escola de tudo o que&lt;br /&gt;faz com que um Estado perca sua individualidade e sua&lt;br /&gt;personalidade.A tribuna, assim como a imprensa, condenou&lt;br /&gt;os governos à inação e a fraqueza; tornou-os pouco&lt;br /&gt;necessários, inúteis; é isso que explica que sejam derrubados.&lt;br /&gt;A era republicana se tornou, então, possível,&lt;br /&gt;quando substituímos o governante por uma caricatura de&lt;br /&gt;governo, por um presidente tomado na multidão, no meio&lt;br /&gt;de nossas criaturas, de nossos escravos.Aí está o fundo&lt;br /&gt;da mina que cavamos sob o povo dos cristãos, ou melhor,&lt;br /&gt;sob os povos cristãos.&lt;br /&gt;Em um futuro próximo, criaremos a responsabilidade&lt;br /&gt;dos presidentes.&lt;br /&gt;Então, faremos passar sem grande esforço cousas,&lt;br /&gt;cuja responsabilidade caberá a nossa criatura. Que nos&lt;br /&gt;importa que as fileiras daqueles que aspiram ao poder&lt;br /&gt;se tornem mais raras, que produzam, por falta de presidentes&lt;br /&gt;capazes, embaraços que desorganizaem completamente&lt;br /&gt;o país?(5).&lt;br /&gt;Para chegar a esse resultado, maquinaremos a&lt;br /&gt;eleição de presidentes que tenham em seu passado uma&lt;br /&gt;tara oculta, algum “panamá”. O receio de revelações, o&lt;br /&gt;desejo próprio a cada homem que chega ao poder de conservar&lt;br /&gt;seus privilégios, vantagens e honras ligadas à sua&lt;br /&gt;condição, farão com que sejam fiéis executores de nossas&lt;br /&gt;ordens. A câmara dos deputados cobrirá, defenderá, elegerá&lt;br /&gt;presidentes, porém nós lhe retiraremos o direito de&lt;br /&gt;propor leis, de modificá-las; esse direito será atribuído ao&lt;br /&gt;presidente responsável, que se tornará mero joguete em&lt;br /&gt;nossas mãos.&lt;br /&gt;O poder do governo se tornará, sem dúvida, o alvo&lt;br /&gt;de todos os ataques. Nós lhe daremos para sua defesa&lt;br /&gt;o direito de apelo à decisão do povo, sem ser pelo intermédio&lt;br /&gt;de seus representantes, isto é, recorrendo ao&lt;br /&gt;nosso servidor cego, a maioria. Daremos, além disso, ao&lt;br /&gt;presidente o direito de declarar guerra. Fundamentaremos&lt;br /&gt;este último direito, dizendo que o presidente, como chefe&lt;br /&gt;das forças armadas do país, deve ter ao seu dispor, para&lt;br /&gt;defender a nova constituição republicana, todas elas, pois&lt;br /&gt;será o representante responsável dessa constituição.&lt;br /&gt;Nessas condições, o chefe do santuário estará em&lt;br /&gt;20&lt;br /&gt;nossas mãos e ninguém, exceto nós, dirigirá mais a força&lt;br /&gt;legislativa.&lt;br /&gt;Demais, retiraremos à câmara, introduzindo na&lt;br /&gt;nova constituição republicanam o direito de interpelação&lt;br /&gt;sob o pretexto de salvaguardar o segredo político. Restringiremos&lt;br /&gt;pela nova constituição o número dos representantes&lt;br /&gt;ao mínimo, o que terá por efeito diminuir tanto as&lt;br /&gt;paixões políticas quanto a paixão pela política. Se contra&lt;br /&gt;toda expectativa, elas despertarem mesmo nesse pequeno&lt;br /&gt;número de representantes, reduzi-lo-emos a nada,&lt;br /&gt;apelando para a maioria do povo...&lt;br /&gt;Do presidente dependerá a nomeação dos presidentes&lt;br /&gt;e vice-presidentes da Câmara e do Senado. Em&lt;br /&gt;lugar das sessões parlamentares constantes, limitaremos&lt;br /&gt;a reunião dos Parlamentos a alguns meses.Além disso, o&lt;br /&gt;presidente, como chefe do poder executivo, terá o direito&lt;br /&gt;de convocar ou dissolver o parlamento, e no caso de&lt;br /&gt;dissolução, de adiar a nova convocação. Mas, para que&lt;br /&gt;as consequências de todos esses atos, na realidade ilegais,&lt;br /&gt;não recaiam sobre a responsabilidade do presidente,&lt;br /&gt;estabelecida por nós, o que prejudicaria nossos planos,&lt;br /&gt;sugerimos aos ministros e aos outros funcionários que&lt;br /&gt;rodeiem o presidente a idéia de passar por cima de suas&lt;br /&gt;disposições com as medidas que eles próprios tomem;&lt;br /&gt;deste modo, ficarão responsáveis em seu lugar... Aconselhamos&lt;br /&gt;confiar esse papel sobretudo ao Senado, ao Conselho&lt;br /&gt;de Estado, ao Conselho de Ministros, de preferência&lt;br /&gt;a um indivíduo só. (6)&lt;br /&gt;O presidente interpretará, dócil ao nosso desejo, as&lt;br /&gt;leis existentes, que possam ser interpretadas diferentemente;&lt;br /&gt;anula-las-á, quando lhe apontarmos essa necessidade;&lt;br /&gt;terá o direito de propor leis provisórias e até nova&lt;br /&gt;reforma da constituição, com o pretexto do supremo bem&lt;br /&gt;do Estado.&lt;br /&gt;Essas medidas nos darão o meio de destruir pouco&lt;br /&gt;a pouco, passo a passo, tudo o que , a princípio, quando&lt;br /&gt;de nossa tomada do poder, formos forçados a introduzir&lt;br /&gt;nas constituições dos Estados(7); passaremos daí,&lt;br /&gt;imperceptivelmente, à supressão de toda a constituição,&lt;br /&gt;quando chegar a hora de reunir todos os governos sob a&lt;br /&gt;nossa autocracia.&lt;br /&gt;O reconhecimento de nossa autocracia pode&lt;br /&gt;ocorrer antes da supressão da constituição, se os povos&lt;br /&gt;fatigados pelas desordens e pela frivolidade de seus&lt;br /&gt;governantes exclamarem: “Expulsai-os e dai-nos um rei&lt;br /&gt;universal para que nos possa reunir e destruir as causas&lt;br /&gt;de nossas discórdias : as fronteiras das nações e religiões,&lt;br /&gt;os cálculos dos Estados; um rei que nos dê a paz e o&lt;br /&gt;repouso que não podemos (e pudemos)obter com nossos&lt;br /&gt;governantes e representantes!”&lt;br /&gt;Vós mesmo sabeis muito bem que, para tornar possíveis&lt;br /&gt;tais desejos, é preciso perturbar constantemente,&lt;br /&gt;em todos os países, as relações entre o povo e o governo,&lt;br /&gt;a fim de cansar todos pela desunião, pela inimizade, pelo&lt;br /&gt;ódio, mesmo pelo martírio, pela fome, pela inoculação de&lt;br /&gt;doenças(8), pela miséria, a fim de que os cristãos não&lt;br /&gt;vejam outra salvação senão recorrer à nossa plena e definitiva&lt;br /&gt;sabedoria (9)&lt;br /&gt;Se dermos aos povos tempo para respirar, talvez&lt;br /&gt;jamais se apresente a ocasião favorável.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XI&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;O programa da nova constituição.&lt;br /&gt;Alguns pormenores sobre o golpe&lt;br /&gt;de Estado proposto. Os cristãos são carneiros.&lt;br /&gt;A franco-maçonaria secreta e suas lojas de “fachada”&lt;br /&gt;O CONSELHO de Estado será preposto a sublinhar o&lt;br /&gt;poder do governo; sob a aparência dum corpo legislativo,&lt;br /&gt;será, na realidade, uma comissão de redação das leis e&lt;br /&gt;decretos do governante.&lt;br /&gt;Eis aqui o programa da nova constituição que elaboramos.&lt;br /&gt;Criaremos a lei, o direito e o tribunal: 1)sob a&lt;br /&gt;forma de propostas ao corpo legislativo; 2) por decretos&lt;br /&gt;do presidente sob a forma de ordens gerais, por atos do&lt;br /&gt;Senado e decisões do Conselho de Estado, sob a forma de&lt;br /&gt;ordens ministeriais; 3) no caso em que seja oportuno, sob&lt;br /&gt;a forma de golpe de Estado.Agora que, aproximadamente,&lt;br /&gt;estabelecemos esse modus agendi, ocupemo-nos das&lt;br /&gt;medidas que nos servirão para rematar a transformação&lt;br /&gt;do Estado no sentido que já expusemos. Refiro-me à liberdade&lt;br /&gt;de imprensa, ao direito de associação, à liberdade&lt;br /&gt;de consciência, ao princípio eletivo e a muitas outras&lt;br /&gt;coisas que deverão desaparecer do repertório ou serem&lt;br /&gt;radicalmente mudadas, quando for proclamada a nova&lt;br /&gt;constituição. Somente nesse momento ser-nos-á possível&lt;br /&gt;publicar ao mesmo tempo todas as nossas ordens.&lt;br /&gt;Em seguida, toda mudança sensível será perigosa&lt;br /&gt;e eis porque: se essa mudança se operar num sentido&lt;br /&gt;de rigorosa severidade, pode desencadear o desespero&lt;br /&gt;provocado pelo receio de novas modificações do mesmo&lt;br /&gt;teor; se pelo contrário, se operar no sentido de complacências&lt;br /&gt;ulteriores, dir-se-á que reconhecemos nossos&lt;br /&gt;erros e isto empanará a auréola de infalibilidade do novo&lt;br /&gt;poder ou dirão que tivemos medo e fomos obrigados a&lt;br /&gt;concessões que ninguém nos agradecerá, porque as julgarão&lt;br /&gt;devidas... Num e noutro caso, ficaria prejudicado&lt;br /&gt;o prestígio da nova constituição. Queremos que, no próprio&lt;br /&gt;dia de sua proclamação, quando os povos estiverem&lt;br /&gt;mergulhados no terror e na perplexidade, queremos que&lt;br /&gt;nesse momento, reconheçam que somos tão fortes, tão&lt;br /&gt;invulneráveis, tão poderosos que não fazemos o menor&lt;br /&gt;caso deles; que, não somente não daremos atenção às&lt;br /&gt;suas opiniões e aos seus desejos, mas estaremos prontos&lt;br /&gt;e preparados, com indiscutível autoridade, para reprimir&lt;br /&gt;qualquer expressão, qualquer manifestação desses desejos&lt;br /&gt;e opiniões; que nos apoderamos de uma só vez de&lt;br /&gt;21&lt;br /&gt;tudo o que precisávamos e que, em caso algum, partilharemos&lt;br /&gt;com eles nosso poder(1)... Então, fecharão os olhos&lt;br /&gt;e esperarão os acontecimentos.&lt;br /&gt;Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós somos&lt;br /&gt;os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros&lt;br /&gt;quando os lobos penetram no redil!&lt;br /&gt;Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque&lt;br /&gt;nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas,&lt;br /&gt;quando se aquietarem os inimigos da paz e os&lt;br /&gt;partidos forem reduzidos à impotência.&lt;br /&gt;É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo&lt;br /&gt;ao passado...&lt;br /&gt;Para que teríamos inventado e inspirado aos cristãos&lt;br /&gt;toda essa política, sem lhes dar os meios de penetrála,&lt;br /&gt;para que, senão para alcançar secretamente por não&lt;br /&gt;poder, como raça dispersa, alcançar diretamente? (2) Isso&lt;br /&gt;serviu de base à nossa organização da franco-maçonaria&lt;br /&gt;secreta(3), que ninguém conhece e cujos desígnios não&lt;br /&gt;são sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por&lt;br /&gt;nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares&lt;br /&gt;de seus próprios irmãos.&lt;br /&gt;Deus nos deu, a nós, seu povo eleito, a dispersão(4)&lt;br /&gt;e, nessa fraqueza de nossa raça se encontra a força que&lt;br /&gt;nos trouxe hoje ao limiar do domínio universal.&lt;br /&gt;Resta-nos pouca coisa a edificar sobre esses alicerces&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1) Foi o que praticaram na Rússia: apoderaramse&lt;br /&gt;de tudo e fizeram o que quiseram sem dar satisfações&lt;br /&gt;a ninguém. Segundo documenta Pemjean, no “La&lt;br /&gt;Maffia Judeo-Maçonnique”, págs. 227-231, a revolução&lt;br /&gt;bolchevista foi comanditada pelo judeu-norte-americano&lt;br /&gt;Jacob Schriff, chefe da firma bancária Kuhn, Loeb&lt;br /&gt;&amp;amp; Co., de Nova York, associado aos banqueiros judeus&lt;br /&gt;Felix Warburg e Otto Kahn. Foi esse mesmo grupo de&lt;br /&gt;negocistas quem levou a presidência da República seu&lt;br /&gt;testa de ferro Hoover, com o fito de estabelecer a moratória&lt;br /&gt;do Plano Young, com o que, através da Alemanha&lt;br /&gt;humilhada, o judaísmo encheu o papo. Cf. Valéry-Radot,&lt;br /&gt;“Les temps de la colère”, pág. 51. Os judeus Mortimer&lt;br /&gt;Schriff, irmão do banqueiro Jacob, Jeronimo H Hanauer,&lt;br /&gt;Guggenheim, Max Braitung e Warburg Stockolm, da&lt;br /&gt;gazeta novayorquina “Foward” (“Avante”), tomaram&lt;br /&gt;parte na organização e financiamento da revolução&lt;br /&gt;bolchevista russa por intermédio do judeu Bronstein&lt;br /&gt;que tomou o nome de Trostky.Tudo isso foi revelado em&lt;br /&gt;abril de 1917 pelo judeu Paulo Warbug, despeitado por&lt;br /&gt;ter sido posto fora do Federal Reserve Board. Ele fora&lt;br /&gt;amigo íntimo dos grandes propagandistas do judaísmo:&lt;br /&gt;o rabino Magnés e Jacob Millikow. Gozara da intimidade&lt;br /&gt;de Jacob Schriff. Tudo isso está comprovado por um&lt;br /&gt;documento autêntico dos Estados Maiores Francês e&lt;br /&gt;Russo, de 1916, publicado por Léon de Poncins em “Les&lt;br /&gt;forces secrètes de la Révolution”, págs. 168-170.&lt;br /&gt;(2) Essa política vem de muito longe, desde que&lt;br /&gt;os próprios cristãos, obedecendo a sugestões, intrigas&lt;br /&gt;e idéias maquiavélicas, quebraram a unidade do seu&lt;br /&gt;pensamento e de sua fé. “Foi o espírito judaico que&lt;br /&gt;triunfou com o protestantismo”, afirma o judeu Bernard&lt;br /&gt;Lazare, “L’Antisémitisme”, vol I, pág. 225. “O espírito judaico&lt;br /&gt;que penetrou a reforma trabalhou pelos judeus”,&lt;br /&gt;diz o imparcialíssimo Georges Batault, “Le problème&lt;br /&gt;juif”, pág. 188, nota. “O puritanismo é o judaísmo”, diz&lt;br /&gt;Werner Sombart, “Die Juden und das Wirtschaftsleben”,&lt;br /&gt;cap. XI, pág. 252, Cf. VII, 255.&lt;br /&gt;(3) A loja maçônica dos B’nai-Brith, só de judeus,&lt;br /&gt;por exemplo.&lt;br /&gt;(4) Nessa dispersão, o judeu, para se conservar&lt;br /&gt;puro e unido, criou o ghetto, que os ignorantes atribuem&lt;br /&gt;as perseguições dos cristãos. O imparcialíssimo Batault,&lt;br /&gt;op.cit. , pág.99, afirma:”se os judeus foram encerrados&lt;br /&gt;em bairros especiais, é porque foram os primeiros a desejar&lt;br /&gt;isso, o que seus costumes e convicções exigiam”.&lt;br /&gt;O judeu B. Lazare, op. cit. , pág 206, confirma: “ Os ghettos&lt;br /&gt;que, muitas vezes, os judeus aceitavam, e mesmo&lt;br /&gt;procuravam, no seu desejo de se separarem do mundo,&lt;br /&gt;de viverem à parte, sem se misturar com as nações, a&lt;br /&gt;fim de guardarem a integridade de suas crenças e de&lt;br /&gt;sua raça. Tanto assim que, em muitos países, os éditos&lt;br /&gt;que ordenavam aos judeus de se confinarem em bairros&lt;br /&gt;especiais somente consagravam um estado de coisas&lt;br /&gt;já existente”.&lt;br /&gt;Basta ver no Rio de Janeiro como os judeus se&lt;br /&gt;adensam do Campo de Sant’Ana ao Mangue, em São&lt;br /&gt;Paulo, da Luz ao Bom Retiro, transformando aqueles&lt;br /&gt;trechos das cidades em bairros especiais judaicos.&lt;br /&gt;A esses bairros especiais nossos antepassados&lt;br /&gt;portugueses chamavam judiaria, mouraria e bandél; os&lt;br /&gt;alemães de iudengassen; os italianos giudecca. A palavra&lt;br /&gt;ghetto provém do hebraico ghet, que quer dizer&lt;br /&gt;divórcio, separação.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Interpretação maçônica da palavra “liberdade”.&lt;br /&gt;Futuro da imprensa no reino dos franco-maçons.&lt;br /&gt;O controle da imprensa.As agências de correspondentes.&lt;br /&gt;Que é o progresso para os franco-maçons?A solidariedade&lt;br /&gt;dos franco-maçons na imprensa moderna. Excitação&lt;br /&gt;das exigências “sociais” provinciais. Infalibilidade&lt;br /&gt;do novo regime.&lt;br /&gt;DEFINIREMOS da seguinte maneira a palavra “liberdade”,&lt;br /&gt;que pode ser interpretada de vários modos:&lt;br /&gt;A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite(1).&lt;br /&gt;Tal interpretação da palavra liberdade nos tempos que vão&lt;br /&gt;vir fará com que toda liberdade esteja nas nossas mãos,&lt;br /&gt;22&lt;br /&gt;porque as leis destruirão ou criarão o que nos for agradável,&lt;br /&gt;segundo o programa que já expusemos.&lt;br /&gt;Com a imprensa, agiremos do seguinte modo. Que&lt;br /&gt;papel desempenha agora a imprensa? Serve para acender&lt;br /&gt;as paixões ou conservar o egoísmo dos partidos. Ela é&lt;br /&gt;vã, injusta e mentirosa e a maioria das pessoas não compreende&lt;br /&gt;absolutamente para que serve(2). Nós lhe poremos&lt;br /&gt;sela e fortes rédeas, fazendo o mesmo com todas as&lt;br /&gt;obras impressas, porque de que serviria nos desembaraçarmos&lt;br /&gt;da imprensa, se servíssemos de alvo à brochura&lt;br /&gt;e ao livro? Transformaremos a publicidade, que hoje nos&lt;br /&gt;custa caro, porque nos permite censurar os jornais, em&lt;br /&gt;uma fonte de renda para nosso Estado. Criaremos um imposto&lt;br /&gt;especial sobre a imprensa. Exigiremos uma caução,&lt;br /&gt;quando se fundarem os jornais ou oficinas de impressão.&lt;br /&gt;Assim, nosso governo ficará garantido contra qualquer&lt;br /&gt;ataque da imprensa. Oportunamente, aplicaremos multas&lt;br /&gt;sem piedade. Selos, cauções e multas darão enorme renda&lt;br /&gt;ao Estado.&lt;br /&gt;É verdade que os jornais de partido poderiam ficar&lt;br /&gt;acima dos prejuízos em dinheiro; mas os suprimiremos&lt;br /&gt;logo ao segundo ataque.&lt;br /&gt;Ninguém tocará impunemente a auréola de nossa&lt;br /&gt;infalibilidade governamental. Pretextaremos, para suprimir&lt;br /&gt;um jornal, que ele agita os espíritos sem motivo e sem&lt;br /&gt;razão. Peço-vos notar que, entre os jornais que nos atacarem,&lt;br /&gt;haverá órgãos criados por nós, os quais atacarão&lt;br /&gt;somente os pontos, cuja modificação nós desejarmos(3).&lt;br /&gt;Nada será comunicado à sociedade sem nosso&lt;br /&gt;controle. Esse resultado já foi alcançado em nossos&lt;br /&gt;dias, porque todas as notícias são recebidas por diversas&lt;br /&gt;agências, que as centralizam de toda a parte do mundo(4).&lt;br /&gt;Essas agências estarão, então, inteiramente em nossas&lt;br /&gt;mãos e só publicarão o que consentirmos.&lt;br /&gt;Se no momento atual, já soubemos apoderar-nos&lt;br /&gt;dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo que todos&lt;br /&gt;olham os&lt;br /&gt;acontecimentos mundiais através dos vidros de cor&lt;br /&gt;dos óculos que lhes pusemos nos olhos, se já, em nenhum&lt;br /&gt;Estado, não há mais fechaduras que nos impeçam o acesso&lt;br /&gt;de que os cristãos tolamente denominam segredos de&lt;br /&gt;Estado, o que será quando formos os donos reconhecidos&lt;br /&gt;do universo sob o domínio de nosso rei universal...?&lt;br /&gt;Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou&lt;br /&gt;impressor, será obrigado a obter um diploma, o qual, no&lt;br /&gt;caso de seu possuidor se tornar culpado dum malefício&lt;br /&gt;qualquer, será imediatamente confiscado.Com tais medidas,&lt;br /&gt;o instrumento do pensamento se tornará um meio&lt;br /&gt;de educação nas mãos de nosso governo, o qual não&lt;br /&gt;permitirá mais as massas populares divagarem sobre os&lt;br /&gt;benefícios do progresso (5). Quem é que, entre nós, não&lt;br /&gt;sabe que esses benefícios ilusórios levam diretamente a&lt;br /&gt;sonhos absurdos? Desses sonhos se originaram as relações&lt;br /&gt;anárquicas dos homens entre si e com o poder, porque&lt;br /&gt;o progresso, ou melhor, a idéia do progresso foi que&lt;br /&gt;deu a idéia de todas as emancipações, sem fixar os seus&lt;br /&gt;limites...(6). Todos aqueles que chamamos liberais são&lt;br /&gt;anarquistas, senão de fato, pelo menos de pensamento.&lt;br /&gt;Cada qual deles busca as ilusões da liberdade e cai na&lt;br /&gt;anarquia, protestando pelo simples prazer de protestar...&lt;br /&gt;Voltemos à imprensa. Nós a gravaremos, como tudo&lt;br /&gt;quanto se imprima, com impostos em selo a tanto por folha&lt;br /&gt;ou página, e com garantias; os volumes de menos de&lt;br /&gt;30 páginas serão tributados com o dobro. Registrá-losemos&lt;br /&gt;na categoria das brochuras, primeiro para reduzir o&lt;br /&gt;número de revistas, que são o pior dos venenos, segundo&lt;br /&gt;porque essa medida obrigará os escritores a produzirem&lt;br /&gt;obras muito longas, que serão pouco lidas, sobretudo por&lt;br /&gt;causa de seu custo. Pelo contrário, o que nós editarmos&lt;br /&gt;para muitos espíritos, na tendência que tivermos estabelecido,&lt;br /&gt;será barato e lido por toda a gente. O imposto matará&lt;br /&gt;o vão desejo de escrever e o temor da punição porá&lt;br /&gt;os literatos na nossa dependência.&lt;br /&gt;Se houver quem deseje escrever contra nós, não&lt;br /&gt;haverá ninguém que imprima.Antes de aceitar uma obra&lt;br /&gt;para imprimir, o editor ou impressor consultará as autoridades&lt;br /&gt;a fim de obter a necessária autorização. Deste&lt;br /&gt;modo, conheceremos de antemão as emboscadas que&lt;br /&gt;nos armem e as destruiremos, dando explicações com&lt;br /&gt;antecedência sobre o assunto tratado.&lt;br /&gt;A literatura e o jornalismo são as duas forças educativas&lt;br /&gt;mais importantes; por isso, nosso governo será&lt;br /&gt;proprietário da maioria dos jornais. Assim, a influência&lt;br /&gt;perniciosa da imprensa particular será neutralizada e&lt;br /&gt;adquiriremos enorme influência sobre os espíritos. Se&lt;br /&gt;autorizarmos dez jornais, fundaremos logo trinta, e assim&lt;br /&gt;por diante.&lt;br /&gt;O público nem desconfiará disso. Todos os jornais&lt;br /&gt;editados por nós terão, aparentemente, tendências e&lt;br /&gt;opiniões as mais opostas, o que despertará a confiança&lt;br /&gt;neles, e atrairá a eles nossos adversários confiantes, que&lt;br /&gt;cairão na armadilha e se tornarão inofensivos. (7)&lt;br /&gt;Os órgãos de caráter oficial virão em primeiro plano.&lt;br /&gt;Velarão sempre pelos nossos interesses e por isso sua&lt;br /&gt;influência será quase nula.&lt;br /&gt;No segundo plano, virão os oficiosos, cujo papel&lt;br /&gt;será atrair os indiferentes e amorfos.&lt;br /&gt;No terceiro plano, poremos a pretensa oposição.&lt;br /&gt;Um órgão pelo menos deve ser sempre o antípoda de&lt;br /&gt;nossas idéias(8).&lt;br /&gt;Nossos adversários tomarão esse falso opositor&lt;br /&gt;como seu aliado e nos mostrarão seu jogo.&lt;br /&gt;Nossos jornais serão de todas as tendências: uns&lt;br /&gt;aristocráticos; outros, republicanos, revolucionários, ou&lt;br /&gt;mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição, bem&lt;br /&gt;entendido.&lt;br /&gt;Terão, como o deus hindú Vichnú, cem mãos, cada&lt;br /&gt;uma das quais acelerará a mudança da sociedade(9);&lt;br /&gt;essas mãos conduzirão a opinião no sentido conveniente&lt;br /&gt;aos nossos fins, porque um homem muito agitado perde&lt;br /&gt;a faculdade de raciocinar e facilmente se abandona à sugestão.&lt;br /&gt;Os imbecis que pensarem que repetem a opinião&lt;br /&gt;23&lt;br /&gt;de seu partido repetirão a nossa opinião ou a que nos convier.&lt;br /&gt;Imaginarão que seguem o órgão de seu partido e seguirão,&lt;br /&gt;na realidade, a bandeira que arvorarmos por ele.&lt;br /&gt;Para dirigir nesse rumo nosso exército de jornalistas,&lt;br /&gt;deveremos organizar essa obra com cuidado muito&lt;br /&gt;especial.Sob o nome de escritório central de imprensa,&lt;br /&gt;organizaremos reuniões literárias, nas quais nossos agentes&lt;br /&gt;dirão, sem que ninguém desconfie, a palavra de ordem&lt;br /&gt;e os sinais. Discutindo e contradizendo nossa iniciativa de&lt;br /&gt;modo superficial, sem penetrar no âmago das questões,&lt;br /&gt;nossos órgãos entreterão vaga polêmica com os jornais&lt;br /&gt;oficiais, a fim de nos dar os meios de nos pronunciarmos&lt;br /&gt;mais claramente do que o poderíamos fazer nas nossas&lt;br /&gt;primeiras declarações oficiais.&lt;br /&gt;Esses ataques desempenharão ainda o papel de&lt;br /&gt;fazer com que nossos súditos se julguem garantidos de&lt;br /&gt;falar livremente; isso dará, demais, a nossos agentes&lt;br /&gt;motivo para dizerem e afirmarem que os órgãos que se&lt;br /&gt;declaram contra nós nada mais fazem do que falar a toa,&lt;br /&gt;pois que não podem achar verdadeiras razões para refutar&lt;br /&gt;seriamente nossas medidas.&lt;br /&gt;Tais processos, despercebidos da opinião pública,&lt;br /&gt;porém seguros, certamente atrairão para nós a atenção e&lt;br /&gt;a confiança pública.Graças a eles, excitaremos e acalmaremos,&lt;br /&gt;conforme for preciso, os espíritos, nas questões&lt;br /&gt;políticas, persuadindo-os ou desanimando-os, imprimindo&lt;br /&gt;ora a verdade, ora a mentira, confirmando os fatos, ou&lt;br /&gt;contestando, segundo a impressão que fizerem no público,&lt;br /&gt;apalpando sempre prudentemente o terreno antes de&lt;br /&gt;dar um passo...Venceremos infalivelmente nossos adversários,&lt;br /&gt;porque eles não terão à sua disposição órgãos em&lt;br /&gt;que se possam pronunciar até o fim, devido as medidas a&lt;br /&gt;que já aludimos. Não teremos necessidade de refutá-los&lt;br /&gt;profundamente...&lt;br /&gt;Refutaremos enérgicamente em nossos órgãos oficiosos&lt;br /&gt;os balões de ensaio lançados por nós na terceira&lt;br /&gt;categoria de nossa imprensa, em caso de necessidade.&lt;br /&gt;Já agora, nas formas do jornalismo francês, pelo&lt;br /&gt;menos existe uma solidariedade franco-maçônica. Todos&lt;br /&gt;os órgãos da imprensa estão ligados entre si pelo segredo&lt;br /&gt;profissional; semelhantes aos antigos augures, nenhum&lt;br /&gt;de seus membros revelará o segredo de suas informações,&lt;br /&gt;se não receber ordem para isso. Nenhum jornalista&lt;br /&gt;ousará trair esse segredo, porque nenhum deles será admitido&lt;br /&gt;na órbita da literatura, se não tiver uma mancha em&lt;br /&gt;seu passado; essa mancha seria imediatamente revelada.&lt;br /&gt;Enquanto tais manchas forem conhecidas somente por&lt;br /&gt;alguns, a auréola do jornalista atrairá a opinião da maioria&lt;br /&gt;do país e ele será seguido com entusiasmo. (10).&lt;br /&gt;Nossos cálculos se estendem sobretudo para a&lt;br /&gt;província. É necessário que nela excitemos esperanças&lt;br /&gt;e aspirações opostas às da capital que faremos passar&lt;br /&gt;como espontâneas. é claro que a fonte será sempre a&lt;br /&gt;mesma: elas partirão de nós. Enquanto não desfrutarmos&lt;br /&gt;o poder de modo completo, teremos a necessidade de envolver&lt;br /&gt;as capitais pelas opiniões dos povos da província,&lt;br /&gt;isto é, pelas opiniões da maioria manobrada por nossos&lt;br /&gt;agentes. É necessário que as capitais, no momento psicológico,&lt;br /&gt;não discutam o fato consumado, por isso é que já&lt;br /&gt;foi aceito pela opinião provincial.&lt;br /&gt;Quando entrarmos no novo regime que preparará&lt;br /&gt;nosso reinado, não poderemos tolerar a revelação da desonestidade&lt;br /&gt;pública pela imprensa; será necessário que&lt;br /&gt;se creia que o novo regime satisfez tão bem toda a gente&lt;br /&gt;que os próprios crimes desapareceram... Os casos de manifestação&lt;br /&gt;da criminalidade não deverão ser conhecidos&lt;br /&gt;de suas vítimas e de suas testemunhas acidentais (11).&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(2) Para mostrar como o judeu manobra a imprensa,&lt;br /&gt;corrompe-a e por meio dela estabelece a confusão,&lt;br /&gt;basta o seguinte exemplo: no dia 14 de abril de&lt;br /&gt;1936, o “Diário da Noite”, do Rio de Janeiro estampou&lt;br /&gt;um editorial, “Os judeus no Brasil”, elogiando a ação&lt;br /&gt;dos israelitas através de nossa história e condenando&lt;br /&gt;qualquer campanha racista; no dia 16 do mesmo mês&lt;br /&gt;e ano, o “Diário de São Paulo”, publicou um artigo de&lt;br /&gt;redação “Campanha Injustificável”, abundando em&lt;br /&gt;idênticas considerações afirmando que os judeus são&lt;br /&gt;uma força do progresso nacional e chamando de “abastardamento&lt;br /&gt;espiritual” qualquer campanha contra eles;&lt;br /&gt;anteriormente, num artigo contra o judeu Oscar Flues,&lt;br /&gt;o jornalista Oswaldo Chateaubriand, escrevia as seguintes&lt;br /&gt;palavras: “...agradecerá de havermos feito com&lt;br /&gt;esse porco o serviço que a Alemanha racista põe em&lt;br /&gt;prática em relação a tipos dessa ordem, quando sanea&lt;br /&gt;a nação das podridões inevitáveis”...&lt;br /&gt;Ora, o “Diário da Noite” e o “Diário de São Paulo”&lt;br /&gt;pertencem ao mesmo consórcio jornalístico denominado&lt;br /&gt;“Diários Associados”, de propriedade do sr. Assis&lt;br /&gt;Chateaubriand, e o sr. Oswaldo Chateaubriand é irmão&lt;br /&gt;do sr. Assis e diretor do “Diário de São Paulo”... Decifrese&lt;br /&gt;o enigma!&lt;br /&gt;(3) Em outro ponto deste capítulo dos “protocolos”,&lt;br /&gt;este pensamento é ainda mais explícito, como&lt;br /&gt;veremos.&lt;br /&gt;(4) “La Libre Parole”, de Paris, tem denunciado&lt;br /&gt;documentadamente que as agências internacionais&lt;br /&gt;como a Havas, a United Press, etc... estão na mão dos&lt;br /&gt;judeus.&lt;br /&gt;(5) Esse desideratum já foi conseguido na Rússia,&lt;br /&gt;onde só o Estado é editor de livros, revistas, folhetos e&lt;br /&gt;jornais.&lt;br /&gt;(6) É o chamado espírito revolucionário. O judeu&lt;br /&gt;encarna-o. Cf. Gougenot des Mosseaux, “Le juif, le judaisme&lt;br /&gt;et la judaisation des peuples chrétiens”, pág.&lt;br /&gt;25, : “O judeu é o preparador, o maquinador, o engenheiro-&lt;br /&gt;chefe das revoluções”.&lt;br /&gt;B. Lazare, “L’Antisémitisme”, vol II, pág. 182 : “A&lt;br /&gt;acusação dos anti-semitas parece fundada: o judeu&lt;br /&gt;tem o espírito revolucionário ; consciente ou não, é um&lt;br /&gt;agente de revolução.”&lt;br /&gt;24&lt;br /&gt;Ed. Laveleye, op. cit., pág.13, introdução: “Foi&lt;br /&gt;da judéia que saiu o fermento da revolução que agita&lt;br /&gt;o mundo”.&lt;br /&gt;Kadmi-Cohen, “Nômades”, pág.6 : “É (o conceito&lt;br /&gt;semita) quem as provoca (convulsões e revoluções),&lt;br /&gt;as dirige, as alimenta, e as detém... Dia virá em que o&lt;br /&gt;modo de pensar instituído pelo conceito semita triunfará...”&lt;br /&gt;Idem, pág. 58: “ O entusiasmo passional negativo&lt;br /&gt;dos judeus os mantém durante dois mil anos em estado&lt;br /&gt;de franca rebelião contra o mundo inteiro.” Idem, pág.&lt;br /&gt;61: “Nem o árabe, nem o hebreu possuem uma palavra&lt;br /&gt;para exprimir a idéia de disciplina. A ausência da&lt;br /&gt;palavra no vocabulário prova a ausência da noção no&lt;br /&gt;espírito.”.&lt;br /&gt;Eberlin, “Les juifs”, pág. 143: “os judeus não puderam&lt;br /&gt;manter seu Estado entre os Estados da Antiguidade&lt;br /&gt;e, fatalmente, se tornaram os fermentos revolucionários&lt;br /&gt;do universo”.&lt;br /&gt;G. Batault, “Le problème juif”, pág. 129: “o judaísmo&lt;br /&gt;é, efetivamente, a encarnação do Espírito de&lt;br /&gt;Revolta, o fermento de destruição e dissolução das sociedades&lt;br /&gt;e das nações” idem, pág. 200: “ Dum ponto de&lt;br /&gt;vista elevado, pode-se, com justiça, falar da judaização&lt;br /&gt;das sociedades contemporâneas e da cultura moderna.&lt;br /&gt;Estamos dominados por princípios ético-econômicos&lt;br /&gt;saídos do judaísmo, e o espírito de revolta que agita o&lt;br /&gt;mundo o inclinará ainda a se enterrar mais nesse sentido.&lt;br /&gt;“&lt;br /&gt;Cf. ainda Baruch Hagani, escritor judeu e sionista,&lt;br /&gt;“Le sionisme politique”, Paris, 1917, págs. 27-28.&lt;br /&gt;Gregos e Troianos, todos estão de acordo quanto&lt;br /&gt;ao espírito revolucionário judaico. Os “Protocolos” também,&lt;br /&gt;pois, são a quintessência do pensamento judaico,&lt;br /&gt;como vamos provando.&lt;br /&gt;(7) Ver a nota 2, com atenção.&lt;br /&gt;(8) Tomai, pois, muita cautela com certos jornais&lt;br /&gt;que se fingem anti-judaicos. Cuidado com o anti-judaísmo&lt;br /&gt;do Sr. Geraldo Rocha, antigo servidor de Israel!&lt;br /&gt;(9) V. o que diz Ford no “O Judeu Internacional”&lt;br /&gt;: “por trás de espetaculares aparências, se oculta um&lt;br /&gt;Proteu”... Tudo isso e o que se segue sobre a imprensa&lt;br /&gt;merece ser meditado e comparado com a realidade.&lt;br /&gt;Então se verificarão coincidências e fatos que se não&lt;br /&gt;tinham percebido. Continuando a observar, verifica-se&lt;br /&gt;que tudo obedece a um sistema de articulação secreto...&lt;br /&gt;(10) Cautela com os antigos sócios ou assalariados&lt;br /&gt;de judeus, que, dizendo-se outrora ignorantes e&lt;br /&gt;pecadores e agora esclarecidos e arrependidos, fazem&lt;br /&gt;campanha superficial e de efeito contra Israel... Quem&lt;br /&gt;andou de grilheta sempre arrasta a perna... Lembraivos&lt;br /&gt;dos inúmeros braços do Vichnú dos “Protocolos” e&lt;br /&gt;das inúmeras formas do Proteu de Henry Ford.&lt;br /&gt;L. Durand chama ao judaísmo o Polvo Gigante...&lt;br /&gt;Cuidado com os jornais como “A Nota”, cujo dono já foi&lt;br /&gt;braço direito dos judeus!...&lt;br /&gt;(11) O contrário justamente do que a imprensa&lt;br /&gt;faz hoje, desmoralizando com o escândalo e a sociedade&lt;br /&gt;e os homens públicos.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XIII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Anecessidade do pão quotidiano.As questões políticas.&lt;br /&gt;As questões industriais. As diversões.As casas do&lt;br /&gt;povo. A verdade é uma só. Os grandes problemas.&lt;br /&gt;A NECESSIDADE do pão quotidiano impõe silêncio&lt;br /&gt;aos cristãos, e fez deles nossos humildes servidores. Os&lt;br /&gt;agentes tomados entre eles para a nossa imprensa discutirão&lt;br /&gt;por nossa ordem o que nos convier fazer imprimir diretamente&lt;br /&gt;em documentos oficiais, e nós mesmos, durante&lt;br /&gt;esse tempo, aproveitando o rumor provocado por essas&lt;br /&gt;discussões, tomaremos as medidas que nos parecerem&lt;br /&gt;úteis e as apresentaremos ao público como fato consumado.&lt;br /&gt;Ninguém terá a audácia de reclamar a anulação do&lt;br /&gt;que tiver sido decidido, tanto mais quanto será apresentado&lt;br /&gt;como um progresso.A imprensa, aliás, chamará logo&lt;br /&gt;a atenção para novas questões. Temos, como sabeis, homens&lt;br /&gt;acostumados a procurar sempre novidades. Alguns&lt;br /&gt;imbecis, acreditando-se instrumentos de sorte, se lançarão&lt;br /&gt;sobre essas novas questões, sem compreender que&lt;br /&gt;nada entendem do que querem discutir(1). As questões da&lt;br /&gt;política não são acessíveis a ninguém, exceto àqueles que&lt;br /&gt;as criaram, há muitos séculos, e que as dirigem.&lt;br /&gt;Por tudo isso, vereis que, procurando a opinião da&lt;br /&gt;multidão, não fazemos mais do que facilitar a realização&lt;br /&gt;de nossos desígnios, e podeis notar que parecemos buscar&lt;br /&gt;a aprovação de nossos atos, mas de nossas palavras&lt;br /&gt;pronunciadas nesta ou naquela ocasião. Proclamamos&lt;br /&gt;constantemente que, em todas as nossas medidas, tomamos&lt;br /&gt;por guia a esperança unida à certeza de ser úteis ao&lt;br /&gt;bem de todos.&lt;br /&gt;Para afastar os homens muito inquietos das questões&lt;br /&gt;políticas, poremos antes das pretensas questões&lt;br /&gt;novas questões industriais. Que gastem sua fúria nesse&lt;br /&gt;assunto.As massas consentirão em ficar inativas, a&lt;br /&gt;repousar de sua pretensa atividade política, (a que nós&lt;br /&gt;mesmos as habituamos, a fim de lutar por seu intermédio&lt;br /&gt;contra os governos dos cristãos), com a condição de ter&lt;br /&gt;novas ocupações; nós lhe inculcaremos mais ou menos a&lt;br /&gt;mesma direção política. A fim de que nada consigam pela&lt;br /&gt;reflexão, nós as desviaremos pelos jogos, pelas diversões,&lt;br /&gt;pelas paixões, pelas casas do povo...Em breve, proporemos&lt;br /&gt;pela imprensa concursos de arte, de esporte, de toda&lt;br /&gt;a espécie: esses interesses alongarão definitivamente os&lt;br /&gt;espíritos das questões em que teríamos de lutar com eles&lt;br /&gt;(2). Desabituando-se os homens cada vez mais de pensar&lt;br /&gt;por si, acabarão por falar unânimemente de nossas idéias,&lt;br /&gt;porque seremos os únicos que proporemos novos rumos&lt;br /&gt;25&lt;br /&gt;ao pensamento...por intermédio de pessoas que se não&lt;br /&gt;suspeite sejam solidárias conosco (3).&lt;br /&gt;O papel dos utopistas liberaiestará definitivamente&lt;br /&gt;encerrado, quando nosso regime for reconhecido. Até lá,&lt;br /&gt;nos prestarão grande serviço. Por isso, impeliremos os&lt;br /&gt;espíritos a inventar toda a espécie de teorias fantásticas,&lt;br /&gt;modernas e pretensamente progressistas; porque teremos&lt;br /&gt;virado a cabeça a esses cristãos imbecis, com pleno êxito,&lt;br /&gt;por meio dessa palavra progresso, não havendo uma só&lt;br /&gt;mentalidade entre eles que veja que, sob, essa palavra,&lt;br /&gt;se esconde um erro em todos os casos em que não se&lt;br /&gt;tratar de invenções materiais, porque a verdade é uma&lt;br /&gt;só e não poderia progredir.O progresso, como idéia falsa,&lt;br /&gt;serve para obscurecer a verdade, a fim de que ninguém a&lt;br /&gt;conheça, salvo nós, os eleitos de Deus e sua guarda.&lt;br /&gt;Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinarão&lt;br /&gt;sobre os grandes problemas que emocionaram&lt;br /&gt;a humanidade, para lavá-la afinal ao nosso regime salutar.&lt;br /&gt;Quem duvidará, então, que todos esses problemas foram&lt;br /&gt;inventados por nós de acordo com um plano político que&lt;br /&gt;ninguém adivinhou durante séculos?&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1) “Fujam das novidades”, já aconselhava há&lt;br /&gt;muitos séculos um grande papa, S. Diniz, ao patriarca&lt;br /&gt;de Alexandria.&lt;br /&gt;(2) Vêde, como o panorama dos concursos de beleza,&lt;br /&gt;das competições esportivas, dos reides, dos recordes&lt;br /&gt;de velocidade, de tudo quanto nesse setor apregoa&lt;br /&gt;retumbantemente a imprensa, afasta a maioria do povo&lt;br /&gt;dos assuntos sérios, da meditação sobre seus próprios&lt;br /&gt;interesses que são os interesses da pátria.&lt;br /&gt;(3) O Sr. Geraldo Rocha, que hoje combate os&lt;br /&gt;judeus, foi quem introduziu no Brasil os concursos de&lt;br /&gt;Rainha de Beleza, pela “A Noite”, de parceria com o judeu&lt;br /&gt;de Waleffe...&lt;br /&gt;Vêde como os concursos, hoje, em plena voga,&lt;br /&gt;concursos de toda a espécie, foram anunciados com&lt;br /&gt;décadas de antecedência. É notável! E ainda há coragem&lt;br /&gt;para negar a autenticidade dos “Protocolos”!&lt;br /&gt;(3) Algumas mesmo fingem atacar o judaísmo.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XIV&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;A religião do futuro. A servidão futura.Impossibilidade&lt;br /&gt;de conhecer os mistérios da religião do porvir.A&lt;br /&gt;pornografia e o futuro da palavra impressa.&lt;br /&gt;QUANDO vier nosso reino, não reconheceremos a&lt;br /&gt;existência de nenhuma outra religião(1) a não ser a de&lt;br /&gt;nosso Deus Único, com a qual nosso destino está ligado,&lt;br /&gt;porque somos o Povo Eleito, pelo qual esse mesmo destino&lt;br /&gt;está unido aos destinos do mundo.&lt;br /&gt;Por isso, devemos destruir todas as crenças. Se&lt;br /&gt;isso faz nascer os ateus contemporâneos, esse grau transitório&lt;br /&gt;não prejudicará nossa finalidade, mas servirá de&lt;br /&gt;exemplo às gerações que ouvirão nossas prédicas sobre a&lt;br /&gt;religião de Moisés, cujo sistema estóico e bem concebido&lt;br /&gt;terá produzido a conquista de todos os povos. Feremos&lt;br /&gt;ver nisso sua verdade mística, em que, diremos, repousa&lt;br /&gt;toda a sua força educativa.Então publicaremos em todas&lt;br /&gt;as ocasiões artigos em que compararemos nosso regime&lt;br /&gt;salutar com os do passado. As vantagens do repouso obtido&lt;br /&gt;após séculos de agitação porão em relevo o caráter&lt;br /&gt;benéfico de nosso domínio. Os erros das administrações&lt;br /&gt;dos cristãos serão descritos por nós com as cores mais&lt;br /&gt;vivas. Excitaremos tal repugnância por eles que os povos&lt;br /&gt;preferirão a tranquilidade da servidão aos direitos da famosa&lt;br /&gt;liberdade que tanto tempo os atormentou, que lhes&lt;br /&gt;tirou os meios de vida, que os fez serem explorados por&lt;br /&gt;uma tropilha de aventureiros, os quais nem sabiam o que&lt;br /&gt;estavam fazendo...As inúteis mudanças de governo a que&lt;br /&gt;impelimos os cristãos, quando minávamos seus edifícios&lt;br /&gt;governamentais, terão de tal jeito fatigado os povos que&lt;br /&gt;preferirão tudo suportar de nós ao risco de novas agitações.&lt;br /&gt;Sublinharemos muito particularmente os erros&lt;br /&gt;históricos dos governos cristãos, que por falta dum bem&lt;br /&gt;verdadeiro, atenazaram durante séculos a humanidade,&lt;br /&gt;na busca de ilusórios bens sociais, sem dar fé que seus&lt;br /&gt;projetos somente faziam agravar, ao invés de melhor, as&lt;br /&gt;relações gerais da vida humana.&lt;br /&gt;Nossos filósofos discutirão todos os defeitos das&lt;br /&gt;crenças cristãs, mas ninguém poderá discutir jamais&lt;br /&gt;nossa religião, de seu verdadeiro ponto de vista, por que&lt;br /&gt;ninguém a conhecerá a fundo, salvo os nossos, os quais&lt;br /&gt;nunca ousarão trair seus segredos...&lt;br /&gt;Nos países que se denominam avançados, criamos&lt;br /&gt;uma literatura louca, suja, abominável. Estimulá-la-emos&lt;br /&gt;ainda algum tempo após nossa chegada ao poder, a fim&lt;br /&gt;de bem fazer ressaltar o contraste de nossos discursos e&lt;br /&gt;programas com essas torpezas...&lt;br /&gt;Nossos Sábios, educados para dirigir os cristãos,&lt;br /&gt;comporão discursos, projetos, memórias, artigos, que&lt;br /&gt;nos darão influência sobre os espíritos e nos permitirão&lt;br /&gt;dirigí-los para as idéias e conhecimentos que quisermos&lt;br /&gt;impor-lhes.&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1) É o que já se dá na Rússia. Num discurso célebre&lt;br /&gt;de Stálin, genro do judeu Kaganovitch, dono do&lt;br /&gt;antigo Império do Czar, o atual Czar Vermelho, disse:&lt;br /&gt;“Em 1º de maio de 1937, não deverá haver nenhuma&lt;br /&gt;igreja mais em toda Rússia. A idéia de Deus deverá ser&lt;br /&gt;desprezada como um resto da Idade-Média, como um&lt;br /&gt;instrumento que serviu de opressão ao proletariado.”&lt;br /&gt;(2) Está veladamente assinalado aqui, sob os&lt;br /&gt;véus enganadores da religião de Moisés, o mamonismo,&lt;br /&gt;o culto do Anticristo, que começa na Rússia com&lt;br /&gt;26&lt;br /&gt;as romarias ao túmulo de Lenine, junto ao qual, segundo&lt;br /&gt;documentos citados por Salluste, em “Les origenes&lt;br /&gt;sécrètes du bolchevisme”, já se fizeram até sacrifícios&lt;br /&gt;sangrentos (** veja a respeito em Jewish Ritual Murder&lt;br /&gt;**). Valéry-Radot em “Les temps de la colère”, descobre&lt;br /&gt;na religião que o judaísmo quer impor ao mundo “certa&lt;br /&gt;sedução tenebrosa, mais poderosa e mais oculta...”&lt;br /&gt;A surata 20 do capítulo LXIII do Corão declara,&lt;br /&gt;referindo-se aos judeus: “Satan apoderou-se deles.&lt;br /&gt;Eles formam o partido de Satan”. Não são o único povo,&lt;br /&gt;decida?... Dá o que pensar!...&lt;br /&gt;CAPÍTULO XV&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Golpe de Estado mundial em um dia. As condenações&lt;br /&gt;à morte.&lt;br /&gt;A futura sorte dos franco-maçons cristãos. O caráter&lt;br /&gt;místico do poder.&lt;br /&gt;Multiplicação das lojas maçônicas. A administração&lt;br /&gt;central dos Sábios.&lt;br /&gt;A questão Azef.A franco-maçonaria é o guia de todas&lt;br /&gt;as sociedades secretas.&lt;br /&gt;A importância do êxito público.O coletivismo. As&lt;br /&gt;vítimas. As condenações à morte&lt;br /&gt;de franco-maçons. Queda do prestigio das leis e da&lt;br /&gt;autoridade. A pre-eleição.&lt;br /&gt;Brevidade e clareza das leis do reino futuro.Obediência&lt;br /&gt;à autoridade.&lt;br /&gt;Medidas contra o abuso de poder.Crueldade das&lt;br /&gt;punições.&lt;br /&gt;limite de idade para os juízes. O liberalismo de juízes&lt;br /&gt;e do poder.&lt;br /&gt;O dinheiro mundial.O absolutismo da franco-maçonaria.&lt;br /&gt;Direito de cassação.&lt;br /&gt;O “aspecto” patriarcal do futuro “governo”. O direito&lt;br /&gt;do mais forte como direito único.&lt;br /&gt;O rei de Israel é o patriarca do mundo.&lt;br /&gt;Quando , afinal, começarmos a reinar com o auxílio&lt;br /&gt;de golpes de estado preparados em toda parte para&lt;br /&gt;o mesmo dia, depois da confissão da nulidade de todos&lt;br /&gt;os governos existentes (ainda passará muito tempo antes&lt;br /&gt;disso, talvez um século), providenciaremos para que não&lt;br /&gt;haja conspiratas contra nós. Para esse efeito, condenaremos&lt;br /&gt;à morte todos os que receberem nosso advento&lt;br /&gt;de armas em punho. Toda nova criação de qualquer sociedade&lt;br /&gt;secreta será punida com a morte. Aquelas que&lt;br /&gt;ora existem, que conhecemos , que nos serviram e que&lt;br /&gt;ainda nos servem, serão abolidas e somente permitidas&lt;br /&gt;nos continentes afastados da Europa. Assim, trataremos&lt;br /&gt;os franco-maçons cristãos que saibam demasiado; os que&lt;br /&gt;pouparmos por qualquer razão viverão no perpétuo temor&lt;br /&gt;do exílio para essas regiões(1).&lt;br /&gt;Publicaremos uma lei, segundo a qual os antigos&lt;br /&gt;membros das sociedades secretas deverão deixar a Europa,&lt;br /&gt;centro de nosso governo.(2)&lt;br /&gt;As decisões de nosso governo serão definitivas e&lt;br /&gt;sem apelo.&lt;br /&gt;Nas sociedades cristãs em que semeamos tão profundas&lt;br /&gt;raízes de dissenção, e protestantismo(no sentido&lt;br /&gt;de protesto) , só se pode restabelecer a ordem por meio&lt;br /&gt;de medidas cruéis, que demonstrem a inflexibilidade do&lt;br /&gt;poder: é inútil prestar atenção às vitimas que caiam em&lt;br /&gt;holocausto ao bem futuro. O dever de todo governo que&lt;br /&gt;reconhece que existe não é somente gozar seus privilégios,&lt;br /&gt;mas exercer seus deveres e alcançar o bem, embora&lt;br /&gt;à custa dos maiores sacrifícios.Para um governo ser inabalável,&lt;br /&gt;é preciso reforçar a auréola de sua força, o que só&lt;br /&gt;se obtém mediante a majestosa inflexibilidade do poder,&lt;br /&gt;que deve possuir os sinais duma inviolabilidade mística,&lt;br /&gt;da escolha feita por Deus. Assim era até seus últimos&lt;br /&gt;tempos a autocracia russa- nosso único inimigo sério no&lt;br /&gt;mundo inteiro, com o papado.(3). Lembrai-vos o exemplo&lt;br /&gt;da Itália, ensopada de sangue, não ousando tocar em um&lt;br /&gt;cabelo de Sila, que derramara esse sangue : Sila estava&lt;br /&gt;divinizado pelo seu poder aos olhos do povo, martirizado&lt;br /&gt;por ele, e sua volta audaciosa à Itália o tornava inviolável...&lt;br /&gt;O povo não toca naquele que o hipnotiza pela sua coragem&lt;br /&gt;e fortaleza de alma(4).&lt;br /&gt;Mas, esperando nosso advento, criaremos e multiplicaremos&lt;br /&gt;, pelo contrário, as lojas maçônicas em&lt;br /&gt;todos os países do mundo, atraindo para elas todos os&lt;br /&gt;que são ou possam ser agentes proeminentes.Essas lojas&lt;br /&gt;formarão nosso principal aparelho de informações e&lt;br /&gt;o meio mais influente de nossa atividade.Centralizaremos&lt;br /&gt;todas essas lojas em uma administração que somente nós&lt;br /&gt;conheceremos, composta pelos nossas Sábios. As lojas&lt;br /&gt;terão seu representante, atrás do qual estará escondida a&lt;br /&gt;administração de que falamos, e será esse representante&lt;br /&gt;quem dará a palavra de ordem e o programa.Formaremos&lt;br /&gt;nessas lojas o núcleo de todos os elementos revolucionários&lt;br /&gt;e liberais.Elas serão compostas por homens de todas&lt;br /&gt;as camadas sociais. Os mais secretos projetos políticos&lt;br /&gt;ser-nos-ão concedidos e cairão sob a nossa direção no&lt;br /&gt;próprio momento em que apareçam. No número dos&lt;br /&gt;membros dessas lojas se incluirão quase todos os agentes&lt;br /&gt;da polícia nacional e internacional, como na questão&lt;br /&gt;Azef, porque seu serviço é insubstituível, para nós, visto&lt;br /&gt;como a polícia, pode não só tomar medidas contra os&lt;br /&gt;recalcitrantes, como cobrir nossos atos, criar pretextos&lt;br /&gt;de descontentamentos, etc... Aqueles que entram para&lt;br /&gt;as sociedades secretas são ordinariamente ambiciosos,&lt;br /&gt;aventureiros, e em geral, homens na maioria levianos,&lt;br /&gt;com os quais não teremos grande dificuldade em nos entendermos&lt;br /&gt;para realizar nossos projetos. (5).&lt;br /&gt;Se se verificarem desordens, isto significará que&lt;br /&gt;tivemos necessidade de perturbações, para destruir uma&lt;br /&gt;solidariedade demasiado grande. Se houver um conspirata&lt;br /&gt;no seu seio, o chefe da mesma somente poderá ser&lt;br /&gt;27&lt;br /&gt;um de nossos mais fiéis servidores.É natural que sejamos&lt;br /&gt;nós e ninguém mais quem conduza os negócios da&lt;br /&gt;franco-maçonaria, porque nós sabemos aonde vamos,&lt;br /&gt;conhecemos a finalidade de toda a ação, enquanto que os&lt;br /&gt;cristãos nada sabem, nem mesmo o resultado imediato;&lt;br /&gt;geralmente se contentam com um êxito momentânteo de&lt;br /&gt;amor próprio na execução de seu plano, sem mesmo dar&lt;br /&gt;fé que esse plano não provém de sua iniciativa, mas que&lt;br /&gt;lhes foi por nós sugerido.&lt;br /&gt;Os cristãos entram nas lojas por curiosidade ou&lt;br /&gt;com a esperança de comer uma fatia do bolo público com&lt;br /&gt;nosso auxílio, alguns até para ter a possibilidade de exprimir&lt;br /&gt;diante duma assistência seus sonhos irrealizáveis&lt;br /&gt;e sem base: têm a sede da emoção, do êxito e dos aplausos,&lt;br /&gt;que nós dispensamos sempre sem avareza.Nós lhes&lt;br /&gt;damos esse êxito para aproveitar o contentamento próprio&lt;br /&gt;que dele resulta e graças ao qual os homens aceitam nossas&lt;br /&gt;sugestões sem se dar conta disso, plenamente persuadidos&lt;br /&gt;que exprimem em sua infalibilidade suas idéias&lt;br /&gt;e que são incapazes de se apropriarem das dos outros...&lt;br /&gt;Não podeis imaginar como se podem levar os cristãos&lt;br /&gt;mais inteligentes a uma ingenuidade inconsciente, com a&lt;br /&gt;condição de torná-los contentes com eles mesmos, e , ao&lt;br /&gt;mesmo tempo, como é fácil desencorajá-los com o menos&lt;br /&gt;revés, embora somente fazendo cessar os aplausos, o que&lt;br /&gt;os obriga a uma obediência servil, a fim de obter novo&lt;br /&gt;triunfo...(6).&lt;br /&gt;Tanto os nossos desdenham esses triunfos, contanto&lt;br /&gt;que realizem nossos projetos, quanto os cristãos estão&lt;br /&gt;prestes a sacrificar seus projetos, contanto que consigam&lt;br /&gt;o êxito. Essa psicologia facilita considerávelmente a tarefa&lt;br /&gt;de dirigí-los. Esses tigres na aparência tem almas de carneiro&lt;br /&gt;e suas cabeças são inteiramente vazias.&lt;br /&gt;Demos-lhes, como isca, o sonho da absorção da individualidade&lt;br /&gt;humana na unidade simbólica do coletivismo.&lt;br /&gt;Ainda não desconfiaram nem desconfiarão tão cedo&lt;br /&gt;que essa isca é uma evidente violação da mais importante&lt;br /&gt;das leis da natureza, que fez, desde o primeiro dia da Criação,&lt;br /&gt;cada ser diferente dos outros, precisamente porque&lt;br /&gt;afirma sua individualidade (7).&lt;br /&gt;O fato de os termos podido conduzir a essa loucura&lt;br /&gt;e cegueira prova com a maior clareza como seu espírito é&lt;br /&gt;pouco desenvolvido em relação ao nosso? Essa circunstância&lt;br /&gt;é a maior garantia de nosso êxito. Como nossos&lt;br /&gt;antigos sábios foram clarividentes, dizendo que, para&lt;br /&gt;atingir um fim, não se devem olhar os meios e contar o&lt;br /&gt;número de vítimas sacrificadas! Não temos contado as&lt;br /&gt;vítimas dos brutos cristãos e, embora tenhamos sacrificado&lt;br /&gt;muitos dos nossos, demos na terra ao nosso povo&lt;br /&gt;um poder com que ele nunca ousara sonhar. As vítimas&lt;br /&gt;relativamente pouco numerosas dos nossos o têm preservado&lt;br /&gt;de sua perda.&lt;br /&gt;A morte é o fim inevitável de todos. Vale mais acelerar&lt;br /&gt;o fim daqueles que põem obstáculo à nossa obra&lt;br /&gt;do que o nosso, pois que criamos essa obra. Daremos a&lt;br /&gt;morte aos franco-maçons de maneira que ninguém, salvo&lt;br /&gt;seus irmãos, possa desconfiar, nem mesmo as próprias&lt;br /&gt;vítimas de nossas condenações; morrerão todos, quando&lt;br /&gt;se tornar necessário, como se fosse de doença natural...&lt;br /&gt;(8)Sabendo disso, a própria confraria não ousará protestar.&lt;br /&gt;Essas medidas extirparão do seio da franco-maçonaria&lt;br /&gt;todo germe de protesto.&lt;br /&gt;Pregando aos cristãos o liberalismo, mantemos&lt;br /&gt;nosso povo e nossos agentes numa obediência completa.&lt;br /&gt;Graças à nossa influência, a execução das leis dos&lt;br /&gt;cristãos está reduzida ao mínimo. O prestígio das leis foi&lt;br /&gt;minado pelas interpretações liberais que nelas introduzimos.&lt;br /&gt;Nas causas e questões de política e princípio, os&lt;br /&gt;tribunais decidem, como lhes prescrevemos, vendo as&lt;br /&gt;cousas pela face que lhes apresentamos.Servimos-nos&lt;br /&gt;para isso do intermédio de pessoas com as quais ninguém&lt;br /&gt;pensa que tenhamos nada de comum, da opinião&lt;br /&gt;dos jornais e de outros meios ainda. Os próprios senadores&lt;br /&gt;e a administração superior aceitam cegamente nossos&lt;br /&gt;conselhos. O espírito puramente animal dos cristãos não&lt;br /&gt;é capaz de análise e de observação, ainda menos de prever&lt;br /&gt;aonde podem levar certos modos de apresentar uma&lt;br /&gt;questão.(9).&lt;br /&gt;É nessa diferença de aptidão , para pensar, entre&lt;br /&gt;nós e os cristãos que se pode ver claramente o sinal de&lt;br /&gt;nossa eleição e a marca de nossa humanidade.O espírito&lt;br /&gt;dos cristãos é instintivo, animal. Eles vêem , mas não&lt;br /&gt;prevêem e não inventam, salvo as cousas materiais. Vê-se&lt;br /&gt;por aí com a maior clareza que a própria natureza nos&lt;br /&gt;destinou para dirigir e governar o mundo.&lt;br /&gt;Quando chegar o tempo de governarmos abertamente&lt;br /&gt;e de mostrarmos os benefícios de nosso governo,&lt;br /&gt;refaremos todas as legislações: nossas leis serão breves,&lt;br /&gt;claras, inabaláveis, sem comentários, tanto que todos as&lt;br /&gt;poderão conhecer bem. O traço predominante dessas leis&lt;br /&gt;será a obediência às autoridades levada a um grau grandioso.&lt;br /&gt;Então, todos os abusos desaparecerão em virtude&lt;br /&gt;da autoridade superior do representante de todos até o&lt;br /&gt;último perante a autoridade superior do representante do&lt;br /&gt;poder. Os abusos o poder dos funcionários inferiores serão&lt;br /&gt;punidos tão severamente que cada um deles perderá&lt;br /&gt;a vontade de tentar a experiência.Seguiremos com um&lt;br /&gt;olhar inflexível cada ato da administração de que dependa&lt;br /&gt;a marcha da máquina governamental, porque a licença&lt;br /&gt;na administração produz a licença universal: todo caso de&lt;br /&gt;ilegalidade ou abuso será punido de maneira exemplar.&lt;br /&gt;O roubo, a cumplicidade solidária entre funcionários administrativos&lt;br /&gt;desaparecerão após os primeiros exemplos&lt;br /&gt;dum castigo rigoroso(10).&lt;br /&gt;A auréola de nosso poder exige punições eficazes,&lt;br /&gt;isto é, cruéis, a menor infração das leis, porque qualquer&lt;br /&gt;infração atinge o prestígio superior da autoridade.O condenado&lt;br /&gt;severamente punido será como um soldado que&lt;br /&gt;tombou no campo de batalha administrativo pela Autoridade,&lt;br /&gt;os Princípios e a Lei, que não admitem que o interesse&lt;br /&gt;particular domine a função pública, mesmo por&lt;br /&gt;parte daqueles que dirigem o carro da sociedade.Nossos&lt;br /&gt;28&lt;br /&gt;juízes saberão que, querendo gabar-se da tola misericórdia,&lt;br /&gt;violam a lei da justiça, instituída para edificar os homens,&lt;br /&gt;castigando os crimes, e não para que juízes mostrem&lt;br /&gt;a sua generosidade.É permitido dar provas dessas&lt;br /&gt;qualidades na vida privada, mas não na vida pública, que&lt;br /&gt;é como que a base de educação da vida humana.&lt;br /&gt;Nosso pessoal judiciário não poderá servir depois&lt;br /&gt;de cinquenta e cinco anos, em primeiro lugar, porque os&lt;br /&gt;velhos são mais arraigados às suas opiniões preconcebidas&lt;br /&gt;e menos aptos a obedecer às novas ordenações,&lt;br /&gt;em segundo porque isso nos permitirá mais facilmente&lt;br /&gt;renovar esse mesmo pessoal, o qual , assim, nos ficará&lt;br /&gt;mais submetido: quem quiser conservar seu posto terá de&lt;br /&gt;obedecer cegamente, a fim de merecer esse favor.Em geral,&lt;br /&gt;nossos juízes serão escolhidos por nós somente entre&lt;br /&gt;os que saibam bem que seu papel é punir e aplicar as leis,&lt;br /&gt;não fazer liberalismo em detrimento do Estado, como atualmente&lt;br /&gt;os cristãos praticam.As mudanças servirão ainda&lt;br /&gt;para destruir a solidariedade coletiva da classe, ligando&lt;br /&gt;todos aos interesses do governo, do qual dependerá sua&lt;br /&gt;sorte. A nova geração de juízes será educada de tal modo&lt;br /&gt;que considerará inadmissíveis abusos que possam atingir&lt;br /&gt;a ordem estabelecida nas relações de nossos súditos&lt;br /&gt;entre si.&lt;br /&gt;Nos dias que correm, os juízes cristãos, não tendo&lt;br /&gt;uma idéia justa de sua tarefa, são indulgentes para todos&lt;br /&gt;os crimes, porque os atuais governantes, nomeando os&lt;br /&gt;juízes para seus ofícios, não tomam o cuidado de lhes inspirar&lt;br /&gt;o sentimento do dever e a consciência da obra que&lt;br /&gt;deles se exige. Do mesmo modo como um animal manda&lt;br /&gt;seus filhotes em busca de uma persa, os cristãos dão aos&lt;br /&gt;seus súditos lugares de boa renda, sem cuidar de lhes explicar&lt;br /&gt;a finalidade desse emprego.Por isso, seus governos&lt;br /&gt;se destróem por suas próprias forças, pelos atos de sua&lt;br /&gt;própria administração.&lt;br /&gt;Tiremos pois, dos resultados desses atos mais uma&lt;br /&gt;lição para o nosso regime. Expulsaremos o liberalismo de&lt;br /&gt;todos os postos importantes de nossa administração, dos&lt;br /&gt;quais dependerá a educação dos subordinados em vista&lt;br /&gt;de nossa ordem social.&lt;br /&gt;Somente serão admitidos a esses postos aqueles&lt;br /&gt;que forem por nós educados para o governo administrativo.&lt;br /&gt;Podem observar-nos que a compulsória dos velhos&lt;br /&gt;funcionários custará caro ao tesouro.Responderemos de&lt;br /&gt;entrada que se procurará para eles um emprego particular&lt;br /&gt;que substitua o público; depois, que, estando todo o&lt;br /&gt;dinheiro do mundo concentrado em nossas mãos, nosso&lt;br /&gt;governo não pode recear despesas excessivas.&lt;br /&gt;Nosso absolutismo será em tudo coerente.Por isso,&lt;br /&gt;nossa vontade será respeitada e obedecida sem contestação&lt;br /&gt;todas as vezes que dermos ordens. Ela não se&lt;br /&gt;preocupará com nenhum murmúrio, com nenhum descontentamento,&lt;br /&gt;castigando de maneira exemplar toda e&lt;br /&gt;qualquer revolta.&lt;br /&gt;Aboliremos o direito de cassação, do qual seremos&lt;br /&gt;os únicos a dispor como governantes, porque não devemos&lt;br /&gt;deixar nascer no povo a idéia de ser possível uma&lt;br /&gt;decisão injusta pronunciada pelos juízes nomeados por&lt;br /&gt;nós. Se uma coisa semelhante acontecer, nós mesmos&lt;br /&gt;cassaremos a sentença, porém punindo tão exemplarmente&lt;br /&gt;o juiz por não ter compreendido seu dever e seu&lt;br /&gt;papel que isso jamais se repetirá.Repito mais uma vez&lt;br /&gt;que conheceremos cada passo de nossa administração,&lt;br /&gt;vigiando bem para que o povo fique contente conosco,&lt;br /&gt;porque ele tem o direito de exigir dum bom governo bons&lt;br /&gt;funcionários.&lt;br /&gt;Nosso governo assumirá o aspecto duma tutela patriarcal,&lt;br /&gt;manifestando-se de modo paternal. Nosso povo e&lt;br /&gt;nossos súditos verão nele um pai que cuida de todas as&lt;br /&gt;necessidades, de todos os atos, de todas as relações recíprocas&lt;br /&gt;dos súditos entre si, assim como de suas relações&lt;br /&gt;com o governo.Então, perpetrar-se-ão de tal modo desse&lt;br /&gt;espírito que lhes será impossível passar sem essa tutela&lt;br /&gt;e essa direção, se quiserem viver em paz, tranquilos;&lt;br /&gt;reconhecerão a autocracia de nosso governo com uma&lt;br /&gt;veneração vizinha da adoração, sobretudo quando se convencerem&lt;br /&gt;que nossos funcionários não substituem nosso&lt;br /&gt;poder pelo seu e somente executam ordens cegamente.&lt;br /&gt;Ficarão satisfeitos conosco por termo regulado sua vida&lt;br /&gt;como fazem os pais prudentes que querem criar os filhos&lt;br /&gt;no sentimento do dever e da obediência. Porque os povos,&lt;br /&gt;em relação aos segredos de nossa política, são crianças,&lt;br /&gt;são eternamente menores, assim como seus governos...&lt;br /&gt;Como vêdes, fundo o nosso despotismo sobre o direito&lt;br /&gt;e o dever: o direito de exigir o cumprimento do dever&lt;br /&gt;é o primeiro dever dum governo que seja o pai de seus&lt;br /&gt;governados. Ele tem o direito do mais forte e deve usálo&lt;br /&gt;para dirigir a humanidade para a ordem estabelecida&lt;br /&gt;pela natureza, isto é, para a obediência. Tudo obedece no&lt;br /&gt;mundo, senão aos homens, pelo menos às circunstâncias&lt;br /&gt;ou à sua própria natureza e, em todo caso, ao mais forte.&lt;br /&gt;Sejamos, portanto, o mais forte para o bem(11).&lt;br /&gt;Deveremos saber, sem hesitar, sacrificar alguns&lt;br /&gt;indivíduos isolados, violadores da ordem estabelecida,&lt;br /&gt;porque há uma grande força educativa no castigo exemplar&lt;br /&gt;do mal.&lt;br /&gt;Se o rei de Israel puser sobre a sua cabeça sagrada&lt;br /&gt;a coroa que a Europa lhe oferecerá, tornar-se-á o patriarca&lt;br /&gt;do mundo. As vítimas necessárias, feitas por ele, em&lt;br /&gt;obediência à utilidade, jamais atingirão o número das vítimas&lt;br /&gt;oferecidas durante séculos à loucura das grandezas&lt;br /&gt;pela rivalidade dos governos cristãos.&lt;br /&gt;Nosso rei estará em constante comunhão com o&lt;br /&gt;povo; dirigir-lhe-á discursos de tribuna, que logo a fama&lt;br /&gt;espalhará pelo mundo inteiro.&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1) Os cristãos deviam seguir estas regras de conduta&lt;br /&gt;para se defenderem.Mas se o tentarem, a imprensa&lt;br /&gt;judaizada clamará contra as crueldades e a tirania.&lt;br /&gt;(2) É o que esperam os maçons cúmplices e ser29&lt;br /&gt;vos dos judeus. Cf. Henry Robert Petit, “Le drame maçonnique”,&lt;br /&gt;Paris, 1936.&lt;br /&gt;(3) Por isso, tudo foi feito para derrubar o Czar e&lt;br /&gt;tudo será feito para derrubar o Papa... Mas as Portas&lt;br /&gt;do Inferno não prevalecerão contra a Igreja de Cristo,&lt;br /&gt;está escrito!...&lt;br /&gt;(4) Lenine foi um desses hipnotizadores. Leia-se&lt;br /&gt;em Henry Robert Petit , op. cit., o capítulo sobre o hipnotismo&lt;br /&gt;maçônico. É de estarrecer!&lt;br /&gt;(5) Grande número de maçons faz parte da Maçonaria&lt;br /&gt;ingenuamente, julgando tratar-se de uma associação&lt;br /&gt;de estudos ocultos ou de caridade. São verdadeiros&lt;br /&gt;títeres nas mãos dos iniciados, como estes o&lt;br /&gt;são na mão dos judeus ocultos no fundo indevassável&lt;br /&gt;do segredo. Basta, para convencer-se disso, ler: “Der&lt;br /&gt;Tempel der Freimaurer” (“O templo dos maçons”), do&lt;br /&gt;dr. K. Lerich : Eckert, “ La Franco-Maçonnerie dans sa&lt;br /&gt;veritable signification”, trad. Gyr, Liège, 1854 ; P. Deschamps,&lt;br /&gt;“Les sociétés sécrètes”, Paris, 1883 ; Crétineau&lt;br /&gt;Joly, “L’Eglise avant la Revolution “; Clavel, “Histoire&lt;br /&gt;pittoresque de la Franco-Maçonnerie “, Paris, 1843 ;&lt;br /&gt;Kauffmann &amp;amp; Cherpin, “Histoire philosophique de la&lt;br /&gt;Franc-Maçonnerie “, Lion, 1856; Schnab, “Os judeus e&lt;br /&gt;a maçonaria”, Sumário dos arquivos israelitas para o&lt;br /&gt;ano de 5650 (1889-1890). Saint-André, “Franc-maçons&lt;br /&gt;et juifs”, Paris, 1880; Copin-Albancelli, “ La Franc-&lt;br /&gt;Maçonnerie , instrument de la juiverie”; Ab. Chabaudy,&lt;br /&gt;“Les juifs nos maitres”, Paris, 1883; Schwartz. “Bostunitsch&lt;br /&gt;- Indischer Imperialismus” e as obras de Léon&lt;br /&gt;de Poncins.&lt;br /&gt;Cf. “Varieté Israelite”, 1865 : “ O espírito da&lt;br /&gt;maçonaria é o espírito do judaísmo nas suas crenças&lt;br /&gt;mais fundamentais”. Isaac White, “The israelite”, 1886:&lt;br /&gt;“A maçonaria é uma instituição judaica”. Findel, maçon&lt;br /&gt;e judeu, “Die Iuden als Freimaurer” (“O judeu na&lt;br /&gt;maçonaria”) : “ O judaísmo se apresenta como o poder&lt;br /&gt;dominante a quem a maçonaria deve submeter-se”.&lt;br /&gt;Bernard Lazare, “L’Antisémitisme”, vol II, pág. 196:&lt;br /&gt;“houve judeus no próprio berço da franco-maçonaria,&lt;br /&gt;judeus cabalistas, como prova a conservação de certos&lt;br /&gt;ritos. Provavelmente, durante os anos que precederam&lt;br /&gt;a revolução francesa os judeus entraram em grande&lt;br /&gt;número nos conselhos dessa sociedade e eles próprios&lt;br /&gt;fundaram sociedades secretas.””&lt;br /&gt;Como queríamos demonstrar.&lt;br /&gt;(6) Que os maçons leiam isso, os maçons ainda&lt;br /&gt;não de todo corrompidos, que meditem na condenação&lt;br /&gt;da maçonaria, com excomunhão maior, por dez Papas,&lt;br /&gt;a qual não seria imposta pela Santa Sé levianamente,&lt;br /&gt;e abjurem a seita que deles faz, contra suas pátrias,&lt;br /&gt;instrumentos cegos do judaísmo sem pátria!&lt;br /&gt;A maçonaria é condenada pelo Evangelho em&lt;br /&gt;dois lugares: São João, III, 20 e 21 : “Quem pratica o&lt;br /&gt;mal odeia a luz, com medo de que suas obras sejam&lt;br /&gt;observadas. Mas aquele que segue a verdade vem à&lt;br /&gt;luz, de modo que suas obras sejam manifestadas, porque&lt;br /&gt;elas são feitas em Deus” ; Idem, XVIII, 20: “Falei&lt;br /&gt;publicamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga&lt;br /&gt;e no templo perante todos os judeus e nada disse em&lt;br /&gt;segredo.”O padre d’Abelly, no seu “Traité des Herésies”,&lt;br /&gt;de 1641, à pág. 48, diz que “a obrigação do segredo”&lt;br /&gt;sempre foi a marca distintiva dos heréticos. Clemente&lt;br /&gt;XII condenou a maçonaria pela encíclica “In Eminenti”&lt;br /&gt;de 28 de abril de 1738; Bento XIV, pela “Providas”, de&lt;br /&gt;18 de maio de 1751; Pio VII, pela “Eclesiam”, de 13 setembro&lt;br /&gt;de 1821. Leão XII, pela Constituição Apostólica&lt;br /&gt;“Quo Graviora”, de 13 de março de 1829; Pio VIII, pela&lt;br /&gt;encíclica “Traditti”, de 14 de maio de 1829; Pio IX, pela&lt;br /&gt;Alocução Consistorial de 25 de setembro de 1865; Leão&lt;br /&gt;XIII, pela encíclica “Humanum Genus”, de 20 de abril de&lt;br /&gt;1884; Pio X, quando cardeal Sarto, dirigindo-se à mocidade&lt;br /&gt;italiana em 1896.&lt;br /&gt;“A seita infame” a serviço do judaísmo está anatematizada&lt;br /&gt;pela Igreja e a nenhum católico é lícito penetrar&lt;br /&gt;pelos umbrais das lojas excomungadas.&lt;br /&gt;(7) Seria conveniente verificar no artigo de A.&lt;br /&gt;de Senger “L’Architeture en Péril”, publicado pela “ La&lt;br /&gt;Libre Parole “, no folheto “L’Esprit Noveau”, em 1934,&lt;br /&gt;como o comunismo judaico arrasa tudo e tudo nivela. A&lt;br /&gt;casa que abrigava a família passa a ser “a máquina de&lt;br /&gt;morar”.Todas as tradições de arte são banidas, menos a&lt;br /&gt;dos negros e a dos sovietes, isto é, as bárbaras...&lt;br /&gt;(8) A Agua Toffana com que a maçonaria matava&lt;br /&gt;outrora ficou célebre. Lendo-se “Les morts mystérieuses”,&lt;br /&gt;de Albert Monniot fica-se edificado. A documentação&lt;br /&gt;desse autor é irrespondível. A maior parte dos&lt;br /&gt;homens públicos que morrem subitamente foi tirada do&lt;br /&gt;caminho por aqueles a quem estava atrapalhando...&lt;br /&gt;(9) É possível negar esta evidência, cada vez&lt;br /&gt;maior?&lt;br /&gt;(10) Têm-se visto os exemplos desse castigo na&lt;br /&gt;Rússia bolchevizada e em mãos dos judeus.&lt;br /&gt;(11) As forças morais são tão importantes que&lt;br /&gt;mesmo os que as negam e só admitem a força, como o&lt;br /&gt;autor ou autores dos “Protocolos”, as invocam, fingindo&lt;br /&gt;que se baseiam no bem geral, a fim de justificar seus&lt;br /&gt;planos monstruosos!... A palavra de Roma já nos preveniu&lt;br /&gt;contra o engodo, como vimos anteriormente.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XVI&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;As universidades tornadas inofensivas.&lt;br /&gt;O classicismo substituído. A educação e a profissão.&lt;br /&gt;Propaganda da autoridade&lt;br /&gt;do “Governo” nas escolas.Abolição do ensino livre.&lt;br /&gt;As novas teorias.&lt;br /&gt;A independência do pensamento. O ensino pela&lt;br /&gt;imagem.&lt;br /&gt;30&lt;br /&gt;A FIM de destruir todas as forças coletivas, exceto&lt;br /&gt;as nossas, suprimiremos as universidades, primeira&lt;br /&gt;etapa do coletivismo, e fundaremos outras com um novo&lt;br /&gt;espírito. Seus reitores e professores serão preparados secretamente&lt;br /&gt;para a sua tarefa por meio de programas de&lt;br /&gt;ação secretos e minunciosos, dos quais se não poderão&lt;br /&gt;afastar uma linha. Serão nomeados com uma prudência&lt;br /&gt;muito especial e serão inteiramente dependentes do governo&lt;br /&gt;(1).&lt;br /&gt;Excluímos do ensino o direito cívico, assim como&lt;br /&gt;tudo o que concerne às questões políticas. Essas matérias&lt;br /&gt;serão ensinadas a algumas dezenas de pessoas, escolhidas&lt;br /&gt;por suas faculdades eminentes. As universidades não&lt;br /&gt;devem deixar sair de seus muros fedelhos que formem&lt;br /&gt;projetos de constituição, como se compusessem comédias&lt;br /&gt;ou tragédias, e que se ocupem de questões políticas&lt;br /&gt;que seus próprios pais nunca entenderam.&lt;br /&gt;O mau conhecimento que a maioria dos homens&lt;br /&gt;tem das questões políticas faz deles utopistas e maus&lt;br /&gt;cidadãos; podeis verificar o que a educação geral fez&lt;br /&gt;dos cristãos. Foi preciso que introduzíssemos em sua&lt;br /&gt;educação todos os princípios que tão brilhantemente enfraqueceram&lt;br /&gt;sua ordem social. Mas quando estivermos&lt;br /&gt;no poder, afastaremos da educação todas as matérias&lt;br /&gt;de ensino que possam causar perturbação e faremos da&lt;br /&gt;mocidade crianças obedientes às autoridades, amando&lt;br /&gt;quem os governa, como um apoio e uma esperança de&lt;br /&gt;tranquilidade e de paz.&lt;br /&gt;Substituiremos o classicismo, assim como todo&lt;br /&gt;o estudo da história antiga, que apresenta mais maus&lt;br /&gt;exemplos do que bons, pelo estudo do programa do futuro.&lt;br /&gt;Riscaremos da memória dos homens todos os fatos&lt;br /&gt;dos séculos passados que não forem agradáveis, somente&lt;br /&gt;conservando dentre eles os que pintem os erros dos governos&lt;br /&gt;cristãos(2). A vida prática, a ordem social natural,&lt;br /&gt;as relações dos homens entre si, a obrigação de evitar os&lt;br /&gt;maus exemplos egoístas, que espalham a semente do mal&lt;br /&gt;e outras questões semelhantes de caráter pedagógico ficarão&lt;br /&gt;no primeiro plano do programa de ensino, diferente&lt;br /&gt;para cada profissão e que não generalizará o ensino sob&lt;br /&gt;pretexto algum.Esse modo de encarar a questão tem uma&lt;br /&gt;importância especial.&lt;br /&gt;Cada classe social deve ser educada conforme&lt;br /&gt;o destino e a tarefa que lhes são próprias(3). Os gênios&lt;br /&gt;acidentais sempre souberam e sempre saberão infiltrarse&lt;br /&gt;nas outras classes; porém deixar penetrar em classes&lt;br /&gt;estranhas gente sem valor, permitindo-lhe tomar os lugares&lt;br /&gt;que pertencem a essas classes pelo nascimento e&lt;br /&gt;pela profissão, por causa desses casos excepcionais, é&lt;br /&gt;rematada loucura.&lt;br /&gt;Sabeis bem como tudo isto acabou para os cristãos,&lt;br /&gt;que consentiram em tão berrante monstruosidade.&lt;br /&gt;Para que o governo tenha o lugar que lhe compete&lt;br /&gt;nos corações e nos espíritos de seus súditos,é necessário,&lt;br /&gt;enquanto durar, ensinar na todo o povo, as escolas e na&lt;br /&gt;praça pública, qual qual a sua importância, quais os seus&lt;br /&gt;deveres e como sua atividade produz o bem do povo.&lt;br /&gt;Aboliremos todo ensino livre(4).Os estudantes terão&lt;br /&gt;o direito de se reunirem a seus pais, como em clubes,&lt;br /&gt;nos estabelecimentos escolares: durante essas reuniões,&lt;br /&gt;nos dias de festa, os professores farão conferências, na&lt;br /&gt;aparência livres, sobre as relações dos homens entre si,&lt;br /&gt;sobre as leis da imitação, sobre as desgraças provocadas&lt;br /&gt;pela concorrência ilimitada, enfim sobre a filosofia das novas&lt;br /&gt;teorias, ainda ignoradas pelo mundo.Faremos dessas&lt;br /&gt;teorias um dogma e dele nos serviremos para conduzir os&lt;br /&gt;homens à nossa fé. Quando eu tiver terminado a exposição&lt;br /&gt;de nosso programa de ação no presente e no futuro,&lt;br /&gt;dir-vos-ei quais as bases dessas teorias.&lt;br /&gt;Em uma palavra, sabendo pela experiência de&lt;br /&gt;muitos séculos que os homens vivem e se dirigem pelas&lt;br /&gt;idéias, que essas idéias somente são inculcadas aos&lt;br /&gt;homens pela educação, ministrada com êxito igual em&lt;br /&gt;todas as idades por processos diferentes, bem entendido,&lt;br /&gt;absorveremos e adotaremos, em nosso proveito, os&lt;br /&gt;derradeiros clarões da independência de pensamento,&lt;br /&gt;que de há muito já dirigimos para as matérias e idéias de&lt;br /&gt;que carecemos.O sistema de repressão do pensamento&lt;br /&gt;já está em vigor no método denominado ensino pela imagem,&lt;br /&gt;que deve transformar os cristãos em animais dóceis,&lt;br /&gt;que não pensam e esperam a representação das cousas e&lt;br /&gt;imagens, a fim de compreendê-las...(5). Na França, um de&lt;br /&gt;nossos melhores agentes, Burgeois, já proclamou o novo&lt;br /&gt;programa de educação pela imagem.(6).&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1) Vimos no Brasil, como exemplo, a Universidade&lt;br /&gt;do Distrito Federal, fundada para fins dissolventes e&lt;br /&gt;judaicos. Seus mentores e professores foram preparados&lt;br /&gt;judaicamente no estrangeiro, a fim de imporem à&lt;br /&gt;mocidade carioca a orientação que lhes traçaram seus&lt;br /&gt;mestres. O fenômeno se tem repetido por toda a parte.&lt;br /&gt;Em S. Paulo, o judeu Roberto Simonsen, magnata dos&lt;br /&gt;grandes negócios de café, inaugura e orienta a Escola&lt;br /&gt;Livre de Sociologia e Política, onde vai instilando o sutil&lt;br /&gt;e perfumado veneno de suas teorias. V. “Diário de S.&lt;br /&gt;Paulo”, 15 de abril de 1936.&lt;br /&gt;(2) A história com esse sentido mentiroso, falso e&lt;br /&gt;caluniador já vem sendo de longa data feita pelo judeu,&lt;br /&gt;que quer apagar a memória da experiência e dos feitos&lt;br /&gt;dos povos cristãos. Seu ideal é transformá-los em&lt;br /&gt;gado, e gado não tem história... “Substituiremos o classicismo”,&lt;br /&gt;dizem os “Protocolos”. Por que? Responde&lt;br /&gt;claramente o judeu Pierre Paraf, em “Israel”, 1931, pág.&lt;br /&gt;162: “O classicismo marca evidente regresso à tradição&lt;br /&gt;católica”.&lt;br /&gt;(3) Criação de compartimentos estanques e limitação&lt;br /&gt;da inteligência pela particularização.&lt;br /&gt;(4) O contrário do que pregam hoje. Ainda acima&lt;br /&gt;se citou uma escola livre do judeu Simonsen...É o&lt;br /&gt;cúmulo!...&lt;br /&gt;(5) Todo o sistema de educação é hoje conduzido&lt;br /&gt;31&lt;br /&gt;no sentido prescrito nos “Protocolos”. Os olhos, os ouvidos&lt;br /&gt;e as mãos aprendem maquinalmente, anulando-se&lt;br /&gt;pouco a pouco o trabalho do cérebro. O judeu Benjamin&lt;br /&gt;Cremieux ataca e critica isso no seu livro “Inquiétude et&lt;br /&gt;reconstruction”. Há judeus com alguma consciência.&lt;br /&gt;(6) Nas traduções alemã (pág. 121), americana&lt;br /&gt;(pág. 56), polonesa e russa de 1920, aparece o nome&lt;br /&gt;de Bourgeois. Na Inglesa (pág. 63), está Bouscy. A verdadeira&lt;br /&gt;leitura, segundo os comentários do Monsenhor&lt;br /&gt;Jouin, é mesmo Bourgeois. “Os Protocolos”, na verdade,&lt;br /&gt;referem-se a Léon Bourgeois, Presidente do Senado&lt;br /&gt;Francês e da Liga das nações, Ministro da Instrução&lt;br /&gt;Pública no Gabinete Brisson, em 1898, grande propugnador&lt;br /&gt;de iniciativas pedagógicas e do ensino leigo.&lt;br /&gt;Sua ação pública combina com as finalidades&lt;br /&gt;dos “Protocolos”.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XVII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;O foro. A influência dos padres cristãos.A liberdade&lt;br /&gt;de consciência.&lt;br /&gt;O rei dos judeus, patriarca e papa. Meios de luta&lt;br /&gt;contra a Igreja atual.&lt;br /&gt;Problemas da imprensa contemporânea.Organização&lt;br /&gt;da polícia.&lt;br /&gt;A polícia voluntária.A espionagem pelo modelo da&lt;br /&gt;sociedade judaica.Os abusos do poder.&lt;br /&gt;O FORO cria homens frios, cruéis, cabeçudos, sem&lt;br /&gt;princípios, que em todos os momentos, se colocam num&lt;br /&gt;terreno impessoal, puramente legal.Estão habituados a&lt;br /&gt;tudo empregar no interesse da defesa de seus clientes e&lt;br /&gt;não para o bem da sociedade.Geralmente , não recusam&lt;br /&gt;causa alguma, procurando obter absolvições a todo o preço,&lt;br /&gt;recorrendo às sutilezas da jurisprudência: assim, desmoralizam&lt;br /&gt;os tribunais. Permitindo essa profissão dentro&lt;br /&gt;de limites estritos, faremos de seus membros, para evitar&lt;br /&gt;aquele mal, funcionários executivos.Os advogados serão&lt;br /&gt;privados, assim como os juízes, do direito de comunicar&lt;br /&gt;com os demandistas; receberão as causas no tribunal,&lt;br /&gt;analisá-las-ão conforme os pareceres e os documentos&lt;br /&gt;dos autos, defenderão os clientes depois de seu interrogatório&lt;br /&gt;pelo tribunal, uma vez esclarecidos os fatos, e&lt;br /&gt;receberão honorários independentemente da qualidade&lt;br /&gt;do processo.Deste modo, teremos uma defesa honesta e&lt;br /&gt;imparcial, guiada não pelo interesse, mas pela convicção.&lt;br /&gt;Isto suprimirá, entre outras cousas, a atual corrupção dos&lt;br /&gt;assessores, que não consentirão mais em dar ganho de&lt;br /&gt;causa somente a quem paga.&lt;br /&gt;Já tomamos as providências para desacreditar a&lt;br /&gt;classe dos padres cristãos, desorganizando, assim, sua&lt;br /&gt;missão, que, atualmente, poderia atrapalhar-nos bastante.&lt;br /&gt;Sua influência sobre os povos mingua dia a dia. Por&lt;br /&gt;toda a aprte foi proclamada a liberdade de consciência.&lt;br /&gt;Por conseguinte, somente um número de anos nos separa&lt;br /&gt;ainda da completa ruína da religião cristã; acabaremos&lt;br /&gt;mais facilmente ainda com as outras religiões, porém ainda&lt;br /&gt;é muito cedo para falar disso.Poremos o clericalismo&lt;br /&gt;e os clericais num âmbito tão estreito que sua influência&lt;br /&gt;será nula em comparação à que outrora tiveram.&lt;br /&gt;Quando chegar o momento de destruir definitivamente&lt;br /&gt;a corte papal, o dedo de uma mão invisível apontála-&lt;br /&gt;á aos poos. Mas, quando os povos se lançarem sobre&lt;br /&gt;ela, nós apareceremos como seus defensores, a fim de&lt;br /&gt;não permitir o derramamento de sangue. Com essa manobra,&lt;br /&gt;penetraremos no seio da praça e dela só sairemos&lt;br /&gt;quando a tivermos completamente arruinado.&lt;br /&gt;O rei dos judeus será o verdadeiro papa do universo,&lt;br /&gt;o patriarca da Igreja Internacional.&lt;br /&gt;Mas, enquanto não tivermos educado a mocidade&lt;br /&gt;nas novas crenças de transição, depois na nossa,não tocaremos&lt;br /&gt;abertamente nas Igrejas existentes, sim lutaremos&lt;br /&gt;contra elas pela crítica, excitando as dissensões.&lt;br /&gt;Em geral, nossa imprensa contemporânea desvendará&lt;br /&gt;os negócios do Estado, as religiões, a incapacidade&lt;br /&gt;dos cristãos e tudo isso em os termos mais desaforados,&lt;br /&gt;a fim de desmoralizar de todas as maneiras , como só a&lt;br /&gt;nossa raça genial sabe fazê-lo.&lt;br /&gt;Nosso regime será a apologia do reinado de Vichnú,&lt;br /&gt;que é seu símbolo, segurando cada uma de nossas&lt;br /&gt;cem mãos uma manivela da máquina social.Veremos tudo&lt;br /&gt;sem auxílio da polícia oficial, que, como nós a preparamos&lt;br /&gt;para os cristãos, impede hoje os governos de ver.No&lt;br /&gt;nosso programa, um terço dos súditos vigiará os outros&lt;br /&gt;por sentimento de dever, para servir voluntariamente ao&lt;br /&gt;Estado. Então, não será vergonhoso ser delator e espião;&lt;br /&gt;pelo contrário, será louvável; mas as delações infundadas&lt;br /&gt;serão cruelmente punidas, a fim de que não se abuse&lt;br /&gt;desse direito.&lt;br /&gt;Nossos agentes serão escolhidos na alta sociedade,&lt;br /&gt;como também nas classes baixas, no seio da classe&lt;br /&gt;administrativa que se diverte, entre os editores, impressores,&lt;br /&gt;livreiros, caixeiros, operários, cocheiros e lacaios,&lt;br /&gt;etc...&lt;br /&gt;Essa polícia, desprovida de direitos, não autorizada&lt;br /&gt;a agir por si, por conseguinte sem poderes, somente fará&lt;br /&gt;testemunhar e denunciar(4); a verificação de seus informes&lt;br /&gt;e as prisões mesmo serão executadas pelo corpo&lt;br /&gt;dos gendarmes e pela polícia municipal.Aquele que não&lt;br /&gt;tiver apresentado seu relatório sobre o que viu e ouviu em&lt;br /&gt;matéria de questões políticas será considerado culpado&lt;br /&gt;de fraude e cumplicidade, como se estivesse provado que&lt;br /&gt;houvesse cometido esses dois crimes.&lt;br /&gt;Assim como hoje nossos irmãos são obrigados, sob&lt;br /&gt;sua própria responsabilidade, a denunciar à sua comunidade&lt;br /&gt;nossos renegados ou as pessoas que empreendam&lt;br /&gt;qualquer coisa contrária à nossa comunidade: assim, no&lt;br /&gt;nosso reino universal, será obrigatório para todos os nossos&lt;br /&gt;súditos servir, desta forma, o Estado.&lt;br /&gt;32&lt;br /&gt;Tal organização destruirá os abusos da força, da&lt;br /&gt;corrupção, tudo o que nossos conselhos e nossas teorias&lt;br /&gt;dos direitos sobre-humanos introduziram nos hábitos dos&lt;br /&gt;cristãos... Mas, como teríamos obtido de outro modo o&lt;br /&gt;crescimento das cãs causas de desordem na sua administração?&lt;br /&gt;Por que outros meios?... Um dos mais importantes&lt;br /&gt;desses meios são os agentes encarregados de restabelecer&lt;br /&gt;a ordem. A estes será deixada a possibilidade de&lt;br /&gt;fazer ver e desenvolver seus maus instintos, inclinações&lt;br /&gt;e caprichos, abusando de seu poder, aceitando, enfim,&lt;br /&gt;gorjetas.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XVIII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Medidas de segurança. Vigilância dos conspiradores.&lt;br /&gt;Uma guarda aparente é a ruína do poder. A guarda&lt;br /&gt;do rei dos judeus.&lt;br /&gt;O prestígio místico do poder. Prisão à primeira suspeita.&lt;br /&gt;QUANDO nos for necessário reforçar as medidas&lt;br /&gt;de proteção policial, que arruínam tão rapidamente o&lt;br /&gt;prestígio do poder, simularemos desordens, manifestações&lt;br /&gt;de descontentamento expressas por bons oradores.&lt;br /&gt;Juntar-se-ão a eles pessoas que alimentem os mesmos&lt;br /&gt;sentimentos.Isto nos servirá de pretexto para autorizar&lt;br /&gt;buscas e vigilâncias, cujos agentes serão os servidores&lt;br /&gt;que tivermos no seio da polícia dos cristãos.&lt;br /&gt;Como a maioria dos conspiradores trabalha por&lt;br /&gt;amor à arte, por amor do palavrório, não os incomodaremos&lt;br /&gt;antes que obrem de qualquer maneira; contentar-&lt;br /&gt;nos-emos em introduzir no seu meio elementos de&lt;br /&gt;vigilância...É preciso não esquecer que o prestígio do poder&lt;br /&gt;decresce, se somente descobre conspirações contra&lt;br /&gt;ele próprio: isto implica a confissão de sua impotência ou,&lt;br /&gt;o que é pior, da injustiça de sua própria causa.&lt;br /&gt;Sabeis que destruímos o prestígio das pessoas&lt;br /&gt;reinantes dos cristãos pelos frequentes atentados organizados&lt;br /&gt;por nossos agentes, carneiros cegos de nosso rebanho;&lt;br /&gt;é fácil, por meio de algumas frases liberais, impelir&lt;br /&gt;ao crime, desde que tenha uma cor política. Forçaremos&lt;br /&gt;os governantes a reconhecer sua impotência por medidas&lt;br /&gt;de segurança claras que tomarão e, assim, arruinaremos&lt;br /&gt;o prestígio do poder.&lt;br /&gt;Ao contrário, nosso governo será guardado por&lt;br /&gt;uma guarda quase imperceptível, porque não admitiremos,&lt;br /&gt;nem por pensamento, que possa existir contra ele&lt;br /&gt;uma facção contra a qual não esteja em estado de lutar e&lt;br /&gt;seja obrigado a se esconder(3).&lt;br /&gt;Se admitíssemos esse pensamento, como o faziam&lt;br /&gt;e ainda fazem os cristãos, assinaríamos uma sentença de&lt;br /&gt;morte; senão a do soberano mesmo, pelo menos o de sua&lt;br /&gt;dinastia em futuro próximo,&lt;br /&gt;Segundo as aparências severamente observadas,&lt;br /&gt;nosso governo só usará de seu poder para o bem, nunca&lt;br /&gt;para suas vantagens pessoais ou dinásticas. Por isso,&lt;br /&gt;observando esse decoro, seu poder será respeitado e salvaguardado&lt;br /&gt;por seus próprios súditos. Adorá-lo-ão com&lt;br /&gt;a idéia de que cada cidadão dele depende, porque dele&lt;br /&gt;dependerá a ordem social...&lt;br /&gt;Guardar o rei abertamente é reconhecer a fraqueza&lt;br /&gt;da organização governamental.&lt;br /&gt;Nosso rei, quando estiver no meio de seu povo,&lt;br /&gt;estará sempre rodeado por uma multidão de homens e&lt;br /&gt;mulheres que serão tomados como curiosos e ocuparão&lt;br /&gt;os lugares mais próximos a ele, como por acaso, os quais&lt;br /&gt;conterão as fileiras dos outros, fazendo respeitar a ordem.&lt;br /&gt;Isso será um exemplo de moderação. Se houver no povo&lt;br /&gt;um solicitador que procure apresentar uma súplica, abrindo&lt;br /&gt;passagem através dos grupos, as primeiras fileiras&lt;br /&gt;devem aceitar essa súplica e entregá-la ao rei aos olhos&lt;br /&gt;do suplicante, a fim de que todos saibam que o que se&lt;br /&gt;apresenta chega ao seu destino e que há, por conseguinte,&lt;br /&gt;um controle do próprio rei. A auréola do poder exige&lt;br /&gt;que o povo possa dizer:” Se o rei soubesse” ou “ Se o&lt;br /&gt;rei souber”.&lt;br /&gt;Com a instituição da guarda oficial desaparece o&lt;br /&gt;prestígio místico do poder; todo homem dotado de certa&lt;br /&gt;audácia julga-se dono desse poder, o faccioso conhece&lt;br /&gt;sua força e espreita a ocasião de cometer um atentado&lt;br /&gt;contra esse poder. Pregamos outra coisa aos cristãos e&lt;br /&gt;vimos aonde tem conduzido as medidas abertas de segurança!&lt;br /&gt;Prenderemos os criminosos à primeira suspeita&lt;br /&gt;mais ou menos fundada: o receio de cometer um erro não&lt;br /&gt;pode ser uma razão para permitir a escápula aos indivíduos&lt;br /&gt;suspeitos de delito ou crime político, para os quais&lt;br /&gt;seremos verdadeiramente sem piedade. Se se pode ainda,&lt;br /&gt;forçando um pouco ao sentido das coisas, admitir o&lt;br /&gt;exame dos motivos nos crimes comuns, não há desculpa&lt;br /&gt;para as pessoas que se ocupem com questões que ninguém,&lt;br /&gt;salvo o governo, pode compreender.&lt;br /&gt;Mesmo todos os governos não são capazes de&lt;br /&gt;compreender a verdadeira política.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XIX&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;O direito de apresentar súplicas e projetos.&lt;br /&gt;As facções. Os crimes políticos julgados nos tribunais.&lt;br /&gt;A propaganda dos crimes políticos.&lt;br /&gt;SE NÃO admitimos que cada um se ocupe de política&lt;br /&gt;diretamente, estimularemos, em compensação, todo&lt;br /&gt;relatório e toda petição que solicite do governo medidas&lt;br /&gt;a bem do povo: isso nos permitirá ver os erros e fantasias&lt;br /&gt;de nossos súditos, aos quais responderemos pela execu33&lt;br /&gt;ção do projeto em questão ou por uma recusa sensata,&lt;br /&gt;que demonstrará a pouca inteligência de seu autor.&lt;br /&gt;As facções não passam dum cachorrinho latindo&lt;br /&gt;contra um elefante. Para um governo bem organizado, não&lt;br /&gt;do ponto de vista policial, mas social, o cãozinho ladra&lt;br /&gt;contra o elefante, porque não conhece seu lugar nem seu&lt;br /&gt;valor. Basta demonstrar por um bom exemplo (1) a importância&lt;br /&gt;de um e de outro para que os cãezinhos deixem de&lt;br /&gt;latir e se ponham a festejar com a cauda logo que avistem&lt;br /&gt;o elefante.&lt;br /&gt;Para tirar o prestígio da bravura ao crime político,&lt;br /&gt;nós o poremos no mesmo banco dos réus do roubo, do&lt;br /&gt;homicídio e de todos os crimes abomináveis e vis.Então, a&lt;br /&gt;opinião pública confundirá, no seu modo de pensar, essa&lt;br /&gt;categoria de crimes com a ignomínia de todos os outros,&lt;br /&gt;cobrindo-a com o mesmo desprezo.Nós nos propusemos,&lt;br /&gt;e espero que tenhamos alcançado isso, impedir os cristãos&lt;br /&gt;de combater as facções políticas dessa maneira(2).&lt;br /&gt;Com esse fim, pela imprensa, nos discursos públicos,&lt;br /&gt;nos manuais de história, fizemos a propaganda do&lt;br /&gt;martírio, na aparência aceito pelos facciosos para o bem&lt;br /&gt;comum. Essa propaganda aumentou os contingentes dos&lt;br /&gt;liberais e atraiu milhares de cristãos ao nosso rebanho.&lt;br /&gt;Notas e Comentários&lt;br /&gt;(1)A força, a violência, a mão de ferro, imposta&lt;br /&gt;por esse poder oculto que os ingleses denominam hidde&lt;br /&gt;hand, a mão secreta...&lt;br /&gt;(2) Entretanto, hoje, o judaísmo, através de sua&lt;br /&gt;imprensa, no mundo inteiro prestigia o crime político e&lt;br /&gt;faz campanha em favor dos criminosos políticos. Não&lt;br /&gt;esquecer o clamor em torno de Sacco e Vanzetti, a propaganda&lt;br /&gt;contra a condenação dos assassinos comunistas&lt;br /&gt;das Astúrias, o barulho que se fez no Brasil em pról&lt;br /&gt;da pequena aventureira judia Geny Gleizer. Toda essa&lt;br /&gt;encenação combina perfeitamente com os Protocolos.&lt;br /&gt;Nas antigas sociedades cristãs, o crime político&lt;br /&gt;era abominável, sobretudo o regicídio. Foi o espírito judaico&lt;br /&gt;que transformou a opinião cristã, a fim de poder&lt;br /&gt;agir à vontade contra o trono e o altar.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XX&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;O programa financeiro. O imposto progressivo.&lt;br /&gt;Percepção progressiva em selos. Caixa de fundos em&lt;br /&gt;valores-papel e estagnação do dinheiro. Tribunal de contas.&lt;br /&gt;Abolição da representação. Estagnação dos capitais.&lt;br /&gt;Emissão de dinheiro. O câmbio do ouro. O câmbio do custo&lt;br /&gt;do trabalho. O orçamento. Os empréstimos do Estado.&lt;br /&gt;A série de títulos ao juro de 1%. As ações industriais. Os&lt;br /&gt;governantes dos cristãos: os favoritos; os agentes dos&lt;br /&gt;franco-maçons.&lt;br /&gt;FALAREMOS agora sobre o programa financeiro&lt;br /&gt;que reservei para o fim de meu relatório como o ponto&lt;br /&gt;mais difícil, culminante e decisivo de nossos planos.&lt;br /&gt;Abordando-o, lembrar-vos-ei que já vos disse, em forma&lt;br /&gt;de alusão, que a soma de nossos atos se resume em uma&lt;br /&gt;questão de cifras (1).&lt;br /&gt;Quando nosso reinado chegar, nosso governo absoluto&lt;br /&gt;evitará, para sua própria defesa, sobrecarregar&lt;br /&gt;muito as massas populares de impostos, não esquecendo&lt;br /&gt;seu papel de pai e protetor. Mas, como a organização&lt;br /&gt;governamental custa caro, é preciso, entretanto, obter os&lt;br /&gt;meios necessários para isso.Por isso devemos preparar&lt;br /&gt;cuidadosamente o equilíbrio financeiro.&lt;br /&gt;No nosso governo, o rei possuirá a ficção legal da&lt;br /&gt;propriedade legal de tudo o que houver no Estado, o que é&lt;br /&gt;fácil de realizar; poderá, portanto, recorrer ao confisco legal&lt;br /&gt;de todas as somas em dinheiro que julgar necessárias&lt;br /&gt;para regular a circulação de capitais no Estado(2). Vê-se&lt;br /&gt;por aí que a taxação deve consistir principalmente num&lt;br /&gt;imposto progressivo sobre a propriedade. Desse modo,&lt;br /&gt;os impostos serão percebidos, sem agravo e sem ruína,&lt;br /&gt;numa proporção de percentagem relativa à posse. Os ricos&lt;br /&gt;devem compreender que seu dever é por uma parte&lt;br /&gt;de seu supérfluo à disposição do Estado, porque este lhes&lt;br /&gt;garante a segurança do resto e o direito de um ganho&lt;br /&gt;honesto, digo honesto, porque o controle da propriedade&lt;br /&gt;acabará com toda a pilhagem legal.&lt;br /&gt;Essa reforma social deve vir de cima, porque seu&lt;br /&gt;tempo chegou e é necessário como um penhor de paz. O&lt;br /&gt;imposto sobre os pobres é uma semente de revolução e&lt;br /&gt;é prejudicial ao Estado, que perde grande lucro correndo&lt;br /&gt;atrás de pequenos proveitos(3).&lt;br /&gt;Independentemente disso, o imposto sobre os capitalistas&lt;br /&gt;diminuirá o crescimento das riquezas das pessoas&lt;br /&gt;privadas, em cujas mãos nós a concentramos atualmente&lt;br /&gt;para contrabalançar a força governamental dos cristãos,&lt;br /&gt;isto é, as finanças do Estado.&lt;br /&gt;Um imposto progressivo dará muito mais forte renda&lt;br /&gt;do que o imposto proporcional de hoje, que só nos é&lt;br /&gt;útil para excitar agitações e descontentamentos entre os&lt;br /&gt;cristãos (4).&lt;br /&gt;A força sobre que nosso rei se apoiará será o equilíbrio&lt;br /&gt;e a garantia de paz. É necessário que os capitalistas&lt;br /&gt;sacrifiquem pequena parte de seus rendimentos para assegurar&lt;br /&gt;o funcionamento da máquina governamental. As&lt;br /&gt;necessidades do Estado devem ser pagas por aqueles a&lt;br /&gt;quem suas riquezas permitam fazer isso sem sacrifício&lt;br /&gt;(5).&lt;br /&gt;Tal medida destruirá o ódio do pobre contra o rico,&lt;br /&gt;no qual aquele verá uma força financeira útil ao Estado,&lt;br /&gt;sustentáculo da paz e da prosperidade, pois que é o rico&lt;br /&gt;quem provê aos recursos necessários para a obtenção&lt;br /&gt;desses bens. Para que os pagadores das classes inteligentes&lt;br /&gt;não se entristeçam demasiado com esses novos&lt;br /&gt;pagamentos, ser-lhes-ão entregues prestações de contas&lt;br /&gt;do destino dessas quantias, excetuando-se, bem enten34&lt;br /&gt;dido, as somas que forem aplicadas às necessidades do&lt;br /&gt;trono e das instituições administrativas.&lt;br /&gt;A pessoa reinante não possuirá propriedade pessoal,&lt;br /&gt;porque tudo o que exista no Estado é dela, senão&lt;br /&gt;uma coisa contradiria a outra: os recursos pessoais anulariam&lt;br /&gt;o direito de propriedade sobre as posses de todos.&lt;br /&gt;Os parentes da pessoa reinante, exceto seus herdeiros,&lt;br /&gt;que são igualmente mantidos à custa do Estado, devem&lt;br /&gt;se colocar nas fileiras dos servidores do Estado ou trabalhar&lt;br /&gt;para adquirir o direito de propriedade: o privilégio de&lt;br /&gt;pertencer à família real não deve servir de pretexto para&lt;br /&gt;pilhar o Tesouro.&lt;br /&gt;A compra duma propriedade, a aceitação duma&lt;br /&gt;herança serão taxadas com um imposto de selo progressivo.&lt;br /&gt;A transmissão duma propriedade em dinheiro ou de&lt;br /&gt;outra forma, não declarada nesse imposto de selo, necessariamente&lt;br /&gt;nominal, será gravada com uma taxa de&lt;br /&gt;tanto por cento por conta do antigo proprietário, da data&lt;br /&gt;da transferência até o dia em que a fraude for descoberta.&lt;br /&gt;Os títulos de transferência deverão ser apresentados todas&lt;br /&gt;as semanas ao Tesouro local, com a designação do&lt;br /&gt;nome próprio, do de família e do domicílio do antigo e&lt;br /&gt;do novo proprietários. Esse registro só será obrigatório a&lt;br /&gt;partir duma quantia fixa que exceda os preços comuns de&lt;br /&gt;compra e venda do necessário, sendo os outros passíveis&lt;br /&gt;unicamente dum imposto em selo bastante mínimo, para&lt;br /&gt;cada unidade.&lt;br /&gt;Calculai quanto esses impostos farão exceder&lt;br /&gt;a nossa renda sobre a dos Estados cristãos. A caixa de&lt;br /&gt;fundos do Estado deverá conter certo capital de reserva,&lt;br /&gt;devendo tudo o que exceder a esse capital ser posto em&lt;br /&gt;circulação.Organizar-se-ão com essas reservas públicas.&lt;br /&gt;A iniciativa desses trabalhos resultando dos recursos do&lt;br /&gt;Estado ligará fortemente a classe operária aos interesses&lt;br /&gt;do Estado e às pessoas reinantes. Parte dessas somas&lt;br /&gt;será atribuída a prêmios para invenções e à produção.&lt;br /&gt;De modo algum é preciso, fora das somas fixadas e&lt;br /&gt;largamente contadas, reter, mesmo que seja uma simples&lt;br /&gt;unidade, nas caixas do Estado, porque o dinheiro é feito&lt;br /&gt;para circular e toda a estagnação de dinheiro tem perniciosa&lt;br /&gt;repercussão sobre o funcionamento do mecanismo&lt;br /&gt;do Estado, cujas engrenagens ele deve azeitar: a falta de&lt;br /&gt;óleo pode parar a marcha regular da máquina (6).&lt;br /&gt;A substituição duma parte do dinheiro por valores&lt;br /&gt;em papel justamente produziu essa estagnação. As consequências&lt;br /&gt;de tal fato já são suficientemente sensíveis.&lt;br /&gt;Teremos também um Tribunal de Contas e o governante&lt;br /&gt;encontrará em todo o tempo nele uma prestação&lt;br /&gt;completa de contas, com as receitas e despesas do Estado,&lt;br /&gt;excetuando-se as contas do mês ainda não terminado&lt;br /&gt;e do mês anterior ainda não entregue.&lt;br /&gt;O único indivíduo que não tem interesse em pilhar&lt;br /&gt;as caixas do Estado é seu proprietário, o governante (8).&lt;br /&gt;Por isso, seu controle tornará impossíveis os prejuízos e&lt;br /&gt;os desperdícios. A representação, que toma precioso tempo&lt;br /&gt;ao governo com as recepções exigidas pela etiqueta,&lt;br /&gt;será suprimida, a fim de que ele tenha tempo de controlar&lt;br /&gt;e de refletir. Seu poder não ficará mais à mercê dos favoritos&lt;br /&gt;que rodeiam o trono para lhe dar brilho e pompa,&lt;br /&gt;porém que não defendem os interesses do Estado e sim&lt;br /&gt;os próprios.&lt;br /&gt;As crises econômicas tem sido produzidas por nós&lt;br /&gt;entre os cristãos, com o único fim de retirar dinheiro de&lt;br /&gt;circulação.Capitais enormes ficaram estagnados, retirando&lt;br /&gt;dinheiro dos Estados, que foram obrigados a recorrer a&lt;br /&gt;esses mesmos capitais, a fim de ter dinheiro. Esses empréstimos&lt;br /&gt;sobrecarregaram as finanças dos Estados com&lt;br /&gt;o pagamento de juros, escravizando-os ao capital (9). A&lt;br /&gt;concentração da indústria nas mãos dos capitalistas que&lt;br /&gt;mataram a pequena indústria, absorveu todas as forças&lt;br /&gt;do povo, e, ao mesmo tempo, as do Estado... (10).&lt;br /&gt;A atual emissão de dinheiro em geral não corresponde&lt;br /&gt;à cifra do consumo por cabeça, e, por conseguinte,&lt;br /&gt;não pode satisfazer todas as necessidades dos trabalhadores.&lt;br /&gt;A emissão de dinheiro deve estar em relação com&lt;br /&gt;o crescimento da população, no qual devem ser computadas&lt;br /&gt;as crianças, porque consomem e gastam desde que&lt;br /&gt;nascem (11).&lt;br /&gt;A revisão da cunhagem das moedas é uma questão&lt;br /&gt;essencial para o mundo inteiro. Sabeis que o câmbio ouro&lt;br /&gt;foi pernicioso para os Estados que o adotaram, porque&lt;br /&gt;não pode satisfazer o consumo de dinheiro, tanto mais&lt;br /&gt;que retiramos da circulação a maior quantidade de ouro&lt;br /&gt;possível. (12).&lt;br /&gt;Devemos criar uma moeda baseada sobre o trabalho,&lt;br /&gt;seja de papel ou de madeira. Faremos uma emissão&lt;br /&gt;de dinheiro de acordo com as necessidades normais de&lt;br /&gt;cada súdito, aumentando-a conforme os nascimentos e&lt;br /&gt;as mortes.&lt;br /&gt;Cada departamento, cada distrito terá suas estatísticas&lt;br /&gt;para esse efeito. A fim de que não haja demora na&lt;br /&gt;entrega de dinheiro para as necessidades do Estado, as&lt;br /&gt;quantias e as datas de sua entrega serão fixadas por um&lt;br /&gt;decreto do governo. Assim, será destruído o protetorado&lt;br /&gt;do ministério das Finanças, que não poderá favorecer uma&lt;br /&gt;região em detrimento de outras.&lt;br /&gt;Apresentaremos essas reformas que projetamos&lt;br /&gt;fazer de modo a não alarmar ninguém. Mostraremos a&lt;br /&gt;necessidade das reformas em consequência do caos a&lt;br /&gt;que chegaram as desordens financeiras dos cristãos.A&lt;br /&gt;primeira desordem, diremos, consistiu em decretar um&lt;br /&gt;simples orçamento que cresce todos os anos pela seguinte&lt;br /&gt;razão: vai-se com esse orçamento até o meio do ano;&lt;br /&gt;depois pedem-se créditos suplementares que se gastam&lt;br /&gt;em três meses; depois novos créditos suplementares, e&lt;br /&gt;tudo acaba por uma liquidação. E, como o orçamento do&lt;br /&gt;ano seguinte é calcado sobre o total do orçamento geral,&lt;br /&gt;a diferença anual normal é de 50% e o orçamento anual&lt;br /&gt;triplica de dez em dez anos. Graças a tais processos, aceitos&lt;br /&gt;pelo descuido dos Estados Cristãos, suas caixas estão&lt;br /&gt;sempre vazias. Os empréstimos que vieram em consequência&lt;br /&gt;devoraram os restos e levaram todas as nações a&lt;br /&gt;35&lt;br /&gt;bancarrota.&lt;br /&gt;Todo empréstimo demonstra fraqueza do Estado e&lt;br /&gt;incompreensão dos direitos do Estado. Os empréstimos,&lt;br /&gt;como a espada de Dâmocles, estão suspensos sobre a&lt;br /&gt;cabeça dos governantes que, em lugar de tomar aquilo de&lt;br /&gt;que necessitavam aos seus súditos por meio dum imposto&lt;br /&gt;temporário, estendem a mão, pedindo esmola aos nossos&lt;br /&gt;banqueiros. Os empréstimos externos são sanguessugas&lt;br /&gt;que, em caso algum, se podem arrancar do corpo do&lt;br /&gt;Estado, salvo se o largarem por si ou se ele as extirpar&lt;br /&gt;radicalmente. Mas os Estados cristãos não os arrancam e&lt;br /&gt;continuam a por outros, embora tenham de perecer com&lt;br /&gt;essa sangria voluntária.(14)&lt;br /&gt;Na realidade, o que é o empréstimo senão isso,&lt;br /&gt;sobretudo o empréstimo externo? O empréstimo é uma&lt;br /&gt;emissão de letras de câmbio do governo, contendo uma&lt;br /&gt;obrigação a certa taxa de juros, proporcional ao total do&lt;br /&gt;capital empregado. Se o empréstimo for taxado em 5%,&lt;br /&gt;em vinte anos o Estado terá pago, sem utilidade alguma,&lt;br /&gt;tanto de juros quanto o capital, em quarenta anos o dobro&lt;br /&gt;da dívida, em sessenta o triplo e a dívida sempre por&lt;br /&gt;pagar.&lt;br /&gt;Vê-se assim, que, sob a forma de imposto individual,&lt;br /&gt;o Estado toma os últimos centavos dos pobres&lt;br /&gt;contribuintes para pagar aos ricos estrangeiros, aos quais&lt;br /&gt;tomou dinheiro emprestado, ao invés de ajuntar suas riquezas&lt;br /&gt;para prover suas necessidades, sem o peso dos&lt;br /&gt;juros.&lt;br /&gt;Enquanto os empréstimos foram internos, os cristãos&lt;br /&gt;somente transferiam o dinheiro do bolso dos pobres&lt;br /&gt;para o dos ricos. Mas, quando nós compramos as pessoas&lt;br /&gt;necessárias para transportar os empréstimos para o estrangeiro,&lt;br /&gt;todas as riquezas dos Estados passaram para&lt;br /&gt;nossas caixas e todos os cristãos começaram a pagar um&lt;br /&gt;tributo de sujeição. Se a leviandade dos governos cristãos,&lt;br /&gt;no que concerne aos negócios de Estado, se a corrupção&lt;br /&gt;dos ministros ou a falta de inteligência financeira dos outros&lt;br /&gt;governantes sobrecarregaram seus países de dívidas&lt;br /&gt;que não podem re-embolsar, é preciso que saibais que&lt;br /&gt;isso nos custou muito dinheiro e esforço!...&lt;br /&gt;Não permitiremos a estagnação do dinheiro. Por&lt;br /&gt;isso, não consentiremos que haja apólices do Estado,&lt;br /&gt;excetuando-se uma série a 1%, a fim de que os juros não&lt;br /&gt;entreguem a força do Estado à sucção das sanguessugas.&lt;br /&gt;O direito de emitir títulos ficará unicamente reservado&lt;br /&gt;às companhias industriais, que não farão grande&lt;br /&gt;sacrifício, pagando juros com seus lucros, enquanto que&lt;br /&gt;o Estado não retira do dinheiro que toma emprestado o&lt;br /&gt;menor lucro, pois que o gasta e não realiza com ele operações&lt;br /&gt;frutuosas.(16)&lt;br /&gt;As ações industriais serão adquiridas pelo próprio&lt;br /&gt;governo, que, de tributário de impostos, como é agora, se&lt;br /&gt;transformará em emprestador por cálculo. Tal medida fará&lt;br /&gt;cessar a estagnação de dinheiro, o parasitismo e a imprensa,&lt;br /&gt;que nos eram úteis quando os cristãos viviam independentes,&lt;br /&gt;mas que são indesejáveis no nosso regime.&lt;br /&gt;Como é evidente a falta de reflexão puramente&lt;br /&gt;animal dos cérebros cristãos! Eles nos pediam dinheiro&lt;br /&gt;emprestado com juros, sem refletir que precisariam tomar&lt;br /&gt;esse mesmo dinheiro, acrescido de juros, nas arcas do&lt;br /&gt;Estado, para nos pagar! Que de mais simples do que ir&lt;br /&gt;buscar o dinheiro de que precisavam no bolso dos contribuintes?&lt;br /&gt;Isso prova a superioridade geral de nosso espírito,&lt;br /&gt;que soube apresentar-lhes a questão dos empréstimos&lt;br /&gt;de tal forma que nela somente viram vantagens para&lt;br /&gt;eles(17).&lt;br /&gt;Os cálculos que apresentamos, esclarecidos, quando&lt;br /&gt;for oportuno, pela luz das experiências seculares, cuja&lt;br /&gt;matéria nos foi fornecida pelos Estados cristãos, distinguir-&lt;br /&gt;se-ão por sua clareza e segurança, mostrando a todos,&lt;br /&gt;evidentemente, a utilidade de nossas inovações. Acabarão&lt;br /&gt;com os abusos, graças aos quais temos os cristãos&lt;br /&gt;em nosso poder, mas sem admití-los no nosso reino(18).&lt;br /&gt;Estabeleceremos tão bem nosso sistema de contas&lt;br /&gt;que, nem o governante, nem o mais ínfimo funcionário poderão&lt;br /&gt;desviar a menor soma de seu destino sem que isso&lt;br /&gt;seja notado. Também não lhe poderão dar outro destino&lt;br /&gt;fora do indicado, de uma vez por todas, dentro de nosso&lt;br /&gt;plano de ação.&lt;br /&gt;Não é possível governar sem um plano definido.&lt;br /&gt;Os próprios heróis que seguem um rumo certo, porém&lt;br /&gt;sem reservas determinadas, perecem a meio caminho.&lt;br /&gt;Os chefes cristãos, a quem outrora aconselhamos que&lt;br /&gt;se distraíssem dos cuidados do Estado com recepções&lt;br /&gt;representativas, com o protocolo dos divertimentos, não&lt;br /&gt;passavam de biombos de nosso governo oculto. As prestações&lt;br /&gt;de contas dos favoritos que os substituíam à frente&lt;br /&gt;dos negócios públicos eram feitas para eles pelos nossos&lt;br /&gt;agentes e satisfaziam todas as vezes os espíritos clarividentes&lt;br /&gt;com as promessas de futuras melhoras e economias...&lt;br /&gt;Que economias?...Novos empréstimos?...Poderiam&lt;br /&gt;perguntar isso e não perguntavam aqueles que liam&lt;br /&gt;nossas prestações de contas e nossos projetos...Sabeis&lt;br /&gt;a que ponto os levou esse pouco caso, a que desordem&lt;br /&gt;financeira chegaram, a despeito da admirável atividade&lt;br /&gt;de seus povos(19).&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1)Na opinião dum técnico, Jules Sevérin, Secretário&lt;br /&gt;do Congresso Monetário Internacional, no seu trabalho&lt;br /&gt;“La tyrannie de l’or et les juifs qui l’accaparent”,&lt;br /&gt;o domínio judaico sobre o ouro é que lhe dá a força para&lt;br /&gt;conquistar o mundo.&lt;br /&gt;De longa data, através dos centenários, os judeus&lt;br /&gt;vinham amontoando o ouro; mas o grande açambarcamento&lt;br /&gt;do precioso metal data, em verdade, de 1816,&lt;br /&gt;logo após a queda de Napoleão, quando o judeu Lord&lt;br /&gt;Liverpool propõe ao Parlamento Britânico e consegue&lt;br /&gt;que seja aprovada a lei do padrão-ouro para as dívidas&lt;br /&gt;internacionais. Depois disso, Jules Sevérin estuda&lt;br /&gt;36&lt;br /&gt;minunciosamente como, através da política monetária&lt;br /&gt;judaico-britânica e das lições dos economistas alugados&lt;br /&gt;a Israel, o ouro subiu de valor e serviu ao judaísmo&lt;br /&gt;para predominar mundialmente. Citemos um trecho&lt;br /&gt;do livro que elucida o caso: “O câmbio das moedas foi&lt;br /&gt;transferido para a bolsa de Londres (depois de 1873) e&lt;br /&gt;lá variou de nação a nação e de dia a dia. Logo, a Inglaterra&lt;br /&gt;conseguiu a adesão da Holanda e dos Estados&lt;br /&gt;Unidos ao padrão-ouro único para as dívidas internacionais.&lt;br /&gt;Em 1878, Léon Say, na renovação da convenção&lt;br /&gt;monetária com a Itália, a Suíça, a Bélgica e a Grécia,&lt;br /&gt;proibia a cunhagem em prata, portanto, a circulação,&lt;br /&gt;para o pagamento a potências estrangeiras.&lt;br /&gt;Sendo a prata recusada por oito grandes nações,&lt;br /&gt;foi por água abaixo; e as nações que só tinham prata&lt;br /&gt;viram suas dívidas dobradas, triplicadas e quadruplicadas,&lt;br /&gt;conforme a moeda baixava ou se esgotava. Mas,&lt;br /&gt;como sempre valia nos países onde era cunhada, servia&lt;br /&gt;para comprar ouro, pelo mesmo preço, o duplo ou&lt;br /&gt;o triplo de mercadorias, as quais, revendidas em ouro&lt;br /&gt;às grandes nações, edificaram primeiro as grandes potências&lt;br /&gt;mundiais e, finalmente, provocaram baixas de&lt;br /&gt;preços formidáveis a todas em todas as potências. A&lt;br /&gt;prata baixa, diziam; mas a prata não baixara.&lt;br /&gt;O ouro só é, que muito procurado e açambarcado,&lt;br /&gt;subia. Os Index Numbers do sr. Shauerbeck, de Londres,&lt;br /&gt;demonstravam que a prata continuava ao par com as&lt;br /&gt;mercadorias. E era o ouro que subia, conforme confessava&lt;br /&gt;a Gold and Silver Commission...”&lt;br /&gt;(2) É o que os reis Lenin e Stalin, pseudônimos da&lt;br /&gt;tribo judaica Kaganovitch, isto é, os filhos de Cohen, têm&lt;br /&gt;feito na Rússia infeliz...&lt;br /&gt;(3) Por isso os paus mandados do judaísmo e da&lt;br /&gt;maçonaria, às vezes inconscientemente, no legislativo&lt;br /&gt;e no executivo, não fazem outra coisa senão aumentar&lt;br /&gt;impostos. Essa tem sido a regra geral dos pecos financistas&lt;br /&gt;liberais. Vê-se aqui a quem aproveita.&lt;br /&gt;(4) Confere e concorda em gênero, número e&lt;br /&gt;caso...&lt;br /&gt;(5) Assim era no Estado Corporativo Cristão; assim&lt;br /&gt;é no Estado Corporativo Moderno. Os judeus, entretanto,&lt;br /&gt;combateram aquele e combatem este...&lt;br /&gt;(6) Todavia, todo o trabalho dos economistas e&lt;br /&gt;financistas inspirados por Israel é contrariar essa regra&lt;br /&gt;tão sábia. Todos os pretextos são bons para diminuir o&lt;br /&gt;numerário em circulação e, às vezes, como no Brasil,&lt;br /&gt;o diminuem de tal forma que o dinheiro falso se derrama&lt;br /&gt;no país e corre normalmente, tal a falta de troco&lt;br /&gt;no interior...&lt;br /&gt;(7) Refere-se à imobilização de somas imensas&lt;br /&gt;em apólices e títulos de renda, que enchem os cofres&lt;br /&gt;dos bancos e não passam de capitais estagnados e&lt;br /&gt;parasitários. Vá alguém lembrar-se de aventar a troca&lt;br /&gt;dessa papelada que rende juros por dinheiro corrente&lt;br /&gt;e os banqueiros, os economistas, os financistas porão&lt;br /&gt;mãos à cabeça. Que enormidade! É com esses e outros&lt;br /&gt;preconceitos que vão fazendo, contra os povos, o joguinho&lt;br /&gt;de Israel...&lt;br /&gt;(8)V. Antonio Sardinha, “Ao ritmo da ampulheta”:&lt;br /&gt;é esse o conceito que o grande sociólogo lusitano faz&lt;br /&gt;do rei cristão: o pastor que cuida bem do seu rebanho.&lt;br /&gt;A voz do povo reconhecia isso quando pedia socorro:&lt;br /&gt;“Aquí d’El-Rei ! “. O Rei era o protetor nato da sua grei.&lt;br /&gt;Por isso o judaísmo destruiu os reis. Mas quer impor um&lt;br /&gt;dia o Rei de Israel e a esse dá o que tirou ao Rei cristão.&lt;br /&gt;Está conforme...&lt;br /&gt;(9) Calixto de Wolski, “La Russie Juive”, edição&lt;br /&gt;de Albert Savine, Paris, 1887. Nesse formidável e documentadíssimo&lt;br /&gt;livro sobre os judeus, publicado quase&lt;br /&gt;vinte anos antes dos “Protocolos”, lê-se isto à pág. 25:&lt;br /&gt;“A Europa está enfeudada ao domínio de Israel. O judeu&lt;br /&gt;gravou todos os Estados com uma nova hipoteca que&lt;br /&gt;eles jamais poderão pagar com suas rendas(!).&lt;br /&gt;O domínio universal que tantos conquistadores&lt;br /&gt;sonharam está nas mãos dos judeus. O Deus da Judéia&lt;br /&gt;cumpriu a palavra dada aos profetas. Jerusalém impôs&lt;br /&gt;tributo aos Impérios. A melhor parte da renda pública&lt;br /&gt;de todos os Estado, o produto mais direto do trabalho&lt;br /&gt;de todos passa para a bolsa dos judeus sob o nome de&lt;br /&gt;juros da dívida nacional.”&lt;br /&gt;Leia-se o livro “Brasil - Colônia de banqueiros”,&lt;br /&gt;do comentador destas notas, e se verá como esse quadro&lt;br /&gt;é verdadeiro em relação ao nosso pobre país.&lt;br /&gt;(10) Como os “Protocolos” previram essa concentração&lt;br /&gt;industrial verificada por todos os especialistas&lt;br /&gt;modernos no assunto. Dom de adivinhação ou plano&lt;br /&gt;bem elaborado?... O leitor escolha a solução que melhor&lt;br /&gt;lhe convier...&lt;br /&gt;(11) No Brasil, por exemplo: três milhões de contos&lt;br /&gt;para quarenta e dois milhões de habitantes. A questão&lt;br /&gt;foi estudada em “Brasil - Colônia de banqueiros”. O&lt;br /&gt;mundo inteiro sofre da falta de circulação de dinheiro,&lt;br /&gt;enquanto que os grandes bancos de Nova York, Paris,&lt;br /&gt;Londres e Amsterdam estão abarrotados de ouro. E o&lt;br /&gt;ouro, como não tem o que fazer, viaja...&lt;br /&gt;(12) É o que acabou de citar acima Jules Sevérin.&lt;br /&gt;(13) O que aí se pinta é ou não o que se passa&lt;br /&gt;na realidade? Que hidde hand, que mão secreta, que&lt;br /&gt;mão oculta manobra tudo isso? (**época da crise mundial**).&lt;br /&gt;(14) É a maior crítica feita ao delírio dos empréstimos&lt;br /&gt;com que o judaísmo envenenou as nações. Partindo&lt;br /&gt;de quem parte, devemos aceitá-la. Pelos empréstimos,&lt;br /&gt;realizados através dos bancos judaicos, - como&lt;br /&gt;escrevia Dostoiewski, membro da loja maçônica “Luiz&lt;br /&gt;Sinarro”, segundo o “Boletim del Gran Oriente Español”,&lt;br /&gt;de 10 de outubro de 1912, os judeus “são agora donos&lt;br /&gt;de tudo, na Europa, da instrução, da civilização, do&lt;br /&gt;socialismo, sobretudo do socialismo, por meio do qual&lt;br /&gt;arrancarão o cristianismo e a civilização.”&lt;br /&gt;Quem diz empréstimo diz escravização.&lt;br /&gt;37&lt;br /&gt;(15) Vide “Brasil - Colônia de banqueiros”.&lt;br /&gt;(16) Entretanto, todos os financistas atualmente&lt;br /&gt;inspirados por Israel dizem o contrário e fomentam&lt;br /&gt;a corrida às emissões de apólices até com sorteios,&lt;br /&gt;transformadas em verdadeiras loterias, como as de vários&lt;br /&gt;Estados do Brasil. Os estadistas goyim tem muito&lt;br /&gt;talento...&lt;br /&gt;(17) Por isso diz o código de leis judaicas “Schulan&lt;br /&gt;Aruch”, no Iore-dea, 159,1, tirado do tratado “Baka&lt;br /&gt;Metzio”, do Talmud, 70: “É proibido emprestar dinheiro a&lt;br /&gt;um judeu com juros pesado, mas é permitido emprestar&lt;br /&gt;dinheiro a um akum ou a um judeu convertido em akum,&lt;br /&gt;exigindo juros de usura. Porque a Escritura diz: ajudarás&lt;br /&gt;o teu irmão a viver. Mas o akum não é teu irmão.”&lt;br /&gt;O que é o akum? É o gentio, o impuro, o goi, o&lt;br /&gt;cristão. Akum é a abreviação das palavras hebraicas:&lt;br /&gt;aboda Kohabin umazzaliot, isto é, o adorador dos astros,&lt;br /&gt;o infiel. Conforme diz o Rabino Kalisch, “Commentáires&lt;br /&gt;au Schoulan Arouch”. O cristão é chamado de várias&lt;br /&gt;formas pelos judeus: goi e o plural goyim, cuja significação&lt;br /&gt;já vimos; akum, que acabamos de ver; abodazara,&lt;br /&gt;como escrevia o célebre rabino Maimônedes, isto é, os&lt;br /&gt;pagãos; minim, segundo o rabino talmudista Meir, que&lt;br /&gt;quer dizer os heréticos; nochri, os nazarenos, conforme&lt;br /&gt;o tratado “Aboda Zara”, sobre as religiões estrangeiras,&lt;br /&gt;6,a . kutim, ou samaritanos; enfim, amme haaretz koalam&lt;br /&gt;ou itan kaaretz, a turba, a plebe, a gente da terra...&lt;br /&gt;(18) Naturalmente. Porque a nação judaica é distinta&lt;br /&gt;das outras. “Por cima das fronteiras - afirmou o&lt;br /&gt;judeu Goldman, um dos organizadores do último Congresso&lt;br /&gt;Judaico Universal - nós formamos uma única&lt;br /&gt;nação”. O judeu Luiz D. Brandeis, membro da Suprema&lt;br /&gt;Corte de Justiça dos Estados Unidos, escreve: “Reconheçamos&lt;br /&gt;que, nós, judeus, somos uma nação distinta,&lt;br /&gt;da qual cada judeu é necessariamente membro, sejam&lt;br /&gt;quais forem seus países de origem, sua posição ou sua&lt;br /&gt;crença.”. Na “Jewish Cronicle” (“Crônica judaica”) de&lt;br /&gt;8 de outubro de 1911, se lê este pedacinho de ouro:&lt;br /&gt;“Os judeus que pretendem ser ingleses, franceses ou&lt;br /&gt;americanos patriotas e bons judeus não passam de&lt;br /&gt;mentiras vivas.&lt;br /&gt;O patriotismo inglês, francês ou americano do judeu&lt;br /&gt;é um simples disfarce que adota para agradar aos&lt;br /&gt;habitantes do país”. No “Jewish World” (“O Mundo judaico”),&lt;br /&gt;de 22 de outubro de 1915, este outro: “Ninguém&lt;br /&gt;se lembraria de pretender que o filho de um japonês ou&lt;br /&gt;dum hindú seja inglês só porque nasceu na Inglaterra;&lt;br /&gt;o mesmo raciocínio se aplica aos judeus.”Ainda outro&lt;br /&gt;artigo no mesmo jornal judaico de 14 de dezembro de&lt;br /&gt;1922: “O judeu continua judeu mesmo mudando de religião;&lt;br /&gt;um cristão que se convertesse à religião judaica&lt;br /&gt;não se tornaria judeu, porque a qualidade de judeu não&lt;br /&gt;depende da religião, mas da raça e um judeu livrepensador&lt;br /&gt;ou ateu continua tão judeu quanto qualquer&lt;br /&gt;rabino”. E afinal, as palavras do judeu Felix Allouche, no&lt;br /&gt;“Réveil Juif” (“O despertar do judeu”), de 27 de novembro&lt;br /&gt;de 1931: “O povo judeu forma um povo só por maior&lt;br /&gt;que seja o número de seus pedaços espalhados pelo&lt;br /&gt;mundo e a distância que os separe.”&lt;br /&gt;CAPÍTULO XXI&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Os empréstimos internos. O passivo e os impostos.&lt;br /&gt;As conversões.As caixas econômicas e a renda.&lt;br /&gt;Supressão da bolsa de fundos públicos. Taxação&lt;br /&gt;dos valores industriais.&lt;br /&gt;ACRESCENTAREI ao que já vos expús na reunião&lt;br /&gt;anterior uma explicação minuciosa dos empréstimos internos.&lt;br /&gt;Sobre os externos, nada mais direi, porque eles&lt;br /&gt;abarrotaram nossas burras com o dinheiro nacional dos&lt;br /&gt;cristãos (Citicorp, Salomon Brothers, Safra,etc..), mas&lt;br /&gt;para o nosso Estado não haverá mais nada estrangeiro,&lt;br /&gt;porque não haverá exterior. Aproveitamos a corrupção dos&lt;br /&gt;administradores e a negligência dos governantes para&lt;br /&gt;receber somas duplas, triplas e ainda mais fortes (1), emprestando&lt;br /&gt;ao governo dos cristãos dinheiro que não era&lt;br /&gt;absolutamente necessário as nações. Quem poderia fazer&lt;br /&gt;a mesma coisa contra nós?...Por isso, somente exporei&lt;br /&gt;com pormenores os empréstimos internos.&lt;br /&gt;Quando lançam um empréstimo, os Estados abrem&lt;br /&gt;uma subscrição para a compra dos títulos. A fim de que&lt;br /&gt;estes sejam acessíveis a todos, criam bônus de até cem&lt;br /&gt;mil; ao mesmo tempo, fazem um abatimento para os primeiros&lt;br /&gt;subscritores. No dia seguinte, há uma alta de preço&lt;br /&gt;artificial, com o pretexto de que toda gente os procura.&lt;br /&gt;Alguns dias depois, as arcas do Tesouro, segundo dizem,&lt;br /&gt;estão cheias e já se não sabe mais onde por dinheiro (então,&lt;br /&gt;por que continuam a tomá-lo?). A subscrição excede&lt;br /&gt;várias vezes a emissão do empréstimo: tal é a confiança&lt;br /&gt;que se tem nas letras de câmbio do governo.&lt;br /&gt;Representada a comédia, fica-se em presença dum&lt;br /&gt;passivo que se acaba de formar, dum passivo muito pesado.&lt;br /&gt;Para pagar os juros, é necessário recorrer a novos&lt;br /&gt;empréstimos que não absorvem, mas aumentam a dívida&lt;br /&gt;principal. Esgotando o crédito, torna-se preciso cobrir, não&lt;br /&gt;somente o empréstimo, mas ainda os seus juros, com&lt;br /&gt;novos impostos, os quais não passam dum passivo para&lt;br /&gt;cobrir o passivo...&lt;br /&gt;Mais tarde, vem o tempo das conversões, que somente&lt;br /&gt;diminuem o pagamento de juros e não cobrem as&lt;br /&gt;dívidas, as quais só poderão ser feitas de então por diante&lt;br /&gt;com o consentimento dos emprestadores: anunciando-se&lt;br /&gt;uma conversão, oferece-se a restituição do dinheiro aos&lt;br /&gt;que não queiram converter seus títulos.Se todos exprimissem&lt;br /&gt;o desejo de retomar o seu dinheiro, os governos estariam&lt;br /&gt;presos na sua própria armadilha e se encontrariam&lt;br /&gt;na impossibilidade de pagar o dinheiro que oferecem.Fe38&lt;br /&gt;lizmente, os súditos dos governos cristãos, pouco versados&lt;br /&gt;em matéria de finanças, sempre preferiram prejuízos&lt;br /&gt;no valor dos títulos e diminuições de juros ao risco de&lt;br /&gt;novas colocações de capital, dando assim, aos governos&lt;br /&gt;a possibilidade de se desfazerem dum passivo de muitos&lt;br /&gt;milhões(2).&lt;br /&gt;Agora, com as dívidas externas, os cristãos nem&lt;br /&gt;pensam em fazer nada semelhante, porque sabem que&lt;br /&gt;reclamaríamos todo o nosso dinheiro.&lt;br /&gt;Desta forma, uma bancarrota reconhecida demonstrará&lt;br /&gt;definitivamente às nações a ausência de ligação entre&lt;br /&gt;os interesses dos povos e os de seus governos.&lt;br /&gt;Chamo toda a vossa atenção sobre esse fato e sobre&lt;br /&gt;o seguinte: hoje, todos os empréstimos internos estão&lt;br /&gt;consolidados pelas dívidas que se denominam flutuantes,&lt;br /&gt;isto é, pelas dívidas, cujos vencimentos são mais ou menos&lt;br /&gt;próximos. Essas dívidas são constituídas pelo dinheiro&lt;br /&gt;depositado nas caixas econômicas e nas caixas de reserva.&lt;br /&gt;Como esses fundos permanecem muito tempo em&lt;br /&gt;mãos do governo, se evaporam para pagar os juros dos&lt;br /&gt;empréstimos externos e em seu lugar se colocam somas&lt;br /&gt;equivalentes em depósitos de renda.&lt;br /&gt;São estes últimos que tapam todos os buracos dos&lt;br /&gt;cofres dos Estados, entre os cristãos.&lt;br /&gt;Quando subirmos ao trono do mundo, todos esses&lt;br /&gt;truques de finanças serão abolidos sem deixar vestígios,&lt;br /&gt;porque não corresponderão mais aos nossos interesses;&lt;br /&gt;suprimiremos igualmente todas as bolsas de fundos públicos,&lt;br /&gt;porque não admitiremos que o prestígio do nosso&lt;br /&gt;poder seja abalado pela variação de preço de nossos títulos.&lt;br /&gt;Uma lei declarará seu valor completo, sem flutuação&lt;br /&gt;possível, porque a alta dá lugar a baixa; foi, assim, que,&lt;br /&gt;no início de nosso plano jogamos com os valores dos&lt;br /&gt;cristãos.&lt;br /&gt;Substituiremos as Bolsas(3) por grandes estabelecimentos&lt;br /&gt;de crédito especial, cujo destino será taxar os&lt;br /&gt;valores industriais de acordo com as vistas do governo.&lt;br /&gt;Esses estabelecimentos estarão em situação de lançar&lt;br /&gt;até quinhentos milhões de ações industriais em um dia.&lt;br /&gt;Dessa maneira, todas as empresas industriais dependerão&lt;br /&gt;de nós. Podereis imaginar que poder adquiriremos&lt;br /&gt;assim.&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(2) Esta crítica ao sistema de empréstimos internos&lt;br /&gt;feita pelos seus inventores e beneficiários merece&lt;br /&gt;ser meditada pelas vítimas... O fim do judaísmo é cumprir&lt;br /&gt;o preceito do “Schulan Aruch”, Iore dea, 146,14,&lt;br /&gt;proveniente do Talmud, Aboda Zara, 46: “É bom que o&lt;br /&gt;judeu procure destruir os templos dos akum e tudo o&lt;br /&gt;que lhes pertence ou foi feito por eles, queimando tudo&lt;br /&gt;e espalhando as cinzas ao vento”.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XXII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;O segredo do futuro. O mal secular base do bem&lt;br /&gt;futuro.&lt;br /&gt;A auréola do poder e sua adoração mística.&lt;br /&gt;EM TUDO o que vos expús até aqui, esforcei-me&lt;br /&gt;em mostrar o segredo dos acontecimentos passados e&lt;br /&gt;presentes, que anunciam um futuro já próximo de sua&lt;br /&gt;realização.Mostrei-vos o segredo de nossas relações com&lt;br /&gt;os cristãos e de nossas operações financeiras. Resta-me&lt;br /&gt;pouca coisa ainda a dizer sobre esse assunto.&lt;br /&gt;Possuímos a maior força moderna, o Ouro: podemos&lt;br /&gt;em dois dias retirá-lo de nossos depósitos na quantidade&lt;br /&gt;que nos apetecer.&lt;br /&gt;Devemos ainda demonstrar que nosso governo foi&lt;br /&gt;predestinado por Deus? Não provaremos com essa riqueza&lt;br /&gt;que todo o mal que nós fomos obrigados a fazer durante&lt;br /&gt;tantos séculos serviu, afinal, para o verdadeiro bem,&lt;br /&gt;para por tudo em ordem?(1)&lt;br /&gt;Ei-la a confusão das noções do bem e do mal. A&lt;br /&gt;ordem será reestabelecida, um tanto pela violência, mas&lt;br /&gt;enfim será reestabelecida. Saberemos provar que somos&lt;br /&gt;bemfeitores, nós, que à Terra atormentada restituímos o&lt;br /&gt;verdadeiro bem, a liberdade do indivíduo, que poderá gozar&lt;br /&gt;repouso, paz e dignidade de relações, com a condição,&lt;br /&gt;bem entendido, de observar as leis que estabelecermos.&lt;br /&gt;Explicaremos, ao mesmo tempo, que a liberdade&lt;br /&gt;não consiste na devassidão e no direito à licença; de idêntico&lt;br /&gt;modo, a dignidade e a força do homem não consistem&lt;br /&gt;no direito de cada um proclamar princípios destruidores,&lt;br /&gt;como o direito de consciência, o de igualdade e coisas&lt;br /&gt;semelhantes; também o direito do indivíduo não consiste&lt;br /&gt;de modo algum no direito de excitar-se a si próprio e de&lt;br /&gt;excitar os outros, ostentando seus talentos oratórios nas&lt;br /&gt;assembléias tumultuosas. A verdadeira liberdade consiste&lt;br /&gt;na inviolabilidade da pessoa que observa honestamente e&lt;br /&gt;exatamente todas as leis da vida em comum; a dignidade&lt;br /&gt;humana consiste na consciência de seus direitos e, ao&lt;br /&gt;mesmo tempo, dos direitos que se não possuem, e não&lt;br /&gt;unicamente no desenvolvimento fantasista do tema de&lt;br /&gt;seu EU.(2).&lt;br /&gt;Nosso poder será glorioso, porque será forte, governando&lt;br /&gt;e dirigindo, e não andando a reboque de líderes&lt;br /&gt;e oradores que gritam palavras ôcas, denominando-as&lt;br /&gt;grandes princípio, as quais, na verdade, não passam de&lt;br /&gt;utopias. Nosso poder será o árbitro da ordem que fará toda&lt;br /&gt;a felicidade dos homens. A auréola desse poder provocará&lt;br /&gt;a adoração mística e a veneração dos povos.A verdadeira&lt;br /&gt;força não transige com direito algum, nem mesmo com o&lt;br /&gt;direito divino: ninguém ousa atacá-la para lhe arrancar a&lt;br /&gt;menor parcela de seu poder (3)&lt;br /&gt;Notas e comentários&lt;br /&gt;(1) O Anticristo, dizem as profecias bíblicas, será&lt;br /&gt;em tudo semelhante ao Cristo, isto é, para enganar aos&lt;br /&gt;39&lt;br /&gt;povos, tomará a aparência do Cristo. Vide neste código&lt;br /&gt;anticristão como o mal se disfarça com o bem.O que&lt;br /&gt;aqui se lê nos “Protocolos” está de acordo com o espírito&lt;br /&gt;daquilo que o judeu Max Nordau denominou Sionismo&lt;br /&gt;secreto, com as teorias do famoso achadamismo, ou&lt;br /&gt;doutrina do sionista Achad Haam, cujo verdadeiro nome&lt;br /&gt;é Asher Ginzberg.&lt;br /&gt;Tomemos o livro deste escritor judeu, publicado&lt;br /&gt;em inglês, “Transvaluation of values”, e transcrevamos&lt;br /&gt;os trechos que combinam com os “Protocolos”: “Israel&lt;br /&gt;restituirá à idéia do Bem a significação que teve outrora...&lt;br /&gt;O Bem aplica-se ao super-homem ou à supernação&lt;br /&gt;que tenha que a força de se estender e completar&lt;br /&gt;sua vida, e a vontade de se tornar senhora do mundo,&lt;br /&gt;sem se preocupar com o que isso possa custar à grande&lt;br /&gt;massa dos povos inferiores nem com seus prejuízos.&lt;br /&gt;Porque só o super-homem ou a super-nação são a flor e&lt;br /&gt;o fim da espécie humana.O resto foi unicamente criado&lt;br /&gt;para servir a esse fim, para ser a escada pela qual é&lt;br /&gt;possível subir à altura ambicionada...”&lt;br /&gt;Por essas e outras é que, na brochura “Le sionisme:&lt;br /&gt;son but, son oeuvre”, L. Fry defende a tese de&lt;br /&gt;ser Achad Haam, ou Asher Ginzberg o autor dos “Protocolos”.&lt;br /&gt;Aliás, em 1915, o judeu L.Simon, em “Morceaux&lt;br /&gt;Choisis de Ginzberg”, escrevia: “Achad Haam é&lt;br /&gt;uma abstração, uma espécie de nome coletivo que se&lt;br /&gt;aplica a uma coleção de idéias concernentes ao judaísmo&lt;br /&gt;e ao povo judeu.” Isto é de um nietzschenianismo&lt;br /&gt;hebraico bem característico. É licito, depois de provas&lt;br /&gt;desta ordem, duvidar da autenticidade essencial dos&lt;br /&gt;“Protocolos”?&lt;br /&gt;(2)Estas idéias são idéias legítimas do Achadhamismo.&lt;br /&gt;O judeu Max Nordau, na sua polêmica com Ginzberg,&lt;br /&gt;em 1903, a propósito do romance “Altneuland”,&lt;br /&gt;dizia: “A idéia de liberdade está acima de sua concepção.&lt;br /&gt;Ele imagina a liberdade como o ghetto. Somente&lt;br /&gt;inverte os papéis. Por exemplo, as perseguições continuam,&lt;br /&gt;porém agora não mais contra os judeus e sim&lt;br /&gt;contra os gentios...” Confere...&lt;br /&gt;(3) É o poder na concepção judaica de Espinoza,&lt;br /&gt;do “direito natural da força”, que não faz distinção entre&lt;br /&gt;o bem e o mal. A concepção dos “Protocolos” concorda&lt;br /&gt;em tudo, segundo L. Fry, op. cit., com a de Asher Ginzberg,&lt;br /&gt;no “Le Chémin de la vie”: “Foi no espinosismo que&lt;br /&gt;foi buscar sua concepção do Estado judaico futuro, no&lt;br /&gt;qual a obediência cega será a lei, mesmo se ordenar&lt;br /&gt;aos homens que privem seus semelhantes da vida e da&lt;br /&gt;propriedade. O direito supremo do Estado, que controla&lt;br /&gt;não só as ações civis, mas também as manifestações&lt;br /&gt;espirituais e religiosas do povo, numa palavra, o despotismo&lt;br /&gt;civil e religioso traçado nos “Protocolos” como&lt;br /&gt;linha de conduta do futuro governo vísivel dos judeus&lt;br /&gt;foi tirado do tratado teológico-político de Espinoza”.&lt;br /&gt;CAPÍTULO XXIII&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Redução da produção dos objetos de luxo. A pequena&lt;br /&gt;indústria.&lt;br /&gt;O desemprego. Interdição da embriaguez. Condenação&lt;br /&gt;à morte da antiga sociedade&lt;br /&gt;e sua ressurreição sob uma nova forma. O eleito&lt;br /&gt;de Deus.&lt;br /&gt;PARA QUE os povos se habituem à obediência, é&lt;br /&gt;necessário habituá-los à modéstia, diminuindo, por conseguinte,&lt;br /&gt;a produção dos objetos de luxo. Assim, melhoraremos&lt;br /&gt;os costumes corrompidos pela rivalidade do luxo(1).&lt;br /&gt;Restabeleceremos a pequena indústria que prejudicará os&lt;br /&gt;capitais particulares dos fabricantes. Isto é ainda preciso,&lt;br /&gt;porque os grandes fabricantes dirigem, muitas vezes sem&lt;br /&gt;o saber, é verdade, o espírito das massas contra o governo.&lt;br /&gt;Um povo que se ocupa de pequenas indústrias não&lt;br /&gt;conhece o desemprego, prende-se à ordem existente e,&lt;br /&gt;conseqüentemente, à força do poder.&lt;br /&gt;O desemprego é o que há de mais perigoso para o&lt;br /&gt;governo. Para nós, seu papel estará terminado logo que&lt;br /&gt;nos apossemos do poder. A embriagues será também&lt;br /&gt;proibida por lei e punida como crime contra a humanidade,&lt;br /&gt;porque ela transforma os homens em bestas sob a&lt;br /&gt;influência do álcool.&lt;br /&gt;Os súditos - repito-o mais uma vez- só obedecem&lt;br /&gt;cegamente a uma mão firme, completamente independente&lt;br /&gt;deles, na qual sintam um gládio para sua defesa e&lt;br /&gt;um apoio contra os flagelos sociais. Que necessidade tem&lt;br /&gt;de ver em seu rei uma alma angélica? Devem ver nele a&lt;br /&gt;personificação da força e do poder.&lt;br /&gt;O soberano que tomará o lugar dos governos atuais,&lt;br /&gt;que arrastam sua existência no meio de sociedades&lt;br /&gt;desmoralizadas por nós, que renegaram mesmo o poder&lt;br /&gt;de Deus e no seio das quais se eleva por todos os lados&lt;br /&gt;o fogo da anarquia, esse soberano deve, antes de tudo,&lt;br /&gt;apagar essas labaredas devoradoras. Por isso, será obrigado&lt;br /&gt;a condenar à morte essas sociedades, embora tenha&lt;br /&gt;de afogá-las no próprio sangue, para ressucitá-las sob a&lt;br /&gt;forma dum exército regularmente organizado, lutando&lt;br /&gt;conscientemente contra toda infecção capaz de ulcerar&lt;br /&gt;o corpo do Estado.(3)&lt;br /&gt;Esse eleito por Deus foi escolhido lá em Cima para&lt;br /&gt;quebrar as forças insensatas movidas pelo instinto e não&lt;br /&gt;pela razão, pela bestialidade e não pela humanidade. Essas&lt;br /&gt;forças triunfam agora, pilham, cometem toda a sorte&lt;br /&gt;de violências sob o pretexto de liberdade e direitos. Elas&lt;br /&gt;destruíram toda a ordem na sociedade para erguer sobre&lt;br /&gt;as ruínas o trono do rei de Israel; mas seu papel estará&lt;br /&gt;terminado no momento da elevação desse rei ao trono.&lt;br /&gt;Então, será preciso afastá-las de seu caminho, sobre o&lt;br /&gt;qual não deve haver o menor obstáculo.&lt;br /&gt;Aí poderemos dizer aos povos: agradecei a Deus e&lt;br /&gt;inclinai-vos diante daquele que traz sobre o rosto a marca&lt;br /&gt;40&lt;br /&gt;da predestinação, para o qual Deus(4) mesmo guiou sua&lt;br /&gt;estrela, a fim de que ninguém, exceto ele, pudesse livrarvos&lt;br /&gt;de todas as forças e de todos os males.(5)&lt;br /&gt;CAPÍTULO XXIV&lt;br /&gt;Resumo:&lt;br /&gt;Fortalecimento das bases do rei David. Preparação&lt;br /&gt;do rei.&lt;br /&gt;Afastamento dos herdeiros diretos. O rei e seus três&lt;br /&gt;iniciadores.&lt;br /&gt;Inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos&lt;br /&gt;Judeus.&lt;br /&gt;PASSAREI agora aos meios de assegurar as raízes&lt;br /&gt;dinásticas do rei.&lt;br /&gt;Os mesmos princípios que até hoje nos deram a&lt;br /&gt;nossos Sábios a direção de todos os negócios do mundo&lt;br /&gt;nos guiarão(1).Dirigiremos o pensamento de toda a humanidade.&lt;br /&gt;Vários membros da raça de David prepararão os&lt;br /&gt;reis e seus herdeiros, escolhendo os últimos, não segundo&lt;br /&gt;o direito hereditário, mas conforme suas eminentes aptidões;&lt;br /&gt;iniciá-los-ão nos segredos mais íntimos da política&lt;br /&gt;e nos planos de governo, com a condição, todavia, de&lt;br /&gt;ninguém ser posto a par de tais segredos. O fim de tal&lt;br /&gt;modo de ação é que toda a gente saiba que o governo&lt;br /&gt;somente pode ser confiado aos iniciados nos mistérios de&lt;br /&gt;sua arte.&lt;br /&gt;Unicamente a essas pessoas será ensinada a aplicação&lt;br /&gt;dos planos políticos, a inteligência da experiência&lt;br /&gt;dos séculos, todas as nossas observações sobre as leis&lt;br /&gt;político-econômicas e sobre as ciências sociais, em uma&lt;br /&gt;palavra, todo o espírito dessas leis, que a própria natureza&lt;br /&gt;estabeleceu inabalavelmente para regular as relações&lt;br /&gt;entre os homens.&lt;br /&gt;Os herdeiros diretos serão muitas vezes afastados&lt;br /&gt;do trono, desde que, durante seus estudos, dêem provas&lt;br /&gt;de leviandade, doçura e outras qualidades perniciosas e&lt;br /&gt;indesejáveis ao poder, que tornam incapaz de governar e&lt;br /&gt;prejudicam a função real.&lt;br /&gt;Só os que sejam absolutamente capazes dum governo&lt;br /&gt;firme, inflexível até a crueldade, receberão o poder&lt;br /&gt;das mãos de nossos Sábios.&lt;br /&gt;Em caso de enfermidade que produza o enfraquecimento&lt;br /&gt;da vontade, os reis deverão, de acordo com&lt;br /&gt;a lei, entregar as rédeas do governo em mãos novas e&lt;br /&gt;capazes.&lt;br /&gt;Os planos de ação do rei, seus planos imediatos,&lt;br /&gt;com mais fortes razões seus planos mediatos, deverão&lt;br /&gt;ser ignorados mesmo por aqueles que designem como&lt;br /&gt;seus conselheiros.&lt;br /&gt;Exclusivamente o rei e seus três iniciadores conhecerão&lt;br /&gt;o futuro.&lt;br /&gt;Na pessoa do rei, senhor de si mesmo e da humanidade,&lt;br /&gt;graças a uma vontade inquebrantável, todos acreditarão&lt;br /&gt;ver o destino com seus caminhos desconhecidos.&lt;br /&gt;(2). Ninguém saberá o que o rei quer alcançar com suas&lt;br /&gt;ordens e, por isso, ninguém ousará pôr-se de través num&lt;br /&gt;caminho ignorado.&lt;br /&gt;É preciso, bem entendido, que a inteligência do rei&lt;br /&gt;corresponda ao plano do governo que lhe é confiado. Por&lt;br /&gt;isso, somente subirá ao trono depois de ter sido sua inteligência&lt;br /&gt;posta em prova pelos Sábios a que nos referimos.&lt;br /&gt;A fim de que o povo conheça e ame o seu rei, é necessário&lt;br /&gt;que converse com o povo na praça pública. Isto produzirá&lt;br /&gt;a união precisa das duas forças que hoje separamos pelo&lt;br /&gt;terror.&lt;br /&gt;Esse terror nos era indispensável durante algum&lt;br /&gt;tempo, para que as duas forças caíssem separadamente&lt;br /&gt;sob a nossa influência...&lt;br /&gt;O rei dos judeus não deve ficar sob o império de&lt;br /&gt;suas paixões, sobretudo sob o império da voluptuosidade:&lt;br /&gt;não deve dar por nenhuma face de seu caráter lugar a que&lt;br /&gt;seus instintos dominem sua inteligência. A voluptuosidade&lt;br /&gt;obra de modo pernicioso sobre as faculdades intelectuais&lt;br /&gt;e a claridade de visão, desviando os pensamentos para o&lt;br /&gt;lado pior e mais animal da atividade humana.&lt;br /&gt;A pessoa do Soberano Universal da estirpe santa&lt;br /&gt;de David deve sacrificar a seu povo todos os gostos pessoais.&lt;br /&gt;Nosso soberano deve ser de exemplar inatacabilidade.&lt;br /&gt;“Vou me tornar seu inimigo, porque te conto a&lt;br /&gt;verdade?”&lt;br /&gt;Gálatas 4:16&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-6796393138985007528?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/6796393138985007528/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2010/09/qualquer-semelhanca-com-realidade-nao-e.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/6796393138985007528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/6796393138985007528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2010/09/qualquer-semelhanca-com-realidade-nao-e.html' title='QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE NAO É COINCIDENCIA... É VERDADE!'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-9182136124671039638</id><published>2010-01-20T04:09:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T04:13:11.003-08:00</updated><title type='text'>ANGOLA - O TIPO DE "DEMOCRACIA" QUE INTERESSA AO SISTEMA!!!???</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/S1bxYVO9W9I/AAAAAAAAAGs/-2tCQIiJSpM/s1600-h/Dibangola+1.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" mt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/S1bxYVO9W9I/AAAAAAAAAGs/-2tCQIiJSpM/s400/Dibangola+1.bmp" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fórum de Concertação Política reuniu-se em Luanda para analisar a evolução do processo constituinte, tendo deliberado, no final, informar exaustivamente a todos os angolanos sobre o que se está a passar no seio da Comissão Constitucional: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os trabalhos da Comissão Constitucional chegaram ao fim. Depois de realizar o seu Congresso, em Dezembro último, o MPLA impôs ao processo constituinte um ritmo atípico, que visou subverter o processo para consumar o golpe constitucional à democracia e ao Estado de Direito. Agora, o MPLA quer aprovar definitivamente a Constituição no próximo dia 20 de Janeiro, enquanto os angolanos estão distraídos com o CAN. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A metodologia e o calendário do processo constituinte foram tempestivamente alterados. As opiniões recolhidas durante a consulta pública foram manipuladas ou ignoradas. Foram apenas acolhidas as opiniões emitidas pelos militantes do MPLA, principalmente aqueles que já estão nos órgãos do Estado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na última sessão da Comissão Constitucional, todos os Partidos presentes votaram contra as propostas atípicas do MPLA. O MPLA aprovou sozinho o seu sistema de governo, que consagra no Presidente da República os poderes de um ditador africano. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O MPLA aprovou sozinho a sua proposta ilegal de cooptar um Deputado para servir como Presidente da República. Esta proposta agride os limites materiais para a elaboração da Constituição de Angola, fixados pelo Artigo 159º da Lei Constitucional, nomeadamente o princípio da separação de poderes entre os órgãos de soberania e o princípio do sufrágio universal, directo e secreto para a eleição do Presidente da República. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta Constituição, o MPLA negou aos angolanos o direito de serem os proprietários de raiz da sua própria terra. O MPLA quer que o Estado predador continue a esbulhar as terras dos angolanos, em particular dos mais pobres e indefesos, para alimentar os latifúndios de uma nova classe de exploradores, que utiliza o Estado para fins privados. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta Constituição, o MPLA aprovou sozinho os símbolos nacionais. O MPLA quer utilizar na República de Angola os símbolos da República Popular de Angola. Quer que a bandeira de Angola seja a bandeira de um só Partido. Quer que a ideologia de Angola seja simbolizada pelos símbolos e chavões da ideologia marxista-leninista. Quer que a classe operária e a classe camponesa, hoje as mais excluídas e discriminadas pelo próprio Estado, sejam destacadas na bandeira nacional. Este destaque, mesmo absurdo e irónico, representado pela catana e pela roda dentada, viola o princípio da igualdade subjacente ao princípio democrático. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta Constituição, o MPLA quer continuar a mentir aos angolanos, em especial às crianças, sobre a história de Angola. Quer que as mentiras sobre o 4 de Fevereiro constituam o Hino da III República e seja entoado por todos nós. Esta pretensão constitui um atentado à dignidade humana, à paz e à unidade nacional. Ofende o regime democrático e ameaça a legitimidade e a estabilidade da Constituição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta Constituição, o MPLA continua a negar aos angolanos a consagração constitucional do direito de resistência; a consagração constitucional do direito a assistência médica gratuita; o direito à consagração constitucional dos instrumentos de garantia da efectiva liberdade de imprensa; continua a negar aos angolanos o direito a eleições livres e democráticas, organizadas por órgãos independentes, sem a interferência da Administração Pública, que é e continuará a ser partidarizada e controlada pelo MPLA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta Constituição, o MPLA continua a não respeitar o direito dos angolanos a uma justiça célere, previsível e independente. A selecção dos principais juízes do topo da hierarquia judicial continuará a depender do arbítrio do Presidente da República, que é o detentor do poder executivo e a quem foram atribuídos também importantes poderes legislativos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta não é ainda a Constituição de Angola. É a Constituição ilegal do MPLA. É ilegal porque viola dois princípios que a Lei impõe ao poder constituinte como limites materiais, nomeadamente o princípio da eleição directa e o princípio da separação de poderes. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fórum de Concertação Política considera que a eleição do Presidente da República deve ser formal e materialmente diferente da eleição dos Deputados. As eleições presidenciais e legislativas podem ocorrer no mesmo dia, mas devem ser separadas; quer dizer, deve haver dois boletins de voto e duas urnas para estas duas eleições. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, a mera aprovação da nova Constituição não normaliza o órgão Presidente da República. Sem a eleição do titular do órgão Presidente da República ou um acordo político sobre o exercício temporário destas funções pelo Presidente da transição, o Presidente actual transforma-se num poder à margem da Lei Constitucional e a ela não juridicamente vinculado. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fórum de Concertação Política signatárias instam os Deputados à Assembleia Nacional, sem distinções, a ouvir a voz da consciência patriótica nacional, para não sucumbirem ao medo e não defraudarem o poder de representação que lhes foi conferido pelo povo angolano, único detentor do poder constituinte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Constituição de um país não deve ser legitimada por interesses particulares de maiorias sazonais. A Constituição do MPLA não serve para Angola nem para os angolanos, porque não passa o teste da limitação do poder. Só se limita o poder dos titulares do poder, se estes se subordinarem à Lei. E a Constituição do MPLA viola a lei. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luanda, 13 de Janeiro de 2010&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Fórum de Concertação Política &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/S1byC59nDiI/AAAAAAAAAG0/fx4Or5B9XGg/s1600-h/angola.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" mt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/S1byC59nDiI/AAAAAAAAAG0/fx4Or5B9XGg/s400/angola.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-9182136124671039638?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/9182136124671039638/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2010/01/angola-o-tipo-de-democracia-que.html#comment-form' title='2 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/9182136124671039638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/9182136124671039638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2010/01/angola-o-tipo-de-democracia-que.html' title='ANGOLA - O TIPO DE &quot;DEMOCRACIA&quot; QUE INTERESSA AO SISTEMA!!!???'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/S1bxYVO9W9I/AAAAAAAAAGs/-2tCQIiJSpM/s72-c/Dibangola+1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-2857533792808628783</id><published>2009-12-13T13:18:00.000-08:00</published><updated>2009-12-13T13:21:21.487-08:00</updated><title type='text'>COMENTÁRIO A "O CAPITAL" de C. Marx y Enguels</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SyVZ044kxAI/AAAAAAAAAGg/LpLoUWvjMVI/s1600-h/Tierra+1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SyVZ044kxAI/AAAAAAAAAGg/LpLoUWvjMVI/s200/Tierra+1.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;strong&gt;Realidade das circonstancias em 2009:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Planeta dominado por um &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capitalismo usureiro, especulativo&amp;nbsp;e virtual&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;impossível de localizar geográfica ou politicamente&lt;/strong&gt; ( encontramos os seus principais actores no Grupo de Bilderberg). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O seu principal braço político e militar é o governo federal dos EEUU, composto, na sua grande maioria, por ex- empregados das suas multinacionais formados em universidades solevantadas pelas suas fundações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dono do BM, FMI, ONU,&amp;nbsp;presididos por&amp;nbsp; lacaios,&amp;nbsp;doutorados&amp;nbsp;em universidades financiadas&amp;nbsp;pelas suas fundaçoes,&amp;nbsp;impostos pelo sistema e da&amp;nbsp;OTAN ( com uma maioria composta com votos dos lacaios do grupo dos ex do bloco Soviético) com os seus exércitos mundiais de mercenários pagos, sem ideais nem pátria que defender.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Desaparição física, quase total, do dinheiro. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Maquinas substituindo a mão de obra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Excesso de mão de obra, desqualificada, desocupada. (matéria prima ideal para engrossar os exércitos privados (mercenários) que estão em dramática expansão) &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Excesso de industrias fabricando "lixo" descartável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Perderam-se os objectivos da qualidade, do requinte e da evolução (salvo para um pequeno grupo de donos do mundo que pode dar-se ao luxo de pagá-los)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Come-se "lixo" (hamburgesas, transgenicos, pesticidas, hormonas, etc., etc.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Informa-se "lixo". (CNN, Fox, etc. )&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Estuda-se "lixo" (improvisação e péssima qualidade de "professores")&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Anestesiam-se e canalizam-se as vontades tornando-as adictas a todos os vícios degradantes possíveis; pornografia, drogas o ao que chamam "desportos" como o futebol, ( aonde só duas dúzias de pessoas se exercitam) que não passam de vícios induzidos pelos meios massivo de "comunicação". &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- La maioria dos seres humanos que habitam o planeta não vivem, sobrevivem e vão embrutecendo-se paulatinamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Quase todos "pensam" e "sabem" o que o sistema difunde repetitivamente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Paraliza-os e tira-lhes a iniciativa o temor; as pandemias, a mudança climatica, a violencia, os “terrorismos de estado” siatematizados,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Muito poucos comem comida de verdade e tomam agua pura (pela qual pagam preços astronómicos)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Mutíssimos comem "lixo" e tomam agua com químicos, as vezes reciclada de aguas servidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Muitos não comem nada e se teem que beber, mata-os a agua contaminada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Os altíssimos índices de suicídio humano já não obedecem a estruturas culturais o a idades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- As instituições religiosas estão tão contaminadas pelo sistema que em vez de ser caminhos para encontrar algum Deus, põem em evidencia a incoerência e a burla ao sentido comum dos que ainda o teem, contribuindo ao suicídio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #4c1130;"&gt;&lt;strong&gt;TALVEZ SERIA ÚTIL QUE ALGUÉM FAÇA UM ENSAIO EQUIVALENTE A "O CAPITAL" MAS PARTINDO DA REALIDADE ACTUAL.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Maria João Soares&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-2857533792808628783?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/2857533792808628783/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/comentario-o-capital-de-c-marx-y.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/2857533792808628783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/2857533792808628783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/comentario-o-capital-de-c-marx-y.html' title='COMENTÁRIO A &quot;O CAPITAL&quot; de C. Marx y Enguels'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SyVZ044kxAI/AAAAAAAAAGg/LpLoUWvjMVI/s72-c/Tierra+1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-1455844966875496113</id><published>2009-12-06T12:20:00.000-08:00</published><updated>2009-12-07T18:08:53.100-08:00</updated><title type='text'>URGENTE! FÉ POR CONHECIMENTO!</title><content type='html'>Consciência + conhecimento = dignidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxwRm_GkOjI/AAAAAAAAAGY/YpKXgOFEK-Y/s1600-h/supermercado1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxwRm_GkOjI/AAAAAAAAAGY/YpKXgOFEK-Y/s320/supermercado1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp;homem perdeu a fé e nesta etapa de busca só lhe restam duas alternativas;&amp;nbsp;ficar no obscurantismo por excesso de informação "plástica"&amp;nbsp;e interessada ou entrar na era da consciência através da&amp;nbsp;procura intensiva do conhecimento claro de que carece. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ARROGANTE CIÊNCIA que nos dicto as pautas durante os últimos trezentos anos estava equivocada. O seu dinamismo lineal nos levou ao beco sem saída do materialismo. Ter-lhe deixado a responsabilidade do nosso futuro foi um erro que estamos pagando&amp;nbsp;e vamos continuar a pagar caro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Entramos na era da energia, de medir o que não vemos. Temos que proceder com cautela. Estamos atravessando una etapa de replanejamentos. A ciência sabe que e culpada do obscurantismo massivo em que nos encontramos. Entrou numa&amp;nbsp;procura urgente de novos meios para dissecar a nova realidade que esta a descobrir. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se preenchemos os espaços da nossa ignorância com mais ignorância seremos arquitectos da nossa desgraça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devemos dar-nos ao trabalho de seleccionar muito cuidadosamente o tipo de conhecimento que adquirimos. Comparar informação. E sobre todas as coisas COMPREENDER o que assimilamos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ENORME TRABALHO QUE TEMOS QUE FAZER PARA COMPREENDER E PARTE DO PREÇO QUE TEMOS QUE PAGAR POR TER DEIXADO EM MÃOS DOS ARROGANTES&amp;nbsp;E VENAIS "POLÍTICOS", "CIENTÍFICOS", "EXPERTOS", "SÁBIOS", OPINOLOGOS, ETC., O TRABALHO DE PENSAR POR NOS E DE TER COMPRADO AS SUS IDEIAS EMPACOTADAS NAS ESTANTES DOS SUPERMERCADOS E DOS MEIOS MASSIVOS DE COMUNICAÇÃO. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maria João Soares&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-1455844966875496113?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/1455844966875496113/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/urgente-fe-por-conhecimento.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/1455844966875496113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/1455844966875496113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/urgente-fe-por-conhecimento.html' title='URGENTE! FÉ POR CONHECIMENTO!'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxwRm_GkOjI/AAAAAAAAAGY/YpKXgOFEK-Y/s72-c/supermercado1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-3868147609167029340</id><published>2009-12-06T09:27:00.000-08:00</published><updated>2009-12-06T09:27:06.096-08:00</updated><title type='text'>INVOLUÇAO IDIOMATICA, FALTA DE CRIATIVIDADE OU PROVOCAÇAO?</title><content type='html'>Exemplo: "Casamento" homossexual &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxvpSVuHaqI/AAAAAAAAAGQ/ze3UZ9Lq7fI/s1600-h/PALAVRAS.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxvpSVuHaqI/AAAAAAAAAGQ/ze3UZ9Lq7fI/s320/PALAVRAS.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A palavra transformou-se em objecto de marketing para o uso de ignorantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sua precisão esta a ser avassalada tão aceleradamente que podemos vislumbrar una nova Torre de Babel. Hoje em dia, é impossível iniciar um debate sério sem primeiro definir conceitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto esta ocasionando-nos dificuldades de relacionamento, jurídicas e de formação humana que terão, a médio e longo prazo, consequências imprevisíveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizia-se "ao pão, pão e ao queijo, queijo". Com a lógica do marketing da ignorância e em nome da "não discriminação" escutaremos dizer: - chamemos ao "mulo" "cavalo", ao fim ao cabo são quase iguais! Ao pão e ao queijo "comida", ao fim e ao cabo os dois servem para comer!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até agora es ciências exactas são as únicas que não permitem que se lhes prostitua o "seu" vocabulário. Seria catastrófico deixar que, com o mesmo pretexto, ao "três" e ao "cinco" os chamassem simplesmente "números" o ao "bicarbonato de sódio" e a "cocaína", "pós brancos". Diferentes denominações, não são DESCRIMINAÇAO. São PRECISAO! A precisão é uma realidade e a discriminação é um sentimento subjectivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabam de aprovar em Espanha uma lei que aceita o "casamento" entre homossexuais; substitui as palavras "marido" e "mulher" por "conjugue" e as palavras "pai" e "mãe" por "progenitor".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque é que una situação nova, como o reconhecimento legal da união de duas pessoas do mesmo sexo, necessita USURPAR a denominação precisa e milenária da união entre homem e mulher? Por acaso não podem inventar para a nova situação uma nova denominação, como, por exemplo, "Contrato de Parentesco", "Voto de Parentesco" ou outra, regulada por direitos e obrigações mútuos, similares aos do casamento entre homem e mulher?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porquê eliminar dos documentos as denominações "marido" e "mulher" para substitui-las por uma genérica como "conjugue", que não tem a mesma precisão intrínseca, em nome da não-discriminação? Não seria mais coerente deixar aos anteriores com o que lhes corresponde e denominar "conjugue" o de outra forma aos componentes da nova situação?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por favor, em honra da sensatez, deixemos a denominação de "pai" e "mãe" para os que o sejam e ponhamos a imaginação a trabalhar para ir encontrando novos nomes para as novas situações que se vaiam apresentando, antes que, por preguiça, estupidez ou ignorância, eliminem o usurpem as palavras "filho", "filha", "enteado" ou "adoptivo" e as substituam por "crianças em situação de casa"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Maria João Soares&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-3868147609167029340?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/3868147609167029340/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/involucao-idiomatica-falta-de.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/3868147609167029340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/3868147609167029340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/involucao-idiomatica-falta-de.html' title='INVOLUÇAO IDIOMATICA, FALTA DE CRIATIVIDADE OU PROVOCAÇAO?'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxvpSVuHaqI/AAAAAAAAAGQ/ze3UZ9Lq7fI/s72-c/PALAVRAS.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-5336131251058477917</id><published>2009-12-04T17:09:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T17:24:19.132-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pais cobaia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ensaios politicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vacinas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A/H1N1'/><title type='text'>PORTUGAL, experiência piloto à deriva?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Por Rainer Daehnhardt&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sxmyrg8lz3I/AAAAAAAAAGI/Mk8PQMgZZNs/s1600-h/barco%2520pirata.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sxmyrg8lz3I/AAAAAAAAAGI/Mk8PQMgZZNs/s320/barco%2520pirata.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No final dos anos cinquenta, discutia-se no meio diplomático estrangeiro em Lisboa, quantos anos Portugal ainda teria para aguentar o seu Ultramar. A terminologia usada era, obviamente, a de “colónias”, embora que Portugal, já muito antes, as tivesse transformado em Províncias Ultramarinas. As excepções eram os Distritos das Ilhas Adjacentes e o Estado da Índia Portuguesa. Devo mencionar que é precisamente este último, perdido em 1961, por anexação forçada por um estado vizinho recentemente criado, a única parcela do antigo Portugal que ainda mantém grande parte das leis lusas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Liderados pelos Estados Unidos da América, que ofereceram a independência à sua colónia, as Filipinas, em 1946, começaram a Grã-Bretanha, a França e a Bélgica a descartar-se das suas responsabilidades, com as suas colónias espalhadas pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nenhuma destas potências assumiu um papel com estes povos da mesma forma com que Portugal se identificou com as populações indígenas das diferentes parcelas que integravam o Mundo Português.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a grande diferença, que ainda hoje não é compreendida por muita gente!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diplomatas houve que chegaram a apostar caixas de espumantes, na convicção de que meio ano de caos interno nestes territórios chegaria para Portugal se retirar destes!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um factor de relevo foi a descoberta de petróleo em Cabinda. Já não era apenas a situação estratégica no Índico e Atlântico, com grande peso na rota do petróleo vindo do Médio Oriente, que era colocada nos pratos da balança dos interesses globalistas, mas agora também a hipótese de comprar petróleo, a preços baixos, a organizações de “libertação”, devidamente orquestradas, financiadas e endividadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um desses diplomatas orgulhou-se, mais tarde, de ter sido o autor da “Libertação de África dos Portugueses”. O seu dossier chamou-se “THE DEMOCRATIZATION OF AFRICA“ e causou milhões de mortos!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Portugal da segunda metade do século XX era grande, rico e acordava cobiça. Não havia ódio colonial contra os portugueses nestes territórios. Este chegou de fora, nos anos sessenta e setenta, por organizações internacionalistas, algumas delas religiosas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Mundo Português não se perdeu no campo da batalha militar! Estas guerras deram-se com forças indígenas locais e forças da metrópole, lutando lado a lado, integrados até uns nos outros, contra o inimigo comum, que era nitidamente de fora ou a soldo de gente de fora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Império Português desmoronou por excesso de dimensão, falta de orientação e de oposição à coordenação internacional de forças ocultas. Estas, desde há bastante tempo, colaboram na aniquilação das nações, famílias e religiões. Assim, mais facilmente, podem instalar o seu Governo Mundial. Pretendem uma drástica diminuição das populações, visto não precisarem de tantos escravos. Para isso, manejam a alta finança a seu bel-prazer, lançando guerras, fomes e epidemias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ingenuidade geral da lusa gente, que não consegue acreditar que haja tanto mal no mundo, e a total ausência do conhecimento sobre o que se está a passar secretamente por detrás das cortinas da política internacional oficial, fez de Portugal uma presa fácil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pontas de flecha defensoras de interesses globalistas, desde há muito entre nós instaladas, chegaram a oferecer a Pátria de Nuno Álvares Pereira e Afonso de Albuquerque, como local ideal da instalação de experiências piloto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Internacionalmente, precisava-se de um povo pequeno, de cariz europeu, para servir de cobaia, para diferentes planos de actuação. Parecia ser mais fácil observar numa nação de pequena dimensão, como a população responde quando confrontada com determinadas situações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, foi a Cidade de Lisboa, a primeira a ser sugerida para uma experiência piloto, tipo-chip, para todos os serviços de transporte marítimos e terrestres. Quando um jornalista descobriu esta “promessa” e a mencionou, numa altura em que, oficialmente, nada se devia saber, sofreu as mais graves consequências profissionais. De membro destacado da redacção de um dos principais diários lisboetas, passou a moço arrumador de arquivos, até a saúde se acabar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é estranho que tenha sido nos Açores que se tenha iniciado a experiência piloto da introdução do Cartão Único?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é menos interessante verificar-se que Portugal foi escolhido como a primeira nação europeia para a introdução de um chip nas matrículas, que, entretanto, já se transformou num complexo sistema de localização permanente de viaturas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portugal também foi o primeiro a registar as suas galinhas, quando se lançou a histeria da suposta Pandemia da Gripe das Aves.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora é novamente Portugal o primeiro país a “querer” introduzir uma multa para quem transmitir a chamada gripe-suína. Estranhamente, não se trata de uma indemnização da pessoa atingida, mas de um benefício estatal, por aplicação de uma coima. Ou seja, uma pessoa dá uma bofetada a outra e um terceiro beneficia disso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas os Estados Unidos da América nos pretendem ultrapassar nesta “caminhada de loucos”. Querem introduzir a vacinação compulsiva (com pleno conhecimento de que a vacina é muito mais perigosa do que a doença), com uma coima de mil dólares por dia, aplicável a quem não se deixar vacinar!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem viajar pelo estrangeiro nota que é apenas em Portugal e nos Estados Unidos que se dão diariamente notícias ultra-alarmantes acerca desta pandemia. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vive-se uma paranóia artificialmente criada para este efeito!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que se repetirá o que aconteceu em Portugal, em 1919, quando milhões correram às vacinas para se salvar da Gripe-Espanhola, acabando por morrer da vacina?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A minha avó foi uma delas! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Morria imensa gente e o meu avô tudo fez para conseguir a vacina. Finalmente foi-lhe possível adquirir uma dose. Chegava apenas para uma pessoa. A família sentou-se à volta da mesa da cozinha. Pai, mãe e as duas filhas, a mais velha delas a minha mãe. Tiveram de decidir quem é que havia de tomar a vacina! Decidiram que a pessoa que mais falta fazia na família era a minha avó, porque as duas jovens precisavam muito dela. A minha avó faleceu poucos dias depois em consequência da vacina. Isto passou-se em Lisboa em 1919, e agora?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já fomos enganados com o 25 de Abril! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos novamente enganados, com a suposta entrada na CEE! Nunca Portugal “entrou” na CEE! A CEE é que entrou em Portugal e perdemos imenso do que tínhamos (agricultura, pesca, vinho, siderurgia, etc.), para que firmas estrangeiras ganhassem concursos na construção de estradas, que mais serviram para a importação de produtos estrangeiros do que para a exportação dos nossos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos intrujados quando se transformou a CEE em CE e, mais tarde, em UE sem nos terem perguntado ou explicado devidamente o que isso significava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos roubados quando nos tiraram o Escudo, nossa moeda ancestral, cujo valor ainda se baseava nas 866 toneladas de ouro de garantia, mantida para este efeito pelo antigo regime, e nos deram uns papelinhos incobráveis quando alguém lá fora assim o decidir!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando nos passaram por cima, sem nos dar ouvidos, com a proposta de um Tratado, vergonhosamente chamado de Lisboa, que mais não é do que a perda da soberania nacional, fomos forçados à submissão voluntária a um sistema de comissários, tipo soviético e a aceitar a reintrodução da pena de morte!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que agora nos vamos deixar vacinar contra uma epidemia oriunda de laboratório militar (onde esteve guardada, como arma secreta, desde 1920)?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um facto científico que os efeitos secundários das vacinas propostas são de tal maneira horrendos, que a simples proposta da utilização da vacina devia ser incriminada!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que a experiência piloto chamada Portugal, não anda um tanto à deriva, ao ponto que se torna vital, para a sobrevivência da lusa gente, que alguém acorde e ponha termo a isso?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Santo Condestável ou Afonso de Albuquerque encontrariam solução!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero crer que os seus genes ainda se encontram bem patentes entre nós!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero que a memória da morte da minha avó, por ter tomado uma vacina assassina sem minimamente o suspeitar, ao menos sirva de exemplo, para que a ingenuidade e paranóia geral não anule, de novo, parte deste povo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algures há um limite!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho cinco filhos portugueses e quatro netos e não quero que a nação perca nenhum por imbecilidade e prepotência de pessoas inqualificáveis, que causam a desgraça, pensando agir bem! Aproveitam-se da boa impressão geral que o público ainda tem da profissão médica. Como ninguém os pára, tornam-se, conscientes disso ou não, genocídas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tenho dúvidas em afirmar que, no século XX, morreram mais pessoas por injecções desnecessárias, ou “remédios” assassinos, do que por balas e bombas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pena é que este factor não seja tido em conta, por parecer absurdo! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, quando a vida, não apenas a de alguns, mas de famílias, povos, nações inteiras até, está a ser posta em risco, é um dever cívico chamar à atenção para um perigo iminente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bastou Portugal ter sido cobaia para experiências globalistas de teorias, supostamente liberais e democráticas, que destruíram mais do que edificaram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se pode consentir agora que, por efeitos secundários de uma vacinação insegura, se diminuam as capacidades mentais de boa parte da lusa gente, em nova experiência piloto! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-5336131251058477917?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/5336131251058477917/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/portugal-experiencia-piloto-deriva_04.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/5336131251058477917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/5336131251058477917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/portugal-experiencia-piloto-deriva_04.html' title='PORTUGAL, experiência piloto à deriva?'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sxmyrg8lz3I/AAAAAAAAAGI/Mk8PQMgZZNs/s72-c/barco%2520pirata.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-5722451720779806106</id><published>2009-12-02T17:47:00.000-08:00</published><updated>2009-12-03T15:18:52.785-08:00</updated><title type='text'>PARÁBOLA MODERNA:“macacos... sempre macacos?”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxcXfo6tbkI/AAAAAAAAAGA/eQGtOrUPZow/s1600-h/Mono_2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxcXfo6tbkI/AAAAAAAAAGA/eQGtOrUPZow/s320/Mono_2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grupo de científicos colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro colocaram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para agarrar as bananas, os científicos lançavam um jorro de agua fria sobre os que ficavam no chão. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de algum tempo, quando um macaco ia a subir a escada, os outros agarravam-no e batiam-lhe. Passado algum tempo mais, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os científicos substituíram um dos macacos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira coisa que fez o macaco novo foi subir a escada, sendo rapidamente baixado pelos outros, que lhe deram tremenda pancada. Depois de alguns golpes, o novo integrante do grupo já não tentou subir a escada nunca mais. (se bem nunca soube porque lhe bateram). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um segundo macaco foi substituído, e ocorreu a mesma coisa. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro substituído participou com entusiasmo da tareia ao novato. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um terceiro foi substituído, e repetiu-se a mesma conduta, tornaram a bater-lhe. O quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os científicos ficaram, para então, com um grupo de cinco macacos que, se bem nunca tinham recebido um banho de agua fria, continuavam a bater naquele que tentasse chegar ás bananas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se fosse possível perguntar a alguns deles por que lhe batiam a quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei. As coisas sempre se hão feito assim aqui! Isto soa-lhes conhecido? &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo seguiu assim até que, de novo, um macaco provou tornar subir a escada e notaram que não acontecia nada, então subiram todos de uma vez e começaram a brigar uns com os outros pelas bananas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao ver os científicos que brigavam entre si pelas bananas, tornaram a ter excursa para tornar a molha-los. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Se em vez de macacos fossem humanos, será que buscariam a forma de baixar as bananas entre todos sem ser molhados para come-las em paz?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NOTA: O SER HUMANO HA VIVIDO AO LONGO DA SUA HISTORIA CICLOS REPETITIVOS, A SAÍDA ESTA EM CONSEGUIR ENCONTRAR COMO DESCOLAR NUMA EVOLUÇÃO ATRAVÉS DE UMA ESPIRAL EVOLUTIVA ELEVADORA QUE EVITE QUE PASSE PELOS MESMOS FRACASSOS MAIS DE UMA VEZ. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maria João Soares &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-5722451720779806106?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/5722451720779806106/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/parabola-modernamacacos-sempre-macacos.html#comment-form' title='1 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/5722451720779806106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/5722451720779806106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/12/parabola-modernamacacos-sempre-macacos.html' title='PARÁBOLA MODERNA:“macacos... sempre macacos?”'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxcXfo6tbkI/AAAAAAAAAGA/eQGtOrUPZow/s72-c/Mono_2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-999643941978030186</id><published>2009-11-28T08:26:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T08:49:31.621-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='union sovietica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='invasao a angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='independencia de angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mario soares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ditadura em angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='traiçao governo portugues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='25 de abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='operaçao carlota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jorge gomez barata'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mercenarios'/><title type='text'>ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (1ª e 2ª Partes)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxFQnp0rtiI/AAAAAAAAAF4/aPkVUeN-W3g/s1600/mapa+ang1.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxFQnp0rtiI/AAAAAAAAAF4/aPkVUeN-W3g/s320/mapa+ang1.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #4c1130; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;A 34 ANOS DA OPERAÇAO "CARLOTA" EM ANGOLA¡¡¡TODOS SAO CARLOTAS!!!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NOTA: &lt;em&gt;tudo o material que segue esta em espanhol e traduzi-o para o português para coloca-lo aqui a disposição de todos os que lhes interesse o tama.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;EXPLICAÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Quando do 30º. aniversário da "independência " de Angola (2005) chegou as minhas "mãos" um artigo escrito por um tal Jorge Gomez Barata titulado: &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt;11 DE NOVEMBRO EM ANGOLA: O REGRESSO DE CARLOTA&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;Ler aqui: &lt;a href="http://koeyu.blogspot.com/2005/11/11-de-noviembre-en-angola-el-regreso.html"&gt;http://koeyu.blogspot.com/2005/11/11-de-noviembre-en-angola-el-regreso.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Interpretei que o homem fazia parte do staff dos justificadores cubanos da cada dia mais injustificável invasão de mercenários cubanos, ao serviço dos russos, a Angola.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Estava escrito dentro dos términos de uma psicopolitica ligth, mais para continuar a enganar e justificar-se ante os cubanos que para cair nas mãos de uma pessoa como eu. Esses mesmos cubanos que agora (2009) já se começam a manifestar e a contar as suas verdades. &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.laultimaguerra.com/"&gt;&lt;em&gt;www.laultimaguerra.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Senti tanta indignação, e mais, porque quase ninguém fora dos PALOPs toca esse tema e menos ainda contando a verdade dos factos, que me senti na obrigação de reagir e escrevi um artigo titulado:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;" &lt;strong&gt;A TRINTA ANOS DA SUA "INDEPENDÊNCIA", EM ANGOLA... TODOS SÃO CARLOTAS!"&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O meu artigo foi publicado em sites cubanos e pela reacção chegou aos ouvidos do governo cubano e deve ser o motivo pelo qual o Barata se sentiu na obrigação de apelar a artilharia pesada e, como quem não quer, escreveu um novo artigo titulado:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt;30 ANOS DE ANGOLA: CRÓNICA MÍNIMA&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.consulcubacr.com/boletines/5.pdf"&gt;http://www.consulcubacr.com/boletines/5.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ai já não pude com o meu génio e escrevi uma carta aberta já dirigida directamente ao Barata&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;"&lt;strong&gt;CARTA ABIERTA AL SR. JORGE GOMES BARATA&lt;/strong&gt; " &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por:&lt;em&gt;Maria João Soares&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Ref.: SEU ARTIGO: &lt;/span&gt;" &lt;strong&gt;30 AÑOS DE ANGOLA: CRÓNICA MÍNIMA&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Carta esta que foi publicada e depois censurada e desapareceu da net.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;2ª Parte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;NOTA: este&amp;nbsp;e o&amp;nbsp;artigo do sr. Barata que chegou as minhas mãos, traduzido ao portugues:: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;strong&gt;11 DE NOVEMBRO EM ANGOLA: O REGRESSO DE CARLOTA&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;Por: Jorge Gómez Barata &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Uma escrava africana deu o nome á maior acção de apoio ao movimento de libertação nacional que existiu nunca: Operação Carlota, denominação do operativo cubano em apoio á independência de Angola, proclamada há trinta anos atrás. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A presença do domínio estrangeiro e a rebeldia angolana marcharam juntas durante cinco séculos, até que na década dos sessenta, os patriotas angolanos desataram a luta armada contra o domínio colonial. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;O desenlace a favor dos lutadores pela independência foi favorecido pelo estabelecimento de um novo regime em Portugal, que após a derrota da ditadura de Oliveira Salazar, acedeu a independência de Angola que foi fixada para 11 de novembro de 1975. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;As potências europeias, Estados Unidos e os racistas sulafricanos, prepararam todas as condiciones para aplicar a Angola a receita que tinha sido ensaiada na Palestina ao finalizar o mandato britânico e no Congo a partida do governador belga e que consistia em estar prontos para, ao cessar a responsabilidade de Portugal, apoderar-se do país, estabelecer um governo títere e incluso desmembra-lo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;A tão abjectos propósitos, em incrível contubérnio com a Africa do sul e o imperialismo prestaram-se os governos do Zaire, encabeçado por Mobutu, a UNITA e o seu líder, Jonas Savimbi e Holden Roberto que tinham tido certa participação na luta anticolonialista e que em atitude francamente anti-nacional, recusaram acompanhar o MPLA (Movimento para a Libertação de Angola num projecto de real independência nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Impunemente, como quem participa num desfile, os racistas sulafricanos avançaram com as suas tropas desde o sul, enquanto as forças dos movimentos conhecidos como fantoches e os mercenários o faziam desde o Zaire, aproximando-se a capital. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Cuba, que desde os anos sessenta, por intermédio do comandante Ernesto Guevara estabeleceu relações e brindou apoio ao Movimento Popular para a Liberação de Angola (MPLA), ante a iminência da proclamação da independência, respondeu a solicitude de instrutores para converter as unidades guerrilhas num exército regular. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Foram aqueles 480 instrutores cubanos, postos a disposição do MPLA, constituídos apressadamente em unidades de combate que, junto as aguerridas apesar de mal armadas e escassamente treinadas Forças Populares de Libertação, fizeram frente a invasão coligada de racistas, fantoches e mercenários, propinando-lhes as primeiras e decisivas derrotas e aportando os primeiros heróis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;As arrogantes tropas sulafricanas foram contidas e obrigadas a retirar-se e, ao dar a media noite de 10 de novembro, proclamou-se a independência. Não correu champanhe, não houve discursos e muitos dos presentes partiram imediatamente para os seus postos de combate. Ninguém reparou que estavam a mudar o curso da historia e iniciando um caminho que apesar de longo, preservo a liberdade e a integridade de Angola, avançou para a independência da Namibia e conduziu ao fim do apartheid. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Ha perto de Luanda, numa pequena praia formada por um meandro do majestoso rio Kwanza, aonde, alem de um vetusto espigão, se conservam os corrais aonde se guardavam os escravos que desde aquele embarcadouro, num número cercão a aos quatro milhões, se enviaram a um sitio ao que, por ironia do destino chamavam Novo Mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Nunca pude disfrutar de aquel lugar sin imaginar que desde allí, encadenada y sufrida, partió Carlota, la esclava rebelde del ingenio Triunvirato a la que con nuestra presencia ofrendábamos un magnifico desagravio."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;-----------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESTA FOI A MINHA REACÇÃO:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" &lt;strong&gt;A TRINTA ANOS DA SUA "INDEPENDÊNCIA, EM ANGOLA... TODOS SÃO CARLOTAS&lt;/strong&gt;!" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada 11 de novembro, pode-se recordar que passou mais um ano desde que Angola, (um dos países ais ricos do mundo e com 1.240.000 k2 de superfície), deixou de ser colónia com responsabilidade social explorada pelos interesses económicos portugueses para passar a ser explorada pelos interesses económicos da União Soviética, seus aliados e seus cúmplices. E pode-se "festejar" que se tenha transformado em terra de ninguém, explorada e arrasada por quanta raça de aventureiros continua a passar por lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De uma colónia pedem-se contas ao colonizador, da terra de ninguém não ha a quem pedir contas, só se podem aprender lições. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Escrevo tudo isto por dois motivos: primeiro, porque esta historia e minha historia, sou uno do seus personagens. Sou branca, tenho irmãos mulatos e amigos negros com quem a comparti e continuo a compartir. Sufri, com parte da minha família, o racismo "ao contrario", discriminados por ser bancos ou mulatos... &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que e capaz de lhe fazer, a um extraordinário povo, a cobiça de unos malditos abutres que, para desgraça nossa, nasceram e continuam a nascer no mesmo planeta que nos! Nos, a quem não nos interessava para nada o petróleo, os diamantes, o urânio, o ouro, etc. enterrados debaixo dos nossos pés. A amizade, a farra aos sábados no "Muxima" ou no "Kudissanga Kua makamba", a "muamba de galinha" na casa da mama Isabel (Isabel Prado), tomar umas "Cucas" ou comer um "pirão" de peixe na " festa da ilha" com toda a "malta bué de fixe", ao som de um merengue de Minguito "e o das piquenas que encostem na barra do Minguito para escutar o que se passa..." misturado com o barulho da areia a raspar entre as solas dos sapatos e o cimento do chão dos que "puxavam o merengue". Segundo, porque o valor da historia esta em que seja escrita com a VERDADE, talvez com diferentes sentires e com diferentes ângulos de vivência mas sempre com a VERDADE, para que as lições possam ser úteis aos que queiram aprender dela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A finais da década de 50 e durante a década dos 60 houve um incremento no acosso do abutre União Soviética, que aproveitou que o abutre Estados Unidos estava "abutriando" outros assuntos, para capitalizar o descontentamento da juventude e apresentar, como solução, a sua ideologia "comunista" em quanta universidade, seminário religioso ou outras agremiações lhe foi possível por todo o planeta. Isto ficou em evidencia em movimentos como os Montoneros, Tupamaros, etc. na América latina, na conduta de curas católicos guerrilheiros formados em seminários de Espanha, França ou Bélgica y na conduta de certo tipo de jornalistas, a quem vendiam as suas virtudes, e que lhes eram, as vezes, ingenuamente funcionais em toda a América Latina e Africa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para faze-lo nas colónias portuguesas de África, infiltraram-se nas universidades de Lisboa e Coimbra, apontaram a conquistar estudantes negros que manifestavam legitimas esperanças de independência, vindos delas, e ofereciam-lhes "ajuda" para formar movimentos guerrilheiros independentistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim captaram a Agostinho Neto, estudante de medicina, culto e ressentido, com as características ideais para seus fins e "ajudaram-no" a formar o MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola), que no tinha, na época, militantes, mas que, com o tempo, conseguiu a simpatia de uma parte dos jovens de Luanda que tinham por moda ser "comunistas". (morreu de "câncer" em 1979).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Procuraram captar a Jonas Savimbi, também estudante de medicina, mas as ideias deste foram detectadas pelo governo portugués que o prendeu em Lisboa. Ao ser libertado foi para a Suíça aonde estudou ciências políticas. Depois da sua graduação viajou a União Soviética e a China aonde fez a sua formação militar. Nunca conseguiram convencê-lo a colaborar para que Angola deixa-se de ser explorada por uns interesses para passar a ser explorada por outros. Instalou-se na mata, no sul do país e continuou a lutar pelos seus próprios ideais. Formo a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) apoiado silenciosamente por uma maioria da população angolana que anelava uma verdadeira independência para Angola. Financiado pelos diamantes que extraía do solo da zona em que se instalou e, aproveitando a conjuntura de interesses paralelos com a Africa do sul, aceitou a sua ajuda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(A Africa do sul lutava contra os guerrilheiros da SWAPO, (Organização do Povo da África do Sudoeste (em inglês, South West Africa People’s Organization, SWAPO), que tinham a suas bases de treinamento de guerrilheiros no sul de Angola). (assinaram-no com a cumplicidade do governo da Tanzânia, em 2002 e atiraram o seu corpo, depois de vários dias, no sul de Angola).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para não estar ausente, Estados Unidos com o Holden Roberto, (pessoa de origem duvidosa de quem se conhece muito pouco dos seus antecedentes) formou a FNLA (Frente Nacional para a Libertação de Angola), com bases de treinamento localizadas no Congo e sem aceitação entre os angolanos. (nunca mais escutei falar dele.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Oliveira Salazar morreu em 1970 isso torna impossível a afirmação corrente de que se lhe fez um golpe de estado no dia 25 de abril de 1974. O golpe de estado, em Portugal, foi contra o governo de Marcelo Caetano que estava preparando o processo de independência das colónias de una forma gradual ou o menos traumática possível, tendo em conta a sua população e os movimentos independentistas existentes. Isto fez com que a União Soviética se apressara em derrota-lo e substitui-lo por um governo afim aos seus interesses que as entregasse directamente a eles. Conseguiu-o apoiando a um grupo de capitães jovens e descontentes com a cumplicidade de Álvaro Cunhal, presidente do Partido Comunista Portugués de Mário Soares presidente do Partido Socialista, (quem, depois da "independência", se meteu em todo o tipo de negociados corruptos em Angola; desde diamantes hasta marfim). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O novo governo portugués, funcional á União Soviética, em vez de preparar uma transição para a independência de Angola, tendo em conta que os seus três movimentos independentistas (MPLA, UNITA e FNLA), ao ser esta independente, deixavam de ter razão de ser, que passavam á categoria de simples partidos políticos, e incluir eleições nas negociações, marcou a independência para o dia 11 de novembro de 1975, vendeu a entrega do governo do país directamente ao MPLA ficando a presidência da republica Agostinho Neto, criando assim as condições necessárias para transformar o país num barril de pólvora. http://havanaluanda.wordpress.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na madrugada de 25 de abril de 1974 acompanhei o meu pai a uma reunião na fortaleza de São Miguel, em Luanda, aonde se juntaram um grupo de cidadãos representativos de vários sectores da sociedade com o governador (simpatizante da causa angolana), entre os presentes considerou-se a alternativa de não aceitar o novo governo português e declarar esse mesmo dia a independência de Angola, armar um governo provisório e chamar a eleições. Infelizmente alguns duvidaram... Poucas vezes os cidadãos comuns estamos preparados para ser colocados nas "rotundas" da historia aonde se tem a possibilidade e a responsabilidade de poder decidir, por todo um povo, o caminho a seguir e menos temos a coragem e a sabedoria para executar essa decisão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pouco depois da "independência" a União Soviética materializou a invasão dos mercenários cubanos que selou a desgraça que acompanha a esse povo ate aos dias de hoje e que faz de ele um povo cheio de records; o que tem uma das mais baixas esperanças de vida do planeta, (36 anos), o maior numero de minas pessoais enterradas, o maior numero de mutilados por elas, una mortandade infantil de 20 crianças de cada 100, una alfabetização de 28% nas mulheres e de 40% nos homens, etc. Que o transformou numa terra de contrastes; aonde o estoicismo, a ingenuidade e a solidariedade do povo convivem com as piores mazelas e vícios que o capitalismo abutre mundial pode provocar numa terra de ninguém (lastima que nessa época Fidel Castro ainda no tinha aprendido que es preferível invadir países com médicos e programas de alfabetização do que com mercenários e armas).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jonas Savimbi, costumava dizer que passou grande parte da sua vida a lutar por libertar a Angola do domínio portugués e que a outra a estava a passar a lutar por liberta-la da exploração e barbárie dos soviéticos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, que já não existe a URSS, está empossado no seu governo, há mais de 26 anos, o mesmo lacaio, José Eduardo dos Santos, e a sua camarilha de corruptos que, ao igual que a maioria dos governos do "terceiro mundo" de princípios deste século XXI, é servil, não tem ideias próprias nem dignidade. A sua única ambição é continuar a manter-se no poder aonde estão. Funcionais aos interesses económicos das multinacionais sem distinção de bandeiras políticas e quer sejam eles norte-americanos, chineses, russos, ingleses, portugueses, franceses, espanhóis, etc. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro deste país o povo deambula como um convidado de pedra fantasma ao que neguem vê salvo algumas ONGs que sim o "vêem" só para continuar a tirar proveito dele, como as encarregadas de eliminar as minas pessoais, que cobram dinheiro por cada mina que desarmam, por isso quando desarmam 100, "alguém" lhes faz o favor de "plantar" 200. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Al serviço da URSS, a meados da década de 1960 tinham começado a chegar ao continente africano, principalmente a Angola, cubanos, especialistas em guerrilhas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não obstante, não foi senão até 1976 quando o seu satélite, Cuba, materializou o envio de 50.000 mercenários transportados por aviões soviéticos que chegaram com o nome de "Operação Carlota" para consolidar o governo títere de Agostinho Neto, pela força das armas e assim apoderar-se do país. Como recompensa pela simbólica devolução da escrava "Carlota", Cuba recebeu do governo soviético "ajuda" económica (dinheiro do petróleo ordenhado ao solo angolano), pelo montante de perto de 3 milhões de dólares por dia, durante os más de 10 anos que os sus mercenários permaneceram lá. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para faze-lo más compreensível, hoje em dia, a qualquer a quem lhe interesse a historia, pode-se dizer que o que os Estados Unidos fez e continua a fazer com o Iraque é exactamente o que a União Soviética fez com Angola: o seu "Sadan" eram os portugueses que lá viviam. Os seus terroristas eram o povo angolano digno e que não era "comunista". O seu exercito invasor foram os mercenários cubanos que mataram até deixarem bem instalados os seus lacaios no "governo". Compartiram o mesmo sistema de financiamento da invasão; com o petróleo do país invadido e o mesmo desprezo pela vontade e a vida de qualquer dos seus cidadãos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para entristecer-se os angolanos não necessitam pensar que, da "Barra do Kwanza", partiu, condenada á escravidão, há 400 anos, una mulher chamada Carlota, porque, alem disso, se teve descendentes, estes agora já nasceram livres. Basta com que vejam a sua própria realidade e pensem no seu próprio presente; em pleno século XXI e 30 anos depois do dia em que lhes venderam o "espelhinho" da independência, transformaram-lhes o pais em colónia sem responsabilidade social, são mais escravos que Carlota porque são escravos do capricho dos lacaios do Imperialismo Económico mundial que usurpam o seu governo e não teem nem sequer a certeza de que, pelo menos, os seus filhos, algum dia, conheçam a dignidade, o orgulho de ser eles mesmos, a alegria de recuperar a sua própria identidade e de construir o seu próprio futuro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Maria Joao Soares&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-999643941978030186?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/999643941978030186/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao_6096.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/999643941978030186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/999643941978030186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao_6096.html' title='ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (1ª e 2ª Partes)'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxFQnp0rtiI/AAAAAAAAAF4/aPkVUeN-W3g/s72-c/mapa+ang1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-8953633774561593686</id><published>2009-11-28T08:24:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T09:09:02.121-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='irak'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='union sovietica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mario soares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='traiçao do governo portugues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ditadura angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ocultamentos suspeitosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='operaçao carlota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='invasao angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mercenarios'/><title type='text'>ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (3ª Parte)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxE1aTmz6AI/AAAAAAAAAFY/Z5hLF1nOmo4/s1600/mapa+ang+2.JPG" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxE1aTmz6AI/AAAAAAAAAFY/Z5hLF1nOmo4/s320/mapa+ang+2.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O meu artigo anterior foi publicado em sites cubanos e pela reacção chegou aos ouvidos do governo cubano e deve ser o motivo pelo qual o Barata se sentiu na obrigação de apelar a artilharia pesada e, como quem não quer, escreveu um novo artigo titulado:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;"30 ANOS DE ANGOLA: CRÓNICA MÍNIMA"&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.consulcubacr.com/boletines/5.pdf"&gt;http://www.consulcubacr.com/boletines/5.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A carta aberta que escrevi já dirigida directamente ao Barata:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Carta esta que foi publicada e depois censurada e desapareceu da internet.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;"CARTA ABERTA AL SR. JORGE GOMES BARATA " &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por: &lt;em&gt;Maria João Soares&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ref.: o seu artigo: " &lt;strong&gt;30 ANOS DE ANGOLA: CRÓNICA MÍNIMA&lt;/strong&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NOTA: A&lt;em&gt; partir de aqui vou transcrever só a minha "CARTA ABERTA..." para não repetir o trabalho já que nela esta reproduzido textualmente o artigo do Barata alternativamente com a minha contraposição. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vou faze-lo em dois tipos de letra diferentes para que se torne mais pratico e compreensível para o leitor o sentido do conteúdo.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-----&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"SOU ANGOLANA, VERDADEIRAMENTE ANGOLANA, DESSAS QUE TÊM FAMÍLIA DE TODAS AS CORES E TÊM LAÇOS DE SANGUE COM A TERRA. (O MEU PAI MORREU LÁ EM 1999, ESTA ENTERRADO NO CEMITÉRIO DO ALTO DAS CRUZES EM LUANDA PORQUE ERA AÍ AONDE QUERIA SER ENTERRADO).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LI HA ALGUMAS SEMANAS UM ARTIGO SEU SOBRE ANGOLA E PENSEI QUE TINHA SIDO ESCRITO POR ALGUÉM QUE TINHA UMA MÁ VERSÃO DA HISTORIA DE ANGOLA, O QUE SERIA MUITO NATURAL QUE FIZESSE QUEM LA NÃO VIVEU, OU POR ALGUÉM COM MENOS DE 30 ANOS QUE NÃO TEM REGISTO DE TODOS OS SEUS CAPÍTULOS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PENSEI QUE SERIA BOM DAR A MINHA VERSÃO PARA QUE VERSÕES COMO A SUA NÃO "ATIRASSEM TERRA AOS OLHOS DA HISTORIA" PARA DEIXA-LA MUTILADA, E ASSIM O FIZ.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NUNCA ESPEREI QUE O SR. VOLTASSE A ESCREVER OUTRA VERSÃO PIOR AINDA QUE A PRIMEIRA! ESTA JÁ NÃO É UMA MÁ VERSÃO FRUTO DE UMA SUPOSTA MÁ INFORMAÇÃO, ESTA ESTÁ FEITA COM AS REGRAS DOS LIVRETES PROPAGANDISTAS QUE USAM OS SISTEMAS PERVERSOS. ESTA DIRIGIDA Á "ENTIDADE" MAIS INDEFESA E PERIGOSA QUE TEM A HUMANIDADE: O "TODO O MUNDO SABE", UMA ENTIDADE SEM IDENTIDADE JURÍDICA, MAS CUJA SENTENÇA É IRREVOGÁVEL, CONSTITUÍDA POR DESENFORMADOS CIDADÃOS DO MUNDO, CRÉDULOS E INCAUTOS, CONSUMIDORES DE "HAMBURGUESAS INFORMATIVAS", PARA FAZE-LOS ACREDITAR NO "PAI NATAL", DE QUE CUBA POR ALTRUÍSMO AJUDOU A ANGOLA A DEFENDER-SE DE EXÉRCITOS FANTASMAS. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ACHO QUE BUSH OU OUTRO PRESIDENTE DE ESTADOS UNIDOS, PODE CHEGAR A COPIA-LA PARA USA-LA COMO DISCURSO ADAPTANDO-A AO IRAQUE, CLARO! COLOCANDO, EM VEZ DOS "IMPERIALISTAS", "COLONIALISTAS", ETC. QUE O SR. USOU OS "NOVOS" FANTASMAS "TERRORISTAS". (NOME ESTE QUE JÁ ESTEVE DE MODA HA CINCO DÉCADA ATRAS, MAS QUE ESTEVE DE FERIAS ENQUANTO O SUBSTITUIRIAM POR "IMPERIALISTAS" E "COMUNISTAS") &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUALQUER LEITOR INTERESSADO NA HISTORIA SABE QUE NA POLÍTICA NO HÁ CARIDADE! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SR. BARATA, UM LATINO-AMERICANO QUE TENHA INTERESSE EM LER ALGUMA COISA SOBRE UM PAÍS TÃO POUCO CONHECIDO E MENCIONADO COMO ANGOLA, NÃO É PRECISAMENTE UM INCAUTO OU UM IDIOTA A QUEM SE POSSA VENDER "HAMBURGUESAS DE INFORMAÇÃO" HISTÓRICA". &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CONCEDO-LHE O BENEFICIO DE PENSAR QUE FOI OBRIGADO A ESCREVER O SEGUNDO ARTIGO PELOS "HISTORIADORES OFICIAIS" DE FIDEL CASTRO POR TER TIDO A INCAUTA INGENUIDADE DE TER MENCIONADO, NA IMPRENSA CUBANA, UM DOS "ESQUELETOS" QUE O GOVERNO DELE TEM ESCONDIDOS NO "ARMÁRIO".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;AO ESCREVER O ARTIGO ANTERIOR, PENSOU QUE ESTAVA A FAZER O CORRECTO, (REFORÇANDO A IMAGEM DE UM GOVERNO QUE FAZ DA LIBERDADE A SUA BANDEIRA), SEM TER EM CONTA QUE DURANTE O GOVERNO DE FIDEL HÁ VÁRIOS CAPÍTULOS AO LONGO DO TEMPO E QUE A QUE INVADIU ANGOLA FOI A DE LACAIO DA UNIÃO SOVIÉTICA. CREIO QUE TAMPOUCO PENSOU QUE O SEU ARTIGOZINHO LIGTH SALTARIA A FRONTEIRA DE CUBA E PODERIA SER LIDO, NALGUM LUGAR DO MUNDO, POR ALGUMA DAS POUCAS PESSOAS QUE SABEM A VERDADE E QUE A PODEM CONTAR SEM A DETURPAÇÃO DE INTERESSES CRIADOS OU DA VERGONHA DE TER SIDO ENGANADOS E USADOS COMO IDIOTAS ÚTEIS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O SEU ARTIGO COMEÇA DIZENDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Com discrição e sobriedade, humildemente, na Havana finalizaram as celebrações pelo trigésimo aniversario da missão militar cubana em Angola, conhecida como “Operação Carlota”"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CLARO QUE MÁS LHES VALE QUE SEJA SIMPLES E PASSE DESAPERCEBIDA. E SE NÃO FOSSE PORQUE A ESSAS MÃES É PRECISO ENTRETE-LAS COM "VERSOS" HERÓICOS JUSTIFICATIVOS (IGUAIS AOS DISCURSOS DE BUSH ÁS MÃES E FAMILIARES DOS CAÍDOS NO IRAQUE) ANTES DE QUE SE LEMBREM DE COMEÇAR A PEDIR ALGO MAIS QUE COMEMORAÇÕES PELA VENDA DO SANGUE DOS SEUS FILHOS E SE TRANSFORMEM NOUTRAS "MÃES DA PRAÇA DE MAIO", JÁ NEM SE COMEMORARIA NADA. HOJE, A FIDEL JÁ NÃO LHE GASTARÁ NADA RECORDAR-SE DE ESSE EPISÓDIO DA SUA HISTORIA, PORQUE EL SIM SABE A VERDADE E SEGURAMENTE, QUE NO CENÁRIO ACTUAL ES UM EPISÓDIO QUE O COLOCA NUM PLANO MUITO SIMILAR AO DE SEU INIMIGO BUSH.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CONTINUA DIZENDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;" Não houve desfiles, promoções nem condecorações, não se invocaram os nomes dos chefes nem se levantaram estatuas, só se honrou-se uma frase do gral. San Martin: “O dever deve cumprir-se com simplicidade e naturalidade”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- PALAVRAS SACROSSANTAS PARA OS CUBANOS QUE OBEDECERAM Á ORDEM DE FIDEL DE ¡EMBARCAR E ACABOU-SE! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CONTINUA DIZENDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Apesar de que se narre com poucas palavras e se celebre sem fanfarras, a “Operação Carlota” foi a mais importante operação combativa desde a II Guerra Mundial..."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EXACTAMENTE ESTO, TALVEZ SEJA O QUE ESCREVERÃO OS NORTE-AMERICANOS SOBRE A "OPERAÇÃO LIBERDADE DURADOURA" NA SUA HISTORIA OFICIAL DENTRO DE ALGUNS ANOS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CONTINUA DIZENDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;" ...a acção revolucionaria mais audaz."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-CONTRA QUEM LUTARAM?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-DE QUEM LIBERTARAM O PAÍS SE O GOVERNO PORTUGUÊS ACEITOU A INDEPENDÊNCIA PARA NOV/75 E VOCÊS CHEGARAM DEPOIS? &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NÃO FOI UMA ACÇÃO REVOLUCIONARIA, FOI A FOI UMA INVASÃO ESTRANGEIRA USADA PARA INSTALAR EM ANGOLA UM GOVERNO PRÓ SOVIÉTICO CONTRA A VONTADE DE UM POVO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A MEDIDA QUE CONTINUA A SUA PERORADA MAIS SE PARECE A ALGO QUE PODEM COPIAR OS BUSHISTAS PARA A SUA HISTORIA NO DIA DE AMANHÃ! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CONTINUA DIZENDO:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Quinze anos de intensos combates, num teatro de operações de um milhão 200 000 quilómetros quadrados, a quase 11 000 quilómetros de distancia de Cuba, no que se deram acções combativas que envolveram mais de 300 000 combatentes cubanos e não menos de 200 000 angolanos, sulafricanos e zairenses. Em total, mais de meio milhão de homens..."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- COMO SE MODIFICARAM OS SEUS NÚMEROS! NO ARTIGO ANTERIOR ERAM SÓ 480 INSTRUTORES CUBANOS... CLARO! AGORA OBRIGARAM-NO A ESCREVER 300.000. LA CIFRA REAL FORAM PERTO DOS 50.000 GUERRILHEIROS E OUTROS MAIS COM OUTRAS "APTIDÕES". MAS SÃO FÁCEIS DE EXPLICAR ESTAS TRÊS CIFRAS TÃO DIFERENTES:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A SUA CIFRA (VERSÃO PARA CIRCULAÇÃO EXCLUSIVA DENTRO DE CUBA: 480 INSTRUTORES, ES RAZOÁVEL, DENTRO DO CONTEXTO MODERADO DO SEU PRIMEIRO ARTIGO, É APRESENTADA COMO UM APOIO TÉCNICO MODERADO A UM EXERCITO ESTRANGEIRO EM FORMAÇÃO, NUMA REPUBLICA RECÉM INAUGURADA. UM SOLIDÁRIO E HERÓICO RELATO PARA FICAR REGISTADO NA HISTORIA OFICIAL CUBANA FUTURA. ATREVO-ME A DIZER QUE TALVEZ SEJA A VERSÃO QUE FIGURA NOS LIVROS DE HISTORIA DOS ALUNOS CUBANOS ACTUALMENTE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A MINHA CIFRA: 50.000, A REAL CONTADA PELO QUE EXERCEU O CARGO DE CHEFE DA INTELIGÊNCIA DE ANGOLA, UM GENERAL, TREINADO NA UNIÃO SOVIÉTICA, AMIGO MEU DE INFÂNCIA, QUE COINCIDE COM OS NÚMEROS DA CIA E COM O QUE ESCREVEU NIXON NOS SEUS APONTAMENTOS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A CIFRA DO FOLHETO PROPAGANDISTA "FOR EXPORT" DE FIDEL, ASSINADO POR VOCÊ: 300.000; SEGURAMENTE QUE FOI POR ESSE NUMERO DE MERCENÁRIOS QUE FIDEL PASSOU A FACTURA Á UNIÃO SOVIÉTICA E NO QUE SE PUBLIQUE NO ESTRANGEIRO, COMO ESTE SEU ARTIGO NO BOLETIM DA EMBAIXADA CUBANA EM COSTA RICA, OS NÚMEROS TÊM QUE COINCIDIR COM O FACTURADO). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CONTINUA A DIZER NO SEU ARTIGO: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...uma empresa que influiu notavelmente na historia de todo um continente." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- OBRIGADA E FELICITAÇÕES PELO "TRABALHO"! É POR ISSO QUE O CONTINENTE, 30 ANOS DEPOIS, ESTA COMO ESTA!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CONTINUA O SEU ARTIGO: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...as tropas cubanas, combateram contra sulafricanos e zairenses, mercenários y bandas nativas, nos quatro pontos cardais."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- SR. BARATA, O QUE SÃO "BANDAS NATIVAS"? NEM OS NORTE-AMERICANOS SE ATREVERAM A TANTO... A CHAMAR "BANDAS NATIVAS" AOS IRAQUIS QUE ESTÃO NA SUA PÁTRIA... O SERÁ QUE OS DENOMINA ASSIM PELA COR DA SUA PELE? TALVEZ SE LHE TENHA ESCAPADO O PORMENOR DE QUE TODOS SOMOS NATIVOS DE ALGUM LUGAR, QUE A COR DA PELE É SÓ UMA CARACTERÍSTICA GENÉTICA E QUE TODOS MERECEMOS RESPEITO. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(SORTE DE BUSH QUE TEVE QUEM LHE INVENTASSE UMA "AL QUEDA" PARA PODER TER A "ELEGÂNCIA" DE CHAMAR TERRORISTAS AOS INTEGRANTES DAS "BANDAS NATIVAS" IRAQUIS).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Com os seus aviões e barcos, organizados pela intendência e os serviços logísticos das suas forças armadas, Cuba realizou o traslado de um grupo militar que nalgum momento chegou a dispor de 50.000 homens, equipados com tanques, aviões, artilharia pesada, armamento antiaéreo, meios, engenheiros, e todos os equipamentos que necessita uma tropa em campanha, entre eles munições, combustíveis, serviços médicos e alimentação."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VIVAM AS MEIAS VERDADES MISTURADAS COM MENTIRAS! LOS AVIÕES, AS ARMAS, A LOGÍSTICA, A ORGANIZAÇÃO E OS INTERESSES FORAM SOVIÉTICOS. SÓ OS GUERRILHEIROS FORAM ALUGADOS A CUBA POR UM PAGAMENTO ANUAL.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OS ESCASSOS MEDICAMENTOS, ALIMENTAÇÃO, A AGUA, ETC. QUE TINHAM OS ANGOLANOS ERAM LOS CUBANOS QUE OS SAQUEAVAM QUANDO LHES FALTAVA. AS MUTILAÇÕES, O PALUDISMO E O SIDA ACOMPANHARÃO A MUITOS DOS QUE SOBREVIVERAM ATÉ AO FINAL DE SEUS DIAS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Durante as operações os efectivos cubanos desbravaram selvas, construíram caminhos, pontes, aeroportos, túneis, domaram caudalosos rios, venceram montanhas e atravessaram o deserto, defenderam grandes cidades, incluindo a capital." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A QUE CAMINHOS SE REFERE SR. BARATA? AOS QUE SAEM DO LUGAR AONDE SE ROUBA O PETRÓLEO E OS DIAMANTES E VÃO ATÉ AOS PORTOS AONDE OS EMBARCAM? ATÉ AS VIAS DOS CAMINHOS DE FERRO FORAM E CONTINUAM A SER SAQUEADAS! CREIO QUE NUNCA PÔS UM PÉ EM ANGOLA. NOA HÁ CAMINHOS! ESTA TUDO DESTROÇADO , HA MINAS PESSOAIS ENTERRADAS POR TODO O PAÍS. NÃO HA GRANDES CIDADES! A ÚNICA GRANDE É LUANDA QUE QUANDO VOCÊS CHEGARAM TINHA 400.000 HABITANTES E HOJE TEM 2.200.000, NÃO PORQUE OS ANGOLANOS SE TENHAM MULTIPLICADO MAS SIM PELA INVASÃO PERMANENTE DE ESTRANGEIROS AVENTUREIROS AO SERVIÇO DE INTERESSES ESPÚRIOS E DE CIDADÃOS ANGOLANOS QUE FUGIRAM ESPAVORIDOS DAS CIDADES DO INTERIOR AONDE VIVIAM PARA ENCONTRAR COMIDA E REFUGIO.. A ÚNICA FORMA MAIS OU MENOS SEGURA DE SAIR DE LUANDA PARA OUTRAS CIDADES É DE AVIÃO, O QUE TEM A CORAGEM DE IR POR TERRA NÃO SABE SE CHEGA VIVO AL POVOADO SEGUINTE. PARA EXPLICA-LO GRAFICAMENTE ANGOLA ES HOJE UM IRAQUE COM A DIFERENÇA DE QUE A SUA LAPIDAÇÃO JÁ DURA HA 30 ANOS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...as condições que impõe a pobreza, agravada por una guerra de enormes proporciones." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ANGOLA NÃO ERA NEM É POBRE. O PBI DE ANGOLA CRESCIA 16% AO ANO. A SUA POPULAÇÃO ESTA EMPOBRECIDA PORQUE FOI E É SAQUEADA PERMANENTEMENTE POR ESTRANGEIROS COM A ANUÊNCIA DO GOVERNO "NACIONAL" QUE VOCÊS AJUDARAM A INSTALAR.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O saldo da operação Carlota não pode ser melhor: Angola preservo a sua independência e a sua integridade territorial, o seu petróleo, os seus diamantes e o seu café, &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ACHO QUE DEVIA TER A DECÊNCIA DE SE POR NO SEU LUGAR SR. BARATA. A "OPERAÇÃO CARLOTA" FOI UMA OPERAÇÃO SOVIÉTICA. CUBA SÓ PÔS A MÃO DE OBRA, MELHOR DITO A CARNE PARA O CANHÃO. ASSIM QUE DEIXE AOS SOVIÉTICOS A TAREFA DE SE "VANGLORIAREM" DELA. NÃO PRETENDA ATRIBUIR A CUBA UM PROTAGONISMO QUE NÃO TEVE, E NESTE CASO COM MAIS RAZÃO, JÁ QUE NÃO É UM PROTAGONISMO DIGNIFICANTE. POR ALGUMA RAZÃO OS SOVIÉTICOS, (Brezhnev), TERCEIRIZARAM O TRABALHO SUJO E TAMBÉM POR ALGO YELTSIN E PUTÍN NUNCA SE REFERIRAM A ELA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUE INDEPENDÊNCIA TEM ANGOLA? A MESMA QUE TEM HOJE O IRAQUE! É TÃO DONA DO SEU PETRÓLEO, DOS SEUS DIAMANTES, ETC. COMO O POVO IRAQUI É HOJE DONO DO SEU PETRÓLEO!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...fizeram-se fanicos os planos dos Estados Unidos e da OTAN para a África austral,..."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- COMO QUE SE FIZERAM FANICOS OS PLANOS DE ESTADOS UNIDOS? SE QUANDO BUSH TOMO POSSE DA PRESIDÊNCIA NO ANO 2000 UNO DOS PRIMEIROS QUE CORREU PARA RECEBER A BENÇÃO E O MANUAL DE TAREFAS FOI EDUARDO DOS SANTOS (ACTUAL PRESIDENTE DE ANGOLA E DESDE 1979). BUSH PEDIU-LHE QUE PREPARASSE UMAS ELEIÇÕES Light, DENTRO DE UM PRAZO DE DOIS ANOS, PARA JUSTIFICAR A RENOVAÇÃO DA SUA CREDENCIAL "DEMOCRÁTICA", DEPOIS, COMO O SEU ADVERSÁRIO POLÍTICO, JONAS SAVIMBI, (PRESIDENTE DE U.N.I.T.A.) PODIA GANHA-LAS, LOS AMERICANOS FIZERAM-LHE O GRANDE FAVOR DE ASSASSINA-LO EM 2002. E ASSIM JÁ "NÃO FOI POSSÍVEL CHAMAR A ELEIÇÕES POR FALTA DE CONTENDENTE E PORQUE DEMORARIA FORMAR UM "MEMBRO DA UNITA" QUE SE LHES PRESTASSE AO JOGO, (DE SEGURO JÁ ESTARÃO A FORMAR ALGUM EM Harvard, A UNIVERSIDADE MAIS ESPECIALIZADA EM DOUTORAR VENDE PÁTRIAS E FALIDORES DE ESTADOS). E. DOS SANTOS CONTINUA... NÃO ME DIGA QUE TANTA "GENEROSIDADE NORTE-AMERICANA É TAMBÉM DESINTERESSADA... POR FAVOR! NÃO OFENDA A INTELIGÊNCIA ALHEIA! OS NORTE-AMERICANOS ESTÃO A ROUBAR ANGOLA COMO QUALQUER OUTRO DOS ABUTRES QUE LA ESTÃO, AI COMEM TODOS. SÓ ASSIM SE EXPLICA O SILENCIO DO "MUNDO"!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...obrigou-se os racistas a sentarem-se á mesa de negociações, forçou-se a aplicação da Resolução 435 para a independência da Namibia e apressou-se o fim do apartheid."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- QUE INGENUIDADE AFIRMAR QUE OS SULAFRICANOS RECUPERARAM A SUA DIGNIDADE. OUTROS, QUE DEIXARAM DE SER MASSACRADOS POR CAPATAZES BRANCOS E PASSARAM A SÊ-LO POR CAPATAZES NEGROS. OU PENSA QUE ALGUM DOS GOVERNOS AFRICANOS DE HOJE RESPONDE AOS INTERESSES NACIONALISTAS E PATRIOTAS DOS SEUS CIDADÃOS?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Além do contingente militar serviram em Angola, em qualidade de colaboradores civis os assessores, ao redor de 50 mil trabalhadores e especialistas, principalmente médicos e professores, construtores, economistas, jornalistas, treinadores desportivos, promotores culturais, instrutores de arte e especialistas em dezenas de funções. Numerosos elencos artísticos actuaram para as tropas e para a população." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- ESTA SEGURO DE QUE TODOS ESSES MARAVILHOSOS MESTRES, ESPECIALIZADOS, NÃO DESEMBARCARAM NOUTRO PAÍS? OU DE QUE TINHAM AS PASSAGENS MAS NÃO EMBARCARAM? PORQUE EM ANGOLA HAVIA CUBANOS CIVIS, ESFOMEADOS E ESFARRAPADOS, VIVENDO EM CASAS DE FAMÍLIAS ANGOLANAS QUE COMPARTIAM COM ELES O POUCO QUE TINHAM. SE TUDO O QUE TÃO DESCARADAMENTE DESCREVE FOSSE VERDADE HOJE ANGOLA TERIA QUE SER UM LUGAR UM POUCO MELHOR. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Para os dirigentes cubanos, servir e trabalhar em Angola ou para aquela missão, chegou a ser imprescindível " &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- CLARO QUE FOI IMPRESCINDÍVEL! CASTRO COBRAVA Á UNIÃO SOVIÉTICA PELO ALUGUER DOS SUS CIDADÃOS, O QUE NO LÉXICO ACTUAL SE EXPLICARIA COM LA FRASE: "SOLUCIONOU O PROBLEMA DE DESEMPREGO" EXPORTANDO MÃO DE OBRA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O MÉRITO DOS POBRES MERCENÁRIOS É QUE, COM O DINHEIRO QUE COBRAVA CASTRO PELO SEU ALUGUER, TALVEZ AJUDAVAM A VIVER UM POUCO MELHOR OS QUE ESTAVAM EM CUBA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;fim da 3a. Parte (continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-8953633774561593686?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/8953633774561593686/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao_7810.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/8953633774561593686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/8953633774561593686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao_7810.html' title='ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (3ª Parte)'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxE1aTmz6AI/AAAAAAAAAFY/Z5hLF1nOmo4/s72-c/mapa+ang+2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-4485845467990361467</id><published>2009-11-28T08:23:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T09:10:31.314-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cuba'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mercenarios cubanos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='irak'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='union sovietica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='invasao a angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mario soares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='traiçao do governo portugues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ocultamentos suspeitosos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ditadura em angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='operaçao carlota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jorge gomez barata'/><title type='text'>ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (4ª Parte)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxE8irbtaMI/AAAAAAAAAFo/qk743Zs3VqI/s1600/3.GIF" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxE8irbtaMI/AAAAAAAAAFo/qk743Zs3VqI/s320/3.GIF" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"De tê-lo querido, Cuba podia ter proclamado uma vitoria em toda a linha e agora podia festeja-la amplamente. Não o fez porque não combateu para humilhar a ninguém nem demostrar força ou poderio e houvesse preferido não faze-lo." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Há! Há! Há! Ja! NÃO ME FAÇA RIR! CUBA PODERIA E PODE PROCLAMAR O QUE SE LHE DÊ NA GANA... MAS A VERDADE SEMPRE SERRA A VERDADE E A ÚNICA DIGNA DE SER CONTADA PARA QUE EM CADA CASO, SEJA TIDA EM CONTA OU EVIDENCIADA COMO ERRO, PARA QUE NÃO VOLTE A REPETIR-SE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COMO VÃO A PROCLAMAR UMA "VICTORIA" SE O SEU PROTAGONISMO NELA FOI APENAS O DE "MERCENÁRIOS ALUGADOS, AO SERVIÇO DE OUTREM"? LOS ACTORES DE ESTA TRAGÉDIA FORAM:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- OLIVEIRA SALAZAR, QUE NÃO TEVE A CAPACIDADE DE LER NAS ENTRELINHAS DOS ACONTECIMENTOS A DESGRAÇA QUE SE AVIZINHAVA SOBRE OS HABITANTES DAS COLÓNIAS, PRINCIPALMENTE OS DA MAIS RICA, ANGOLA, E POR TANTO NÃO TER AQUIESCIDO E ADMINISTRADO A SUA INDEPENDÊNCIA DE FORMA PACIFICA, ORGANIZADO ELEIÇÕES DE FORMA A DEIXAR ANGOLA EM MÃO DE QUEM OS ANGOLANOS VOTASSEM LIVREMENTE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- MARCELO CAETANO, QUE, COM A SUA MENTALIDADE PEDAGÓGICA DE PROFESSOR, NÃO TEVE CORAGEM PARA FAZER HISTORIA DEIXOU ESPAÇO PARA QUE ABUTRES SEM ESCRÚPULOS NEM SENTIDO DE PARTIA COMO MÁRIO SOARES, ÁLVARO CUNHAL E FANÁTICOS COMO ROSA COUTINHO SERVISSEM DE PONTE PARA QUE SE INSTALE DIRECTAMENTE UM GOVERNO PRÓ SOVIÉTICO EM PORTUGAL.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A JUNTA MILITAR QUE TOMO O GOVERNO EM PORTUGAL, ENCABEÇADA PELO DESEQUILIBRADO GRAL. SEPINOLA, QUE NÃO TINHA NENHUMA INTENÇÃO DE PREPARAR ELEIÇÕES, ANTES DE ABANDONAR ANGOLA, TENDO EM CONSIDERAÇÃO, PELO MENOS, OS TRÊS PARTIDOS POLÍTICOS PRINCIPAIS. (A ESTA ALTURA JÁ NÃO HAVIA JUSTIFICATIVO PARA MOVIMENTOS INDEPENDENTISTAS), E QUE VENDEU ANGOLA AOS RUSSOS COMO QUEM VENDE UMA SANZALA COM TODOS OS SEUS HABITANTES INCLUÍDOS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A UNIÃO SOVIÉTICA, QUE, APÓS INSTALAR UM GOVERNO AFIM EM PORTUGAL, NEGOCIOU COM ESTE LA ENTREGA DE ANGOLA DIRECTAMENTE AL MPLA E AO SEU "AFILHADO" AGOSTINHO NETO SEM OUTRAS CONSIDERAÇÕES.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O POVO ANGOLANO QUE NÃO ESTAVA PREPARADO ME ALERTA PARA TOMAR AS DECISÕES CORRECTAS. POR NÃO TER DESCONHECIDO O GOVERNO INSTALADO EM PORTUGAL EM ABRIL DE 1974, DECLARADO A INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA NESSE MESMO DIA, TER DESARMADO E EMBARCADO AS FORÇAS MILITARES E POLICIAIS PORTUGUESAS PARA PORTUGAL, FORMADO UM EXERCITO NACIONAL DE CIDADÃOS ANGOLANOS E DEFENDER A SUA SOBERANIA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NEM CUBA NEM FIDEL CASTRO FORAM PROTAGONISTAS NESTA HISTORIA. SÓ FIZERAM O "TRABALHO SUJO", PAGO, E QUE AO GOVERNO SOVIÉTICO NÃO LHE CONVINHA FAZER. NÃO PASSOU DE SER UMA TERCERIZADA A QUEM A UNIÃO SOVIÉTICA CONTRATOU PARA QUE LHES ALUGUE OS MERCENÁRIOS QUE TENHAM A MISSÃO DE "DESAPARECER DO MAPA" A TODO O CIDADÃO QUE SE RESISTISSE Á INSTALAÇÃO DO SEU GOVERNO FANTOCHE NO SEU PAIS. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Durante toda a campanha, a pesar das tensões que a guerra impõe e da juventude dos soldados e oficiais, não houve um só caso, nem sequer uma queixa de que alguma mulher angolana tivesse sido ofendida, nenhuma autoridade local o tradicional resultou desconhecida e nenhum símbolo o instituição foi menoscabado. Nunca uma arma cubana apontou, ameaçou ou serviu para intimidar a um cidadão daquele país e jamais a população angolana repudiou a um combatente cubano." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- PERGUNTO: DE QUE ANGOLA ESTARÁ A FALAR? OS MULATINHOS E ALGUNS COM OLHOS CLAROS QUE PARIRAM AS MULHERES DAS VIOLAÇÕES DE CUBANOS E RUSSOS, ETC., AS QUE FORAM ABANDONADAS POR "AMANTES" CUBANOS COM UNS QUANTOS FILHOS PELOS CUBANOS QUE VOLTARAM A CUBA E NUNCA MAIS SE FIZERAM CARGO DELES SEGURAMENTE QUE PASSOU NOUTRA ANGOLA. SE NUNCA APONTARAM OU MATARAM ANGOLANOS, ¿DE QUE NACIONALIDADE ERAM AS CENTENAS DE MILHARES DE MORTOS? RECEBI NOTICIAS DA MORTE DE AMIGOS, CONHECIDOS E PARENTES, QUASE TODOS OS MESES, DURANTE ANOS (TALVEZ SE SAVIMBI ESTIVESSE VIVO CONTRAÍA-O MAIS PORMENORIZADAMENTE, A PARTE QUE LHE TOCOU) E OS ANGOLANOS PATRIOTAS QUE TIVERAM A VALENTIA DE REPUDIAR A PRESENÇA DE CUBANOS A VIVA VOZ SEGURO QUE JÁ NÃO ESTÃO VIVOS PARA CONTA-LO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SR. BARATA, PARA SABER O QUE REALMENTE PENSAVAM NO SEU FORO MAIS INTIMO OS ANGOLANOS PATRIOTAS QUE ERAM E SÃO A MAIORIA E QUANTO REPUDIÁVAMOS A PRESENÇA DOS CUBANOS TERIA QUE SER UM DE NÓS OU DA NOSSA INTEIRA CONFIANÇA. ESSE TEMA SÓ SE TOCAVA QUANDO ESTÁVAMOS FORA DO TERRITÓRIO ANGOLANO (OS QUE PODIAM ENTRAR E SAIR DE LÁ, CLARO!) E ERA TAL O MEDO QUE, ALGUNS DOS COM QUEM CONVERSO, ATÉ HOJE, OLHAM A SUA VOLTA COM MEDO DE QUE ALGUÉM OS ESTEJA A OUVIR. BASTA DIZER QUE, EM ANGOLA, ESTAVA E ESTÁ PROIBIDO ATÉ TIRAR FOTOGRAFIAS OU FAZER FILMAGENS, OS ROLOS FOTOGRÁFICOS E AS MAQUINAS SÃO CONFISCADOS Á PARTIDA. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;AS CHAMADAS TELEFÓNICAS E OUTRAS COMUNICAÇÕES SÃO VIGIADAS, NO INTERIOR DO PAIS, OS TELEFONEMAS PASSAM POR CENTRAIS TELEFÓNICAS ATENDIDAS POR OPERADORAS QUE ESCUTAM TUDO, A ESPIONAGEM É MOEDA CORRENTE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Na simples comemoração do 30o. Aniversario, na Havana, Fidel Castro encarregou-se de ressaltar que nada de isto o fez Cuba sozinha, foi feito com a melhor colaboração o povo angolano e o auxilio da União Soviética que aportou o material militar." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- FALAR DA COLABORAÇÃO DO POVO ANGOLANO TÃO LEVIANAMENTE É OFENSIVO. EM PRINCIPIO, LOS 20.000 ADEPTOS QUE AGOSTINHO NETO TINHA EM LUANDA E OS POUCOS MILHARES DE GUERRILHEIROS QUE TINHA NA MATA FORMAVAM TODO O TAL "POVO" AO QUE SE REFERE. "POVO" ESTE QUE DIMINUIU Á MEDIDA QUE SE DAVAM CONTA DA EMINENTE INVASÃO CUBANA, AO SENTIR-SE TRAÍDOS SAIAM DO PAÍS OU SE MUDAVAM-SE PARA A MATA PARA ESCAPAR OU PARA JUNTAR-SE Á UNITA. DEPOIS DA SUSPEITOSA MORTE DE AGOSTINHO NETO EM 1979, DO ASSASSINATO DE MUITOS DOS SEUS COLABORADORES E DE QUE O SUBSTITUAM POR EDUARDO DOS SANTOS (UM ANGOLANO "FORMATADO" EM RÚSSIA E CASADO COM UMA RUSSA) PARA TRANSFORMAR O GOVERNO NUMA VERDADEIRA DITADURA SATÉLITE SOVIÉTICA SEM NENHUM RASTO DE NACIONALISMO, A PARTE DA POPULAÇÃO, QUE POR IDEALISMO DESENFORMADO, SE TINHA JUNTADO AO MPLA, PARALISOU-SE DE TERROR. NO TINHA SAÍDA. O SEU DINHEIRO NÃO VALIA NADA NEM DENTRO NEM FORA DO PAIS, UM KWANZA (MOEDA DE ANGOLA) TINHA O VALOR DE 30 UNIDADES POR UM DÓLAR NO MERCADO OFICIAL (SÓ VÁLIDO PARA OS CAPANGAS DO REGIME) E DE 3.000 UNIDADES POR UM DÓLAR NO MERCADO NEGRO PARA O POVO. DOCUMENTOS DE IDENTIDADE, PASSAPORTES, CERTIFICADOS DE ESTUDO, ETC., O NECESSÁRIO PARA QUALQUER QUE QUISESSE VIAJAR, ERAM IMPOSSÍVEIS DE CONSEGUIR. IMPOSSÍVEL SAIR POR TERRA, A POPULAÇÃO MAIS AFECTADA COM A PRESENÇA DOS INVASORES ESTAVA NA CAPITAL QUE ESTA SITUADA NA COSTA ATLÂNTICA E A 800KM DE DISTANCIA DE QUALQUER FRONTEIRA, POR TERRITÓRIO QUASE DESPOVOADO, COM ESTRADAS PERIGOSAS. ALEM DISSO DE QUE SERVIRIA CHEGAR ÁS FRONTEIRAS QUE DIVIDEM A TERRA DE NINGUÉM DA TERRA DE NINGUÉM OU A TERRA DE NINGUÉM DO DESERTO. APESAR DISSO ALGUNS ANIMARAM-SE A FAZE-LO, E DELES TAMBÉM UNS QUANTOS MORRERAM NA TENTATIVA. QUE LHE RESTAVA A ESTE POBRE POVO ABANDONADO PELO GOVERNO, O EXERCITO E AS FORÇAS DA PSP (Policia de Segurança Publica) PORTUGUESAS, ENCURRALADO E DESARMADO, QUE DIZER QUE SIM COM A CABEÇA E FAZER DE CONTA QUE AMAVA A TODOS OS QUE TINHAM O PODER E A FORÇA DAS ARMAS DO SEU LADO?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NÃO LHE CONVINHA A FIDEL FAZER ALARDE INTERNACIONAL DE ALGO, QUE ELE SIM, SABE QUE FOI VERGONHOSO COMO ESTO. SERÁ QUE VOCÊ NÃO O ENTENDEU OU TALVEZ SEJA UM DOS QUE VOLTOU DO INFERNO E ACREDITA NO FOLHETO DO HEROÍSMO (SE É ASSIM SINTO MUITO). PARA USO INTERNO DE CUBA SIM TINHA QUE DIZER ALGUMA COISA, DISCRETAMENTE... PARA A MAQUILHAGEM... PARA AS MÃES DOS "HERÓIS" MORTOS... E TALVEZ PARA OS QUE VOLTARAM DESSE INFERNO, PARA QUE NO PENSEM MUITO E NÃO TENHAM MOTIVOS PARA AVERIGUAR PARA QUE FORAM USADOS, DA DIMENSÃO DO CRIME PARA QUE FORAM USADOS, DA VERGONHA DE TER SIDO OBRIGADOS A AJUDAR OS SOVIÉTICOS A ROUBAR A DIGNIDADE E A VIDA DE OUTRO POVO. PIOR AINDA QUE HOJE, PODE-SE COMPARAR ESSA HISTORIA COM A QUE SE ESTA A PASSAR COM A INVASÃO DO IRAQUE, DO AFEGANISTÃO, ETC. TORNA-SE MUITO MAIS EVIDENTE ESTE FACTO. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EM RESUME; CUBA ALUGOU 50.000 GUERRILHEIROS A URSS PARA MATAR E DOMINAR O POVO DE ANGOLA, COM A CUMPLICIDADE DE PORTUGAL E DE ALGUNS FANTOCHES ANGOLANOS, VENDEPATRIAS, EM TROCA DE PODER E DE LIVRE PASSE PARA SAQUEAR LIVREMENTE, QUE LHES ABRIRAM AS PORTAS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ANGOLA TINHA 8.000.000 DE HABITANTES PARA FAZER UMA GUERRA CIVIL, NÃO NECESSITAVA DE 300.000 ESTRANGEIROS MAIS PARA "AJUDAR". NECESSITAVAM-NOS OS DO MPLA, QUE NÃO TINHAM MAIS DE 20.000 ADEPTOS, QUASE TODOS CONCENTRADOS NA CAPITAL DE 400.000 HABITANTES, PARA PODER OCUPAR O GOVERNO INDEVIDAMENTE DEIXANDO OS OUTROS DOIS PARTIDOS FORA DO ESQUEMA. E FOI CONTRA OS MILITANTES DESSES DOIS PARTIDOS E DO POVO QUE ESTAVA EM CONTRA DA INVASÃO ESTRANGEIRA, QUE OS CUBANOS LUTARAM. MATARAM CENTENAS DE MILHARES DE CIDADÃOS ANGOLANOS QUE NO ESTAVAM COM O MPLA E QUE TIVERAM A CORAGEM DE DEMOSTRA-LO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REITERO-O PORQUE TENHO VÁRIOS AMIGOS E PARENTES DENTRO DESSA CIFRA DE MORTOS, DE MUTILADOS, CEGOS, SEM BRAÇOS OU SEM PERNAS. (TALVEZ NO SEU MANUAL DIGA QUE ELES SE SUICIDARAM, AUTO MUTILARAM OU JÁ AGORA, FORAM SEQUESTRADOS POR OVNIS).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"El homenagem foi para os combatentes mortos e o reconhecimento para as suas mães, filhos e esposas."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A ESSAS MÃES, ESPOSAS, FILHOS, ETC. HAVERIA QUE DIZER-LHES QUE EM POLÍTICA NÃO HÁ CARIDADE E TERIA QUE DAR-SE-LHES UMA PERCENTAGEM DO DINHEIRO COBRADO POR FIDEL PELO ALUGUER DOS SEUS FAMILIARES A INTERESSES TÃO ESPÚRIOS E INCONFESAVEIS . &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"No fizeram falta advertências, era obvio: Angola foi o principio do fim da impunidade."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- DE QUE IMPUNIDADE FALA? DE QUE PRINCIPIO? DO FIM DE QUÊ?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SR. BARATA, A IMPUNIDADE FOI, É E CONTINUARÁ A SER EM TODO O PLANETA SE NÃO NOS DAMOS CONTA DE QUE A VERDADE É SÓ UMA: O NOSSO ESPAÇO TERMINA AONDE COMEÇA O ESPAÇO DE TODOS E CADA UM DE NÓS, SEUS HABITANTES! SE NÃO COMEÇAMOS A CHAMAR AS COISAS PELOS SEUS VERDADEIROS NOMES DE UMA VEZ POR TODAS E A ACTUAR DE ACORDO A ISSO, SEGUIREMOS CAMINHANDO DE UM EXTREMO AO OUTRO DE UM CIRCULO EM VEZ DE DESPEGAR POR UMA ESPIRAL DE EVOLUÇÃO SEM TER QUE PASSAR DUAS VEZES OU MAIS PELA MESMA CÍCLICA SITUAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SR. BARATA, ESTAMOS NO SÉCULO XXI, TEMOS O DEVER DE COMPORTAR-NOS COMO SERES MAIS EVOLUÍDOS E DE COMEÇAR A OLHAR PARA A CONDUTA HUMANA DO SÉCULO XX COMO SELVAGEM, PRIMITIVA, RETROGRADA, MATERIALISTA, ASSASSINA E PRINCIPALMENTE SUICIDA, INDIGNA DE SER REPETIDA. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Com os seus mortos e a sua bandeira retornaram os cubanos. De volta ao trabalho pacifico e criador. Sem rancores, dividas nem contas por saldar e sobre tudo sem nenhum bem material. Não há em Angola empresas cubanas e nenhum cubano possui acções ou propriedades lá." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&amp;nbsp;VOLTARAM COM A SUA BANDEIRA MAS DEIXARAM EM ANGOLA COMO BANDEIRA NACIONAL A DE UM MOVIMENTO FANTOCHE, COM INSÍGNIAS REPRESENTATIVAS DE UMA IDEOLOGIA FORÂNEA IMPORTADA DA URSS, USURPANDO O LUGAR QUE TERIA QUE TER UMA BANDEIRA NACIONAL APROVADA POR TODOS OS ANGOLANOS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COMO PODERIA HAVER INTERESSES CUBANOS EM ANGOLA SE CUBA FOI APENAS O FORNECEDOR DE MERCENÁRIOS? OS MERCENÁRIOS SÃO ASSALARIADOS, COBRAM UM PREÇO PRÉ ESTABELECIDO E NÃO TÊM MAIS "VELA NO ENTERRO" QUE ESSA. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUANDO SE VIU QUE OS EMPREGADOS QUE CORTAM A CARNE PEÇAM AO DONO DO TALHO A SUA PARTE NOS LUCROS? (ERA O QUE FALTAVA!), OS EMPREGADOS DO TALHO PODEM É ROUBAR O PATRÃO E OS CLIENTES SEM QUE ISSO CONTE NA CONTABILIDADE, É MAIS ATÉ PODE SER QUE O PATRÃO FAÇA A "VISTA GORDA"!!!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COM ISTO FICA EM EVIDÊNCIA O USADOS QUE FORAM, VISTO QUE, DEPOIS DE QUE VOCÊS ESQUARTEJARAM O MORTO, AS HIENAS (OS AMERICANOS, CHINESES, INGLESES E TODOS OS Etcs. CAPITALISTAS E ABUTRES IMAGINÁVEIS) APODERARAM-SE DOS PEDAÇOS DEIXANDO-OS A VOCÊS COMO CONVIDADOS DE PEDRA. COM ALGUMAS MIGALHAS DA ARTEIRICE, ASSALTO, PILHARIA E TRAFICO DE DIAMANTES "CLANDESTINO" PERMITIDO A TODOS OS "EXÉRCITOS" INVASORES COMO BONIFICAÇÃO!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E... FORA DO BANQUETE PRINCIPAL!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DE KUILO, (CONTRAPESO) DEIXARAM QUE FAÇAM O PAPEL DE IDIOTAS ÚTEIS PORQUE OS CONVENCERAM DE QUE ERAM OS ÚNICOS "HERÓIS" E DEIXARAM-NOS SAIR DE LÁ A GRITA-LO AOS QUATRO VENTOS! &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A MEDIDA QUE O TEMPO FOI PASSANDO FORAM DANDO-SE CONTA DO ENGANO E COMEÇARAM A BAIXAR AS VOZES.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Carlota, a mulher que deu o nome á operação, foi uma entre o milhão de escravos africanos lançados sobre o campo cubano e que acompanhando os bisonhos soldados cubanos, regressou á terra dos seus antepassados para lavar a afrenta infringida pelo trafico de escravos, o maior, prolongado e injustificado crime cometido contra a humanidade." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUE COINCIDÊNCIA QUE TENHAM IDO COM A SUA "TÃO NOBRE OPERAÇÃO CARLOTA" SÓ A ANGOLA, JUSTAMENTE O PAIS MAIS RICO NÃO É VERDADE? ¿ACASO OS ESCRAVOS QUE SAÍRAM DA COSTA DO MARFIM, GUINÉ , SERRA LEOA, NIGÉRIA, CABO VERDE, ETC., NÃO MERECIAM QUE SE LHES LAVE A AFRENTA TAMBÉM? E MOÇAMBIQUE? POBRE MOÇAMBIQUE... DEVIDO A QUE VOCÊS SE ESQUECERAM DELE, NÃO TEVE QUE PAGAR COM UMA TÃO GRANDE PERCA DE VIDAS DOS SEUS CIDADÃOS, NUMA PSEUDO GUERRA CIVIL, EM TROCA DE COMPARTIR O SEU TERRITÓRIO COM OS INDIANOS FUGIDOS DE GOA DAMÃO E DIO EM 1960 E COM OS SULAFRICANOS BRANCOS RACISTAS QUE SE ESCAPARAM DA ÁFRICA DO SUL. PUDERAM NEGOCIAR UMA PARTILHA INDECENTE EM VEZ DE SOFRER UMA INVASÃO ALEIVOSA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É PRIMITIVO, CRIMINAL E APESTA A ESCUSA, UMA "VINGANÇA" APLICADA POR CIDADÃOS DO SÉCULO XX A CIDADÃOS DO SÉCULO XX PELO QUE FIZERAM OUTROS QUE VIVERAM NOS SÉCULOS XVII, XVIIII OU XIX.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É cedo ainda para avaliar todos os efeitos da epopeia angolana..."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ETERNAMENTE SERÁ CEDO PARA AQUILATAR TODOS OS EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS DE TODAS AS ACÇÕES DA HUMANIDADE AO LONGO DA HISTORIA. NO NOS RESTA OUTRA ALTERNATIVA QUE CONHECER A VERDADE DO PASSADO, ANALISAR O PRESENTE PARA CORRIGIR CONDUTAS FUTURAS. A REALIDADE HOJE É QUE ANGOLA É UM IRAQUE SÓ QUE MAIS ANTIGO, NÃO COM DOIS SENÃO COM 30 ANOS DE UM PROCESSO DE DESTRUIÇÃO CONTINUA EM TODOS OS ASPECTOS MORAIS E MATERIAIS.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"...que fez a Cuba mais forte e melhores aos cubanos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- SEGURO QUE FEZ A CUBA MAS FORTE, QUE O DIGA FIDEL QUE COBRAVA MUITO BEM POR CADA MERCENÁRIO ALUGADO. MELHORES OS CUBANOS... CLARO!; OS MILHARES QUE MORRERAM, DESCANSARAM. OS QUE FICARAM LÁ A VIVER, SOBREVIVEM OU AVIVARAM-SE E VIVEM DE ATTACHÉS DOS CAPATAZES ANGOLANOS, TIRARAM UM DOUTORADO EM CORRUPÇÃO QUE FARIA SENTIR INVEJA A MUITOS SUL-AMERICANOS. OS QUE VOLTARAM COM SIDA, FORAM "PENTEADOS" DA ILHA AO SER "DEIXADOS ESCAPAR" PARA MIAMI, AONDE OS ABUTRES CAPITALISTAS OS USAM PARA SOCAVAR O GOVERNO DE CUBA, NÃO PORQUE OS QUEIRAM LÁ SENÃO PORQUE SERVEM OS SEUS INTERESSES... E... FORAM FELIZES E COMERAM PERDIZES! SÓ FALTARIA SABER QUE PASSA COM OS QUE VOLTARAM "SÃOS" OU MUTILADOS A CUBA, COM OS SEUS FAMILIARES E OS DOS MORTOS. HAVERIA QUE PERGUNTAR-LHES O QUE SENTEM REALMENTE SE É QUE PODEM DIZÊ-LO SEM TER QUE PENSAR DUAS VEZES NAS CONSEQUÊNCIAS QUE LHES TRARIA FAZE-LO. (TALVEZ ISTO O AJUDE, SR. BARATA, A COMPARAR E COMPREENDER MELHOR O POVO ANGOLANO QUE DIZ QUE "GOSTAVAM" TANTO DE VOCÊS. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Trata-se de um episódio que parte em dois a historia: antes e depois." &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O QUE MARCOU O ULTIMO DOS ANTES DEPOIS, EM CUBA, FOI O DESMEMBRAMENTO DA UNIÃO SOVIÉTICA, (A PAIXÃO DO INGÉNUO IDIOTA GORBACHOV PELA CAPITALISTA ASSASSINA MARGARET THATCHER PARA DESGRAÇA DOS POVOS DOS PAÍSES DA URSS QUE SALTARAM DA FRIGIDEIRA PARA CAÍREM NO FOGO) QUE TERMINO COM A SUA ETAPA DE SATÉLITES COM RESPONSABILIDADE SOCIAL DA URSS PARA PASSARAM Á DE SER TERRITÓRIOS DESTRUÍDOS, SEM IDENTIDADE EXPLORADOS PELO GOVERNO MUNDIAL CAPITALISTA DAS MULTINACIONAIS SEM NENHUMA RESPONSABILIDADE SOCIAL CLARO! CUJOS CIDADÃOS TIVERAM QUE ABANDONAR PARA SOBREVIVER COMO CIDADÃOS DE 5A. CATEGORIA NOS PAÍSES DA EUROPA OCIDENTAL.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(CREIO QUE, PARA CUBA, FOI O MELHOR QUE LHE PODE TER PASSADO, RECUPERO O RUMO DA SUA DIGNIDADE QUE VALE MAIS QUE O DINHEIRO. ADJUNTO ARTIGO DA MINHA AUTORIA COM RELAÇÃO A ESTE ITEM, ESCRITO HÁ UM TEMPO ATRÁS)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- VOCÊ DIZ:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Depois de Angola, derrotado o imperialismo e enterrado o apartheid, África foi mais segura e todos os negros um pouco mis livres."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- HOJE ÁFRICA É MAIS SEGURA EM MUITOS ASPECTOS; O SIDA É UM SOUVENIR DE DISTRIBUIÇÃO MISSIVA. É QUASE SEGURO PERDER UMA PERNA SE SE SAI A PÉ FORA DO ASFALTO. O ANALFABETISMO É UM SEGURO ATRIBUTO DA MAIORIA DA POPULAÇÃO, A RIQUEZA UMA SEGURA CERTEZA PARA OS CAPATAZES E CAPANGAS DE TURNO. EM ANGOLA, O 13 % DE CRESCIMENTO, ANUAL, ACTUAL NO ALCANÇOU O 16% QUE USUFRUTUAVAM OS CAPATAZES DE PORTUGAL ANTES DE 75, MAS A SUA DISTRIBUIÇÃO É MUITO MAIS SELECTA, O POVO ESTÁ SEGURO DE QUE NÃO LHE TOCA NADA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OS NEGROS DE PRIMEIRA SÃO MUITO MAIS LIBRES PARA ESCRAVIZAR OS NEGROS DE SEGUNDA, TERCEIRA E QUARTA. QUE VIVAM OS APARTHEID E OS RACISMOS ENTRE GENTE DA MESMA COR! PORQUE PARA QUANDO SÃO APLICADOS ENTRE GENTE DE UMA SÓ COR, SE LHES DÁ OUTROS NOMES MAIS SOFISTICADOS, MAS O QUE TODOS ELES ESCONDEM REALMENTE É A CRUEL VERDADE DA LEI DO MAIS FORTE E QUE VIVA A SUA LIBERDADE!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;HA! QUASE JÁ ME ESQUECIA... É RARO QUE SENDO CUBA UM PAÍS AONDE HÁ GENTE DE MUITAS CORES VOCÊ SE REFIRA SÓ Á LIBERDADE DOS AFRICANOS NEGROS! E A LIBERDADE DOS DE OUTRAS CORES QUÊ? PARA SUA INFORMAÇÃO NÃO TODOS OS AFRICANOS SÃO NEGROS, COMO EM CUBA, SOMOS DE TODAS AS CORES; ESTAMOS MUITOS BRANCOS (COMO EU), MULATOS (QUE IRONIA... ALGUNS FILHOS DE CUBANOS), "PRETOS FULOS", CABRITOS, ETC. (NUNCA É TARDE PARA APRENDER ALGO, MAIS NÃO SEJA A NÃO SER SELECTIVO COM RELAÇÃO A ALGO TÃO INSIGNIFICANTE COMO A PIGMENTAÇÃO DA PELE). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NOTA: Á CONTINUAÇÃO PASSO A DEMOSTRAR-LHE COMO O SEU ARTIGO ESTÁ FEITO Á MEDIDA PARA DEFENDER TERRORISMO DE ESTADO DE POLÍTICAS SEM VERGONHA SEM IMPORTAR ATRAS DE QUE ETIQUETA SE ESCONDAM:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;fim da 4a. Parte (continua)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-4485845467990361467?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/4485845467990361467/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao_28.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/4485845467990361467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/4485845467990361467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao_28.html' title='ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (4ª Parte)'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxE8irbtaMI/AAAAAAAAAFo/qk743Zs3VqI/s72-c/3.GIF' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-7484197730274017991</id><published>2009-11-28T08:19:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T08:36:43.979-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mercenarios cubanos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='irak'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='union sovietica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='invasaodeangola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='independencia de angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EE.UU.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mario soares'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='traiçao do governo portugues'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Angola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='25 de abril'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='operaçao carlota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jorge gomez barata'/><title type='text'>ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (5ª Parte)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxFM8WPacLI/AAAAAAAAAFw/y-cGiwi4BgY/s1600/TUDO+PELA+MESMA+CAUSA+E+COM+AS+MESMAS+CONSECUENCIAS.JPG" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxFM8WPacLI/AAAAAAAAAFw/y-cGiwi4BgY/s400/TUDO+PELA+MESMA+CAUSA+E+COM+AS+MESMAS+CONSECUENCIAS.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;Á CONTINUAÇÃO PASSO A DEMOSTRAR-LHE COMO O SEU ARTIGO ESTÁ FEITO Á MEDIDA PARA DEFENDER TERRORISMO DE ESTADO DE POLÍTICAS SEM VERGONHA SEM IMPORTAR ATRAS DE QUE ETIQUETA SE ESCONDAM:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OBS.: Deixo o artigo em original, acho que não vale a pena colocar nova tradução, pois o espanhol é de relativamente fácil entendimento para quem usa a língua portuguesa e qualquer duvida ele esta traduzido por partes no debate nos capítulos anteriores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;-------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"30 AÑOS DE ANGOLA: CRONICA MINIMA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: Jorge Gómez Barata &lt;br /&gt;(ler o artigo original: &lt;a href="http://www.consulcubacr.com/boletines/5.pdf"&gt;http://www.consulcubacr.com/boletines/5.pdf&lt;/a&gt;&amp;nbsp;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;ESTE É O POSSÍVEL ARTIGO QUE PODERÁ VIR A SER ESCRITO POR QUALQUER SR. BARATA, NORTE-AMERICANO, OFICIALISTA, REPUBLICANO OU DEMOCRATA, NALGUM DIA FUTURO... :&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A X ANOS DA LIBERDADE DO IRAQUE: CRÓNICA MÍNIMA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por: qualquer Johns Smith Ex. Agente da CIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COM DISCRIÇÃO E SOBRIEDADE, HUMILDEMENTE, EM WASHINGTON FINALIZARAM AS CELEBRAÇÕES PELO X ANIVERSARIO DA MISSÃO MILITAR NORTE AMERICANA NO IRAQUE, CONHECIDA COMO "OPERAÇÃO LIBERDADE DURADOURA".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NÃO HOUVE DESFILES, PROMOÇÕES, CONDECORAÇÕES*(talvez com mais condecorações), NÃO SE INVOCARAM NOMES DE CHEFES NEM INAUGURARAM ESTATUAS, SÓ SE HONROU A NOSSO COMPROMISSO DE LEVAR LIBERDADE E DEMOCRACIA AO MUNDO. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SE BEM SE NARROU COM POUCAS PALAVRAS E SE CELEBROU SEM FANFARRAS. A "OPERAÇÃO LIBERDADE DURADOURA" FOI A MAIS IMPORTANTE OPERAÇÃO COMBATIVA DESDE A II GUERRA MUNDIAL, A MAIOR CAMPANHA MILITAR*(150.000 homens de todas as nacionalidades disfarçados de americanos sem contar os norte-americanos verdadeiros num país petroleiro de 438.317 km. 2) DEPOIS DA SOVIÉTICA EM AFRICA*(mais de 550.000 mercenários cubanos ), E A MAIS LIBERTADORA E AUDAZ.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;X ANOS DE INTENSOS COMBATES, NUM TEATRO DE OPERAÇÕES DE X Km2, A QUASE 11.000 QUILÓMETROS DE DISTANCIA DO ESTADOS UNIDOS, NO QUE SE DERAM ACÇÕES COMBATIVAS QUE ENVOLVERAM MAIS DE 150.000 COMBATENTES ESTADUNIDENSES*(talvez nomeiem aos britânicos, espanhóis y australianos, etc. para compartir as culpas). E NÃO MENOS DE 100.000 IRAQUÍS, SAUDITAS E KUWAITIS*. EM TOTAL MAIS(os infaltaveis vende pátrias alheias) DE X HOMENS NUMA CAMPANHA QUE INFLUIU NOTAVELMENTE NA HISTORIA DE LIBERDADE DE TODO O MUNDO ÁRABE.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EL ESPAÇO OPERATIVO EM QUE SE DESENVOLVIAM AS TROPAS E SE REALIZAVAM AS ACÇÕES ABARCAVA TODO O MUNDO ÁRABE. NESSE IMENSO TERRITÓRIO, AS TROPAS NORTE-AMERICANAS COMBATERAM CONTRA TERRORISTAS DE AL QUEIDA, SÍRIOS IRANIS E BANDAS NATIVAS*)* (talvez não se atrevam a tanto e os denominem só rebeldes insubordinados iraquis), NOS QUATRO PONTOS CARDEAIS. DEFENDERAM A ZONA PETROLEIRA KURDA, BAGDADE E AL BASRHA*( porto aonde, com os ingleses, embarcaram, contabilizaram e dividiram os "riscos petroleiros"). ESPALHARAM-SE PELO TERRITÓRIO DEFENDENDO AS FRONTEIRAS COM A TURQUIA E A SÍRIA E CONCLUÍRAM AS OPERAÇÕES COMBATENDO OS TERRORISTAS DE MÚQTADA EL-SÁDER EM ENCARNIÇADOS COMBATES EM TODO O TERRITÓRIO. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COM OS SEUS PORTA-AVIÕES ORGANIZADOS PELA INTELIGÊNCIA E OS SERVIÇOS LOGÍSTICOS DOS "MARINS", USA REALIZOU O TRASLADO DE UM CONTINGENTE MILITAR QUE NALGUM MOMENTO CHEGOU A DISPOR DE 450.000 HOMENS, EQUIPADOS COM TANQUES, HELICÓPTEROS, AVIÕES, ARTILHARIA PESADA, ARMAMENTO ULTRA SOFISTICADO, MEIOS, ENGENHEIROS E TODOS OS EQUIPAMENTOS QUE PRECISA UMA TROPA EM CAMPANHA, ENTRE ELES MUNICIONES, COMBUSTÍVEIS, SERVIÇOS MÉDICOS E ALIMENTAÇÃO.* (estes são privilégios para exercito "nacional". ¡os mercenários "que se arranjem"! o que quer dizer que se as arranjem como possam.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DURANTE AS OPERAÇÕES, OS MILITARES NORTE-AMERICANOS E ALIADOS CULTIVARAM BOSQUES, CONSTRUÍRAM CAMINHOS, PONTES, AEROPORTOS, CRUZARAM INÓSPITOS DESERTOS, DEFENDERAM GRANDES CIDADES* (aparte da capital, solo lhes importou fazer obras desde os lugares aonde havia petróleo até aos portos aonde o embarcavam)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A LUTA NÃO SE empreendeU SÓ CONTRA OS TERRORISTAS INIMIGOS, DEU-SE TAMBÉM CONTRA AS ADVERSIDADES CLIMÁTICAS, AS DOENÇAS, A INSALUBRIDADE dAS CONDICIONES QUE IMPÕE A POBREZA, AGRAVADA PELA GUERRA CONTRA O "TERRORISMO"*(cidadãos acurralados que não querem a invasão estrangeira e lutam contra ela) DE ENORMES PROPORÇÕES, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NAS ULTIMAS JORNADAS, ESTENDERAM-SE na DIRECÇÃO do IRÃO, e OS FUNDAMENTalistas SeNTIRam em perigo o SeU TERRITÓRIO. PÔS-SE Ao alcance DE SUS ARMAS, EXISTIu INCLUSO o periGO DE QUE o IRÃO apelara Ao EMPrEgO Das SUaS ARMAS DE DESTRUIÇÃO MISSIVA CONTRA As forÇas MILITARes NORTE-AMERICANAs.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o SALDO DA OPERAÇÃO "LIBERDADE DuRADouRA" NÃO Pode SER MElhOR: IRAque RECUPEROu a SUa LIBERDADE, a SUa INTEGRIDADE TERRITORIAL e o SeU PETRÓLEO, fizeram-SE FANICOS OS PLANoS DE SADDAM HUSsAiN e BIN LADEN PARA o meio ORIENTE, APRESOu-se A SADAN e OBrIGOu-se OS "REBELDES" A RECONHECER A RESOLUÇÃO 1441 DA ONU QUE AUTORIZAVA A procura DE ARMAS DE DESTRUIÇÃO MISSIVA e a ACEiTAR A TUTELA Dos USA como ÚNICO meio para ALCANÇAR o SeU NoVO e GLORIOSO CAMINhO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alem Do CONTINGENTE MILITAR, SERVIRAM no IRAquI, Em CONCEITO DE COLABORADORES CIVIS Ou ASSESSORES, perto de X TRABAlhADORES profissionais, ESPECIALIZADOS na INDUSTRIA PETROLEiRA, POLICIA PRIVADA, (instrutores de mercenários, sequestradores, especialistas em sabotagem e assassinatos selectivos) ABNEGADOS PERIODISTAS de CNN, FOX Y OUTRAS. PARA OS GENERAIS AMERICANOS, SERVIR E TRABALHAR NO IRAQUE OU PARA AQUELA MISSÃO, CHEGOU A SER IMPRESCINDÍVEL.* (principalmente para as petroleiras americanas e os falcões contratistas, claro!)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DE TÊ-LO QUERIDO, USA PODE TER PROCLAMADO UMA VICTORIA EM TODAS AS LINHAS E AGORA PODIA TÊ-LA FESTEJADO COM FANFARRA. NÃO O FEZ PORQUE*(essa invasão é a causa do geral repudio internacional) NÃO COMBATEU PARA HUMILHAR NINGUÉM NEM DEMOSTRAR FORÇA OU PODERIO E HOUVESSE PREFERIDO NÃO FAZÊ-LO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;EM TODA A CAMPANHA, a pesar DAS TENSÕES QUE LA GUERRA IMPÕE E DA JUVENTUDE DOS SOLDADOS OFICIAIS, NÃO HOUVE UM SÓ CASO, NEM SEQUER UMA QUEIXA PORQUE ALGUMA MULHER IRAQUÍ FOSSE OFENDIDA, NENHUMA AUTORIDADE LOCAL OU TRADICIONAL RESULTOU DESCONHECIDA E NENHUM SÍMBOLO OU INSTITUIÇÃO FOI MENOSCABADO. NUNCA UMA ARMA AMERICANA APONTOU, AMEAÇOU OU SERVIU PARA INTIMIDAR A UM CIDADÃO DAQUELE PAÍS E JAMAIS A POPULAÇÃO IRaquÍ REPUDIOU A UM COMBATENTE NORTE-AMERICANO.* (claro que só se referem as mulheres, autoridades, vidas e símbolos dos iraquis afines aos invasores)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NA Simples COMEMORAÇÃO Do X ANIVERSARIO, Em WASHINGTON, o presidente, sr. X, ENCARreGOu-se DE RESSALTAR QUE NADA DE iSTO O fez estados unidos sozinho, SENÃO COm a MElhOR CONTRIBUIÇÃO Do PovO IRAquÍ a AjUDA Do VALOROSÍSSIMO APORTE DOS MILITARES, QUE FORMARam a NUMEROSA COALIZÃO DE PAÍSES, QUE OS ACOMPANHOU.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a HOMENAGEM Foi PARA OS SOLDADOS MoRTOS e o RECONheCIMENTO PARA as suas MÃES, filhOS e ESPOSAS. NOA fizeram FALTA ADVERTÊNCIAS, ERA OBVIO: IRAque Foi o PRINCIPIO Do FIm Do TERRORISMO.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COm os SeUS MoRTOS as SUaS BANDEiRAS RETORNARam, TAMBÉM, OS VALENTES LATINO-AMERICANOS QUE COMBATERam HONROSAMENTE e ASSIM dignificaram a sua NACIONALIDADE NORTE-AMERICANA. DE VoLTA Ao TRABAlhO PACIFICO e CRiADOR. Sem RANCORES, DiviDAS Nem CoNTAS POR SALDAR e SOBRE TuDO Sem NENHUM BEM MATERIAL. NOA HA no iraque EMPRESAS suas Nem NENHUM POSsui ACÇÕES Ou PROPRIEDADES lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LIBERDADE, o VALOR QUE Deu o NOME á OPERAÇÃO, Foi o PRINCIPAL PILAR Em QUE SE FUNDAram OS ESTADOS UNIDOS e QUE ACOMPANHOU AOS jovens SOLDADOS AMERICANOS áS TERRAS do MEIO ORIENTE PARA LIBERtA-LAS Do FUNDAMENTALismo TERRORISTA DE AL QUEDA e BIN Laden, os MAS GRANDEs e INJUSTIFicados INIMIGOS de OCIDENTE.* (não acredito que tenham a ousadia de dizer da humanidade.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ES CEDO AINDA PARA AVALIAR TODOS OS EFEITOS DA EPOPEIA IRAquÍ, QUE FEZ DE ESTADOS UNIDOS UM PAÍS MAIS SEGURO, FORTE E MELHORES AOS ESTADUNIDENSES.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DEPOIS DO IRAQUE, DERROTADO O REGIME DE Sadam Hussein E DERROTADO EL TERRORISMO, O MEIO ORIENTE FOI MAIS SEGURO TODOS OS MUÇULMANOS MAIS LIVRES.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;PENSE SR. BARATA, PENSE... ANTES DE ESCREVER OUTRO ARTIGO QUE LHES POUPE O TRABALHO DE PENSAR AOS DESVERGONHADOS PIRATAS DO PLANETA PARA JUSTIFICAR OS SUS CRIMINES!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Atentamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Maria João Soares&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;FIM &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;NOTA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 – podem encontrar o currículo de Jorge Gomez Barata no Google ou wikipedia-&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 – peço desculpas por algumas palavras ou expressões que usei na tradução por serem palavras castelhanas que não existem no português mas que são perfeitamente compreensíveis porque acho que são palavras com mais força e não tão gastadas pelo mau uso. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3- vou colocar aqui, após traduzido, um artigo que escrevi e se publicou em espanhol da minha analise da realidade cubana actual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-7484197730274017991?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/7484197730274017991/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/7484197730274017991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/7484197730274017991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/angola-34-anos-depois-da-operacao.html' title='ANGOLA - 34 ANOS DEPOIS DA OPERAÇÃO CARLOTA (5ª Parte)'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/SxFM8WPacLI/AAAAAAAAAFw/y-cGiwi4BgY/s72-c/TUDO+PELA+MESMA+CAUSA+E+COM+AS+MESMAS+CONSECUENCIAS.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-917606942975163013</id><published>2009-11-25T13:34:00.000-08:00</published><updated>2009-11-26T12:48:03.120-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='chemtrails'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='guerra biologica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gripe porcina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ocultamentos suspeitosos.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vacinas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A/H1N1'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gripe na ucrania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voos suspeitosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='H1N1'/><title type='text'>H1N1-O surto da guerra biológica europeia</title><content type='html'>&lt;div align="justify" class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2iig35UpI/AAAAAAAAAEI/A8IqV0EUUbQ/s1600/formulando-la-vacuna-para-la-gripe-300x350.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2iig35UpI/AAAAAAAAAEI/A8IqV0EUUbQ/s320/formulando-la-vacuna-para-la-gripe-300x350.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Actualização em 18 de Novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe receio de que se tenha dado uma mutação no vírus H1N1 e que este se assemelhe agora ao vírus da gripe espanhola que matou mais de 50 milhões de pessoas, no início do século XX. Segundo os médicos da Ucrânia, o pulmão das vítimas apresenta-se negro como o carvão, algo que dá azo a uma nova preocupação. Nomeadamente, que o vírus da gripe suína tenha tomado uma nova forma mortífera. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=YEN3swiFcYY&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Dra. Rebecca Carley&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;17 de Novembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, a notícia mais importante no nosso Planeta é o surto de um vírus de guerra biológica avançada muito grave, na Europa. A segunda notícia mais importante é a supressão desta notícia, durante quase duas semanas, pelos principais meios de comunicação na posse de empresas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos muitas coisas e outras tantas sobre as quais apenas podemos especular, quanto ao que se está a passar na Europa Central. Sabemos que em Outubro, há menos de um mês, houve um constante aumento de casos que se pensava ser gripe A/H1N1 (gripe suína), na parte ocidental da Ucrânia. Sabemos que muitas centenas se não milhares de pessoas viram avionetas aspergir qualquer coisa sobre cidades ucranianas, entre os dias 29 e 31 de Outubro de 2009. Sabemos que a partir do início da noite de 29 de Outubro um grande número de pessoas começou a adoecer. Sabemos que o governo ucraniano emitiu uma declaração negando que estava a levar a cabo pulverizações aéreas para combater o alastramento da doença ou que tivesse autorizado quaisquer pulverizações por cima de cidades ucranianas. Sabemos que a 30 de Outubro as autoridades ucranianas fecharam as escolas, durante 3 semanas, e que interditaram ajuntamentos públicos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NÃO sabemos que doença as pessoas têm. Sabemos que os médicos falam da doença como sendo peste pneumónica, ou uma espécie de febre hemorrágica, ou influenza hemorrágica, ou pneumonia hemorrágica. Sabemos que a doença, seja ela qual for, não parece ser A/H1N1. Não sabemos se é uma recombinação de A/H1N1 com vários outros vírus, se é um vírus totalmente diferente, ou se, de facto, é mesmo um vírus. Sabemos que a Organização Mundial da Saúde, OMS, teve vários dias para conhecer a sequência da doença, mas não deu a conhecer os resultados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos QUEM NÃO decretou que a Ucrânia ficasse de quarentena, nem que a zona da infecção fosse isolada, algo que também não fizeram no início do surto da gripe suína (A/H1N1) no México. Também sabemos que o facto de não terem travado o vírus logo no início permitiu que este se espalhasse pelo mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que a temperatura interna dos pulmões dos doentes terminais com o que muitos chamam ‘peste ucraniana’ é, frequentemente, de 54,4ºC a 57.2ºC. Sabemos que nas autópsias, os pulmões estão cheios de sangue, que são negros e que o tecido pulmonar aparenta uma espécie de papa. Sabemos que logo após os primeiros sintomas, as pessoas adoecem em menos de 48 horas, ou no próprio dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que a doença estava a alastrar a cerca de 200.000 por dia, mas que abrandou agora para cerca de 100.000 por dia, na Ucrânia, dado estarem a tomar medidas extraordinárias para conter o seu alastramento. Segundo fontes oficiais, mais de 1.3 milhões de pessoas estão gravemente afectadas com esta doença, na Ucrânia, e que mais de 60.000 estão hospitalizadas em situação grave ou crítica. Sabemos que a doença tem uma elevada taxa de transmissão com, provavelmente, uma baixa quantidade de material viral (caso seja mesmo um vírus) necessária para causar uma infecção. Sabemos que o número oficial de mortes, na Ucrânia, fica abaixo dos 300. Também sabemos que é normal a taxa de mortandade das pessoas internadas em hospitais com IRA (infecção respiratória aguda) ser de 5% a 10%. Sabemos que fontes não oficiais estavam a registar mais de 3.000 mortes, há poucos dias, e que este número está mais em sintonia com a taxa de mortandade de 5-10% do que o número oficial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sabemos quais os tratamentos eficazes para a doença. Mas sabemos que os jovens adultos parecem correr maior perigo dela. Suspeitamos que se está a dar uma tempestade de citocinas similar ao que se deu por altura da Gripe espanhola, em 1918, que matou cerca de 50 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos, através de relatórios oficiais do Ministério da Saúde da Ucrânia, que a doença não dá positivo como gripe suína mexicana (A/H1N1). Não sabemos se a vacina existente contra a gripe A é eficaz, mas baseado na falta de resposta positiva aos testes da gripe A, suspeitamos que a vacina seja ineficaz dado a concha proteica viral ser diferente do A/H1N1 (se, na realidade, for um vírus a causar a doença).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que a doença alastrou até à Polónia onde mais de 250.000 pessoas estão gravemente enfermos. Sabemos que alastrou até à Bielo Rússia, à Hungria e demais países da Europa Central. Sabemos que consta que 900.000 pessoas contraíram gripe A, na Noruega, mas não sabemos se isto está relacionado à peste ucraniana de alguma forma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que em 8 de Novembro um site sul-africano (fto.co.za) dizia o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Aviões suspeitos forçados a aterrar. Um avião NA-124 (de fabrico russo de longo alcance de transporte pesado) dos EUA alterou o seu sinal de chamada de civil para militar, algo que despoletou uma resposta da Força Aérea da Índia, ao entrar no espaço aéreo do Paquistão, obrigando o avião a aterrar em Mumbai, enquanto um segundo avião foi forçado a aterrar por aviões a jacto nigerianos e que prenderam a tripulação”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2iuT5ghWI/AAAAAAAAAEQ/2mKdlAEupnA/s1600/CHEMTRAILS.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2iuT5ghWI/AAAAAAAAAEQ/2mKdlAEupnA/s320/CHEMTRAILS.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Consta que a Força Aérea do Exército de Libertação da República da China contactou os Serviços Secretos da Índia e da Nigéria, quanto à presença destes aviões ucranianos operados pelos EUA, muito preocupados de os Estados Unidos estarem a espalhar ‘agentes biológicos’ na atmosfera terrestre, algo que certas entidades chinesas acreditavam ser uma tentativa maciça de genocídio, através do alastramento da gripe A/H1N1.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estes aviões “transportavam sistemas de ‘eliminação de lixo’ que podiam deixar até 45.000 kg de produto através de sofisticados nano-tubos” colocados nas suas asas – chamados chemtrails (rastos químicos na atmosfera).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que a Baxter International Pharmaceuticals enviou 72 quilos de material para vacinas contra a gripe humana H3N2 para 16 laboratórios de países europeus que continha o vírus activo H5N1 da gripe das aves. Sabemos que isto apenas foi descoberto depois que um laboratório checo ter testado o material em furões (os furões têm um sistema respiratório similar aos humanos) e estes terem morrido num curto espaço de tempo. Sabemos a Baxter ter declarado tratar-se de erro humano. Também sabemos que ‘erro humano’ é algo impossível, com os protocolos de restrição existentes na Baxter ou em quaisquer outros laboratórios modernos que utilizam a tecnologia Biosafty Level 3 (BLS-3).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que, em meados de Agosto, Joseph Moshe, um perito da guerra biológica da Mossad, ligou para o Dr. A. do True Ott’s talk-show da rádio nacional e disse que a Baxter estava a preparar-se para lançar uma peste mortífera, dos seus laboratórios na Ucrânia, e que ele iria encontrar-se, dentro em breve, com advogados norte-americanos, em Los Angeles, para falar sobre este assunto. Sabemos que pouco mais tarde, Moshe foi detido por agentes federais e pela polícia de Los Angeles e levado para o Consulado de Israel. Sabemos que foi rapidamente enviado para Israel e que não voltou a fazer declarações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que, ao longo dos últimos três anos, um grande número de especialistas biológicos de vários países tiveram mortes estranhas, algo que foi comentado em várias publicações, no passado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que o súbito aparecimento da gripe suína mexicana (A/H1N1) teve, virtualmente, de ter sido um lançamento de um laboratório de guerra biológica. Sabemos que o A/H1N1 tem sequências de genes de três tipos diferentes de gripe suína (americana, asiática e africana), gripe aviaria, de dois tipos diferentes de gripe sazonal humana, e da gripe espanhola, e que tal combinação é tão pouco provável na Natureza que é virtualmente impossível que exista. Sabemos que a política da OMS, de não ter requerido a quarentena do México, garantiu que o A/H1N1 alastrasse pelo mundo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que a actual “vacina” contra a gripe A praticamente não foi testada, e que os laboratórios que a fabricaram estão protegidos contra processos por actos deliberados que resultem em mortes e que os países que compram as vacinas têm de assinar contratos no sentido de não tornar público informações negativas sobre a “vacina”. Sabemos que os aditivos publicados da “vacina” incluem substâncias altamente perigosas para a saúde humana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que os meios de comunicação na posse das empresas (com fortes laços com grupos bancários em todo o mundo) censuraram esta notícia como se jamais tivesse acontecido. Sabemos que o surto de uma doença mortífera que se está rapidamente a espalhar pela Europa é a maior notícia do mundo, mas que NÃO está a ser divulgada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=285&amp;amp;Itemid=99999999&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-917606942975163013?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/917606942975163013/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/h1n1-o-surto-da-guerra-biologica.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/917606942975163013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/917606942975163013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/h1n1-o-surto-da-guerra-biologica.html' title='H1N1-O surto da guerra biológica europeia'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2iig35UpI/AAAAAAAAAEI/A8IqV0EUUbQ/s72-c/formulando-la-vacuna-para-la-gripe-300x350.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-3862995958498080822</id><published>2009-11-25T12:23:00.000-08:00</published><updated>2009-11-25T12:23:22.141-08:00</updated><title type='text'>"JUNTOS MAS NÃO MISTURADOS"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2SJ72NoVI/AAAAAAAAAEA/6gHbMaWvUrA/s1600/22.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2SJ72NoVI/AAAAAAAAAEA/6gHbMaWvUrA/s320/22.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;CAPITALISMO VAMPIRO MULTINACIONAL&lt;br /&gt;O INIMIGO QUE NOS AMEAÇA: COLONIALISMO FASCISTA SEM RESPONSABILIDADE SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analisando o fascismo á luz do capitalismo VAMPIRO que nos invade agora, acabo por entender que o primeiro era "decente". &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os governos fascistas mostravam a cara; proibiam, apresavam, avassalavam, roubavam, matavam, em nome do estado. quando a alguém se lhe ocorre pedir contas de esses actos, si ha vontade, podem-se encontrar os responsáveis com nomes e apelidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas agora como vamos lograr encontrar os responsáveis dos danos que se estão infringindo aos incautos cidadãos de um mundo de " latrocínio globalizado"?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atacados pelo poder de trusts, na sua maioria anónimos, que respondem a interesses escondidos detrás dos grandes cartazes de marcas globalizadas, que quando se gastam em demasia mudam de nome e continuam a fazer o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Governados", por poderes atomizados, em base a tratados internacionais de cuja autoria ninguém se responsabiliza, por "parlamentos de capatazes", "juntas", "comissões", ONGs, "Organizações", "carteies", etc. que funcionam ao som do que fabricam os "grandes bancos": o DINHEIRO! E com a sua impunidade garantida quando, por "desgraça", algum lacaio de esta conspiração é identificado e a "loja de vampiros" não o pode esconder enviam-no, para ser julgado, a territórios cúmplices o por "tribunais internacionais" anónimos e inacessíveis, funcionais aos seus interesses. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este fascismo globalizado que nos ameaça não tem cabeça visível, não ha Hitler a quem julgar. após ter colocado USA em situação de poder chegar a implantar una lei marcial no seu território com o “Military Commissions Act of 2006”, Europa é o continente mais ameaçado neste momento porque é a experiência ponteira, aonde o "monstro" quer assentar as suas bases.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os seus cidadãos estão amordaçados da pior maneira possível, a escravidão do crédito e a auto-censura por medo a perder o seu meio de vida. Estão com as sus identidades em perigo. De bloco de estados libres complementarios, para o que se puseram de acordo, estão-se a converter em propriedade do monstro capitalista vampiro mundial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os "governos nacionais" já são, em maior o menor grau, ilusão em quase todos os seus países. La cabeça esta em Bruxelas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lia ha pouco num artigo escrito por um portugués sobre a forma do "governo europeu": "a permanência de Portugal na UE. a UE, melhor dito a CEE, foi útil enquanto foi um espaço de concórdia e Paz; proporcionou uma melhoria das condições de vida e de justiça social, etc. Era uma associação de estados-nações livres." "Quando querem que tal evolucione para uma federação de contornos obscuros em que fatalmente a individualidade e identidade nacional se dilui, liderado por um bando de iluminados; por eventuais organizações transversais, poderosas, mas não representativas de nenhum grupo social, regao ou comunidade, que fazem do segredo a sua base de actuação e perseguem objectivos de Poder pouco claros, deixa de ser aceitável."* El "portugués" Durão Barroso, o mesmo que esteve com Blair, Aznar y Bush nos Açores para dar o pontapé inicial para a invasão ao Irak, é agora um dos principais capatazes cooperadores da entrega da Europa ao "vampiro", flanqueado por Frau Merkel e monsieur Sarkosy. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo este cenário leva-me a analisar o sistema que estão a aplicar os "vampiros" neste momento, os perigos que este acarreia e a desafiar aos que compartam o resultado desta analise a pensar medidas "cadeado" para evitar que na América do sul, (aonde abundam os opinologos plagiadores de "ideias" globalizadas dos messias dos vampiros), nos encontrem desprevenidos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usam "governos" de idealistas com boas intenções para juntar todos os "ovos" num mesmo cesto y depois, substituem-nos por "parlamentos o comissões" de capatazes que lhes entregam o cesto completo. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o momento em que devemos ocupar-nos de este tema com os olhos bem abertos dentro do MERCOSUL para não ter que, como os europeus, preocupar-nos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Proponho, como ponto de partida, a premissa: "JUNTOS MAS NÃO MISTURADOS"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Maria João Soares&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;* por João José Brandão Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;"Porque devemos sair da união europeia?"&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-3862995958498080822?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/3862995958498080822/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/juntos-mas-nao-misturados.html#comment-form' title='2 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/3862995958498080822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/3862995958498080822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/juntos-mas-nao-misturados.html' title='&quot;JUNTOS MAS NÃO MISTURADOS&quot;'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw2SJ72NoVI/AAAAAAAAAEA/6gHbMaWvUrA/s72-c/22.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8125828170811375176.post-7236224597848971840</id><published>2009-11-25T10:10:00.000-08:00</published><updated>2009-11-25T11:06:28.944-08:00</updated><title type='text'>A ÚNICA LIBERDADE!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw1_ZjPH0hI/AAAAAAAAAD4/Ksv2-K2UjXU/s1600/la+unica+libertad.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw1_ZjPH0hI/AAAAAAAAAD4/Ksv2-K2UjXU/s320/la+unica+libertad.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;Para destruir-nos qualquer caminho e correcto!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para elevar-nos como humanidade os caminhos são poucos!&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A dissociação do homem do resto do universo iniciou-se no momento em que decidiu ser criador de um DEUS a sua semelhança e conveniência inventando as religiões para sustentar e difundir a SUA existência. &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este foi o inicio da destruiçao do "sistema do homem" ao que estamos a assistir actualmente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Salvo raras excepções, individuais ou de grupos minoritários, a busca da sintonia consciente com a Obra para harmonizar com o autor interrompeu-se nesse momento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iniciou-se uma falaz busca caprichosa e desordenada de uma "verdade sintética", "Bendita" por "sacerdotes", acompanhada por pensadores, filósofos, políticos e científicos desenvolvida no campo pendular entre a existência ou não desse Deus criado. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cada vez que alguém, sem importar data ou lugar, se saía ou sai desse esquema e dava ou da mostra de padecer da enfermidade do "livre-pensamento", questionava ou questiona "a verdade" era e continua a ser excomungado, satanizado, demagogicamente combatido o tildado de "louco" pelo "sistema do homem".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O único caminho para reencaminhar a humanidade do século XXI é encontrando a DEUS através da CIÊNCIA, dissecando a sua obra para poder encontrar a verdadeira mecânica das sus leis. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao encontrar, ver e compreender as suas leis a humanidade poderá voar livremente dentro do Campo Unificado da criação sem daná-lo para chegar a sintonizar com o seu autor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao acreditar na morte a humanidade deixa de preocupar-se pela responsabilidade da vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Maria João Soares&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8125828170811375176-7236224597848971840?l=libertandoasideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/feeds/7236224597848971840/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/unica-liberdade-para-destruir-nos.html#comment-form' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/7236224597848971840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8125828170811375176/posts/default/7236224597848971840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://libertandoasideias.blogspot.com/2009/11/unica-liberdade-para-destruir-nos.html' title='A ÚNICA LIBERDADE!'/><author><name>libertandoideias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13316107645957974193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='12' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Swv_xtsJ1OI/AAAAAAAAAB0/H6X0jBE2PBA/S220/FIL.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CN_BU2-rEJE/Sw1_ZjPH0hI/AAAAAAAAAD4/Ksv2-K2UjXU/s72-c/la+unica+libertad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
